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Na tela e nos bastidores do BBB 

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Confira a entrevista com o apresentador Tadeu Schmidt

Dias e noites intensos, muitas câmeras para acompanhar, programas ao vivo, provas, festas e, este ano, 22 histórias para contar. Comandar o maior reality show do Brasil não é tarefa simples; são vários os desafios. Mas, nos bastidores, Rodrigo Dourado vibra com a chegada de mais uma temporada sob sua direção artística: “O ‘Big Brother Brasil’ é um programa muito vivo, e eu, assim como toda a equipe, fico sedento por conhecer as novas histórias que vão se desdobrar com o decorrer do jogo. É incrível como os participantes direcionam o rumo da narrativa e nos surpreendem a cada dia”. 

Embora as dinâmicas escolhidas pela direção e equipes para cada semana mexam com a competição, Dourado destaca a imprevisibilidade de um reality como o BBB. “É uma história contada pelos participantes, a tal da ‘dramaturgia às avessas’. Isso é muito interessante. Quando você coloca as pessoas dentro da casa, entrega uma página em branco na mão delas e diz que a regra é fugir do paredão e chegar à final. O que eles vão fazer depende de cada um. A gente escolhe indivíduos. Quando você junta esses indivíduos, a explosão acontece no coletivo. As pessoas são umas sozinhas, mas elas se revelam outras dependendo das suas companhias”, constata.

Já na frente das câmeras, Tadeu Schmidt cumpre o papel de mediador entre público e brothers. Ao mesmo tempo em que é o fio condutor do reality, passando os principais acontecimentos do BBB para os espectadores, é também o único contato dos participantes com o mundo exterior. Elogiado pelos textões de eliminação que entregou na última edição, o apresentador confirma que o momento em questão é o preferido em sua rotina no programa. “É até estranho falar isso, porque alguém está indo embora ali, mas faz parte do jogo. Eu gosto pelo fato de ser um momento decisivo. É uma hora de muita energia, atenção, tensão e emoção. Existe uma concentração de todo mundo em torno daquele resultado, das palavras que estão sendo ditas. Então, é realmente o meu momento preferido e eu capricho o máximo que posso”, revela.

Na entrevista a seguir, Tadeu fala mais sobre sua expectativa para a nova temporada.

ENTREVISTA COM O APRESENTADOR TADEU SCHMIDT

O que mudou do Tadeu Schmidt estreante no BBB22 para o Tadeu que chega ao BBB23? 

O Tadeu do BBB22 estava prestes a descobrir como era o programa. Por mais que eu assistisse ao reality, não tinha como saber como cada coisa funcionava tecnicamente ou como eu tinha que me preparar para cada momento. O Tadeu do BBB23 já aprendeu tudo isso, já sabe como se preparar, já sabe como funciona cada questão técnica, de áudio, de vídeo, de delay, de comunicação. Então, o Tadeu do BBB23 está muito mais tranquilo e, certamente, vai curtir ainda mais. No ano passado, eu estava muito atento em entender tudo e focado em experimentar, em descobrir… Agora, não. Já sei como as coisas funcionam e estou ansioso para curtir muito desde os primeiros momentos.

O que mais te surpreendeu e te cativou no programa?  

O que mais me impressionou no BBB foi o poder que ele tem de mexer com as pessoas. É incrível, é algo que só o futebol também consegue fazer: ter torcida, exaltar os ânimos, virar assunto o dia inteiro. Qualquer coisa que acontece no BBB se torna relevante na vida das pessoas. Também chamou muito a minha atenção a emoção que vemos nos participantes, aquelas pessoas que estão vivendo ali um momento único na vida delas. Mesmo os integrantes do Camarote, que já são conhecidos, vivem uma experiência transformadora. Fazer parte desse momento é um privilégio extraordinário.

Qual novidade desta edição você acha que vai movimentar mais a disputa? 

Eu estou muito animado com o fato de as estalecas possibilitarem aos participantes comprar um poder no jogo – acho que vai ser muito interessante. E também com o ineditismo de o prêmio ir mudando durante a temporada. Isso é uma grande novidade, nunca teve, e vai ser muito legal! Vai mexer mais ainda com os participantes.

Qual o maior desafio da sua função de apresentador do ‘Big Brother Brasil’? 

O maior desafio, que eu mesmo me impus, foi o de ser justo. Me preocupo em não interferir no jogo, em apenas coordenar as dinâmicas para que elas fluam bem. 

Sabemos que os “textões” de eliminação são um ponto alto para você no BBB. É o momento que mais curte na rotina do programa? 

O momento da eliminação é mesmo o meu preferido. É até estranho falar isso, porque alguém está indo embora ali, mas faz parte do jogo. Eu gosto pelo fato de ser um momento decisivo. É uma hora de muita energia, atenção, tensão e emoção. Existe uma concentração de todo mundo em torno daquele resultado, das palavras que estão sendo ditas. Então, é realmente o meu momento preferido e eu capricho o máximo que posso. Desde o domingo, quando se forma o paredão, eu começo a pensar em como vai ser o discurso, que estilo vou usar. Mas tem muitos momentos legais no BBB. Eu adoro as provas, talvez pelo meu histórico com o esporte; a família toda é de atletas. Eu até hoje sou um atleta amador e sou apaixonado por esporte. A competição do BBB é como um esporte em que eu sou, ao mesmo tempo, o juiz, a confederação da modalidade, porque preciso passar as regras, e o narrador. É muito legal, eu curto muito a vibração das provas. Curto muito também o papo com os participantes. Não dá tempo de ficar conversando tanto – por mim, a gente faria 20 minutos só de conversa – mas eu acho o maior barato, adoro!

Como tem sido a troca com o público desde a última edição?

É muito melhor do que eu poderia sonhar! Eu sabia da exaltação dos ânimos dos fãs com o BBB, e é impossível passar a temporada sem receber uma crítica; é natural. Mas se colocar em uma planilha todos os comentários negativos – que não são de todo ruim, porque é bom ouvir da pessoa que algo não foi legal e tentar ajustar. Quando alguém faz uma análise com educação eu acho superlegal, busco avaliar para tentar melhorar e fazer diferente – em comparação com o que eu recebi de carinho… caramba, eles somem! É como colocar uma bolinha de gude ao lado de um caminhão. Eu recebi carinho demais, muito mais do que achava que poderia receber. Foi emocionante e importante para mim durante o BBB, porque é um período de bastante dedicação, e essa resposta do público me dá força. E depois do BBB, como as pessoas vieram falar comigo que adoraram a minha apresentação do programa! Trouxeram algum elogio, uma palavra de carinho. Essa é uma das coisas que eu vou levar para sempre na minha memória.

O ‘BBB 23’ tem apresentação de Tadeu Schmidt, produção de Mariana Mónaco, direção artística de Rodrigo Dourado e direção de gênero de Boninho. O programa estreia no dia 16 de janeiro e vai ao ar de segunda a sábado, após ‘Travessia’, e domingos, após o ‘Domingão com Huck’, no canal internacional da Globo. 

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