Max Fercondini ajuda a limpar o fundo do mar no arquipélago de Alcatrazes, em Santos, no último episódio do ‘Sobre as Asas'
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Os caminhos para parar de fumar estão no ‘Como Será?’

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Acompanhe a viagem de Max Fercondini e Amanda Richter ao arquipélago de Alcatrazes no último episódio do ‘Sobre as Asas’

Existem hoje no Brasil cerca de 22 milhões de fumantes, em torno de 15% de toda a população, segundo dados do Ministério da Saúde. Com o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, o ‘Como Será?’ apresenta duas reportagens sobre o tema: na primeira, Helena Lara Resende esteve na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e conheceu o Núcleo de Estudos e Tratamento de Tabagismo (NETT), que ajuda pessoas que desejam parar de fumar; a segunda discute os efeitos do cigarro eletrônico em Tóquio e Nova York. No estúdio, Sandra Annenberg recebe a médica Jaqueline Scholz para falar sobre novos tratamentos e dicas para quem deseja largar o vício.

Em mais uma reportagem internacional, André Luiz Azevedo explica, de Lisboa, como funciona o banco do tempo. Nele, em vez de dinheiro, a moeda de troca é o tempo. O banco já possui mais de 2 mil clientes.

O ‘Como Será?’ se despede das aventuras do casal Max Fercondini e Amanda Richter no ‘Sobre as Asas’. Foram cinco meses de viagens, mais de 21 mil km percorridos e várias histórias contadas em 8 episódios. A última parada é no arquipélago de Alcatrazes, em Santos, onde Max e Amanda acompanham os trabalhos de pesquisa para a criação de mais uma Unidade de Conservação no litoral brasileiro para refúgio da vida silvestre.

Também vai ao ar a última reportagem do Projeto Rondon. Rogério Coutinho acompanha os alunos da Universidade de Alfenas (MG) em um encontro com produtores rurais de Salgado de São Félix, interior da Paraíba.

Reportagem gravada na cidade mineira de Aymorés apresenta o projeto Olhos D’Água, do Instituto Terra, fundado pelo fotógrafo Sebastião Salgado. Este projeto está ajudando a combater a pior seca da história do rio Doce.

O trem é o tema do quadro ‘Hoje é dia de…’. Alexandre Henderson viaja na Litorina, trem de luxo da Serra do Mar paranaense, e mostra o funcionamento do Centro de Controle Operacional desta raridade brasileira. Ele apresenta dois casais cujas histórias estão intimamente ligadas ao trem: um deles se conheceu na viagem e o outro é responsável pela decoração da Litorina. O público também conhece a história da ferrovia Paranaguá-Curitiba pelo olhar dos steampunks, personagens do século XVIII e XIX que criam um mundo paralelo inspirados na era vitoriana e pós-apocalíptica. Ao fim da viagem, Henderson chega a Morretes (PR) e prova o barreado, prato típico da região.

E mais: reportagem sobre um grupo de amigos publicitários que usam seus conhecimentos para ajudar ONGs que precisam de uma mãozinha no marketing; no quadro ‘Sonho Meu’, Telma deseja trocar o trabalho com telemarketing por um food truck de massas; Débora e David são os ‘alunos nota 11’ ao montar um projeto de incentivo à redução do desperdício de comida na escola; e no ‘Nós.doc’, a história de dois irmãos que viajaram pela Bahia registrando histórias de moradores de pequenas cidades no interior do país.

Sobre o ‘Como Será?’

‘Como Será?’, parceria do Jornalismo e da área de Responsabilidade Social da Globo com a Fundação Roberto Marinho, tem como objetivo compartilhar com o público experiências transformadoras, exemplos de cidadania e colaborar para a construção de um futuro melhor ao tratar de maneira integrada temas como educação, ecologia, mobilização social, trabalho e inovação. É um espaço para apresentar, conhecer e incluir pessoas e ideias, que conta com a interatividade como grande aliada.

Foto crédito: Arquivo Pessoal

O ‘Como Será?’ vai ao ar no canal internacional da Globo sábado, 30 de maio, nas Américas, dia 31, no Japão e, sábado, 6 de junho, na África e Europa.

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