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Os caminhos da Justiça no Brasil

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Nova série do ‘Como Será?’ explica funcionamento do poder judiciário brasileiro através de iniciativas inspiradoras. O ‘Hoje é dia de… cachaça’ vai a Minas Gerais contar a história da tradicional bebida
Quais são as atribuições de órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público e o Superior Tribunal Federal? Você sabe a quem recorrer no dia-a-dia ao se deparar com um problema que envolva o poder judiciário? Com a nova série ‘Caminhos da Justiça’, o ‘Como Será?’ mostra como funciona a Justiça brasileira a partir de práticas inspiradoras, criativas e eficientes. Na estreia, o público conhece os bastidores da Operação Lava-Jato, cuja relação entre as instituições parece muito distante do nosso cotidiano, mas não é. Com mais de 30 fases e um emaranhado de conexões entre diferentes instâncias, a Lava-Jato é conhecida como a maior investigação realizada pela Justiça brasileira. A reportagem mostra que, apesar da proporção que tomou, ela nasceu de uma denúncia anônima, que pode ter sido feita por qualquer cidadão.
Em ‘América do Sul sobre rodas’, Max Fercondini e Amanda Richter conhecem o vulcão Villarica, em Pucón, no sul do Chile. Um dos mais ativos da América do Sul, ele teve sua última erupção em março de 2015, com lavas alcançando 3 km de altura. Na companhia do geobiólogo Wener Keller, Max escala o Villarica. O especialista explica o trabalho de pesquisa das atividades dos vulcões. Enquanto Max encara a escalada, Amanda conhece as Termas Geométricas, piscinas naturais onde as águas podem alcançar temperaturas entre 35ºC e 45ºC. Esse espaço foi planejado pelo arquiteto Germán del Sol, que decidiu mesclar as construções das termas de madeira com materiais naturais, junto ao rio Aihué, onde correm as águas de duas cachoeiras.
Em 2015, a Universidade de Yale realizou um censo que contabilizou 3 trilhões de árvores no planeta. Parece muito? Mas não é. Quase metade deste número foi desmatado para virar móveis, pisos, papel e… carvão. Combustível fundamental na indústria do aço, sua produção não pode parar. De olho nisso, alguns produtores já começaram a investir em um tipo de carvão diferente, mais sustentável. Na segunda reportagem da série ‘Expedição Campo’, Renato Cunha mostra como duas cidades mineiras – Itamarandiba e Capelinha, no Vale do Jequitinhonha – desenvolveram grandes áreas de florestas destinadas à produção de energia e com pouco impacto ambiental.
Ainda em Minas Gerais, Alexandre Henderson desvenda curiosidades e aspectos históricos da cachaça no ‘Hoje é dia de…’. Na cidade de Salinas, ele visita o Museu da Cachaça e a Fazenda Tabúa, onde participa de uma degustação e aprende segredos da bebida mais brasileira que existe. Na mesma cidade, Alexandre apresenta o curso de formação de tecnólogo em cachaça do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais. Na fazenda Havana, uma das mais tradicionais do Brasil, acompanha as etapas de produção da cachaça artesanal, desde o corte da cana até o momento de engarrafar a bebida. Na companhia da chef e pesquisadora Bernadete Guimarães, Alexandre tem uma aula de harmonização da cachaça com os pratos típicos da região.

 

Sobre o ‘Como Será?’
‘Como Será?’, parceria do Jornalismo e da área de Responsabilidade Social da Globo com a Fundação Roberto Marinho, tem como objetivo compartilhar com o público experiências transformadoras, exemplos de cidadania e colaborar para a construção de um futuro melhor ao tratar de maneira integrada temas como educação, ecologia, mobilização social, trabalho e inovação. É um espaço para apresentar, conhecer e incluir pessoas e ideias, que conta com a interatividade como grande aliada.
Crédito: Globo/Divulgação
O programa vai ao ar no canal internacional da Globo no sábado, 10 de setembro, nas Américas; domingo, dia 11, no Japão e Austrália; e sábado, 17 de setembro, na Europa e África.

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