Mercado de cambio - Out/29
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Mercado de câmbio – Out/29

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No mercado de câmbio: Dólar abrindo em queda no início dos negócios. Como esperado pelos mercados, Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil, agora as expectativas recaem sobre a postura da equipe econômica, no âmbito do controle de gastos que incluirá a realização da reforma da previdência, acelerar as privatizações e reduzir o tamanho da máquina pública.

Outro foco que certamente deve ser atacado será a redução do déficit fiscal, no sentido de melhorar a credibilidade do país com o exterior. Todos esses fatores podem definir se o otimismo com o novo governo será duradouro ou não. Por enquanto, os olhos vão estar em torno da transição governamental e sinais claros sobre o comprometimento da nova administração com a economia vão definir por quanto tempo os investidores devem dar o benefício da dúvida ao capitão que iniciará em 2019 nova gestão. Nesta semana, pós eleição, o resultado deve favorecer a manutenção da Selic em 6,5%, e se aguarda também que o Banco Central Brasileiro se posicione a respeito em relação se fará ou não a rolagem de vencimentos de swaps que vencem em dezembro, por volta de USD 12 Bilhões. Diante de um ambiente externo não tão favorável é possível que o BCB opte por fazer rolagem parcial dos vencimentos, sendo mais cauteloso, afinal além da tensão comercial entre Estados Unidos e China, o movimento de readequação monetária dos principais BCs do planeta, liderados pelo Federal Reserve, batem à porta.

Por falar nisso, a semana reserva o Payroll nos Estados Unidos, bem no dia em que o mercado brasileiro estará fechado, devido ao feriado. Os investidores devem estar atentos ao aumento de salário, que por consequência pode acelerar a inflação do país, e dar mais subsídios ao FED em relação à sua política monetária, mesmo a contragosto de Donald Trump. Nesta manhã, importante indicador americano saiu, trata-se do PCE, garantindo que o consumo subiu pelo sétimo mês consecutivo em setembro, mas a renda registrou seu menor ganho em mais de um ano, sugerindo uma moderação nos gastos no futuro. Os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, aumentaram 0,4% no mês passado. Os dados de agosto foram revisados para mostrar que os gastos avançam 0,5% em vez do ganho de 0,3% registrado anteriormente. A renda pessoal subiu 0,2 por cento em setembro, o menor aumento desde junho de 2017, depois de ganhar 0,4 por cento em agosto. Os salários subiram 0,2 por cento depois de saltar 0,5 por cento em agosto.

O índice de preços de consumo pessoal (PCE) excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia subiu 0,2 por cento após ficar estável em agosto. Isso deixou o aumento ano a ano do chamado índice de preços do núcleo de PCE em 2,0% pelo quinto mês consecutivo. O Banco Central Brasileiro rolará vencimentos de swaps, ofertando 7.700 contratos entre 11h30 e 11h40 de hoje.

? ativos operando: ? ?? DÓLAR ⬇ ➖1% ? ?? EURO ⬇ ➖1,20% ? .

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