Esporte

Nota: Abel Ferreira explica o que deixa ele irado em campo

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O técnico,, que soma algumas expulsões e cartões amarelos, fala sobre o que deixa ele irritado nos jogos

Em entrevista para o podcast Buzz Talk, Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, polêmico por seus cartões amarelos e expulsões, revela o que deixa ele realmente bravo em campo.

“Eu não sou muito de criticar o jogador no jogo. Se há uma coisa que o treinador não interfere é na decisão, a decisão é do jogador. Se ele chuta ou não chuta, se ele trava ou não trava, a decisão é do piloto, é dele.  Ele que sabe se vai travar a passagem aos 50, aos 20, aos 10 ou até mais do limite. É isso o que eu digo aos jogadores, a decisão! Eu não critico a decisão do jogador, porque eu tenho certeza absoluta e, os torcedores também podem ter, de que não há ninguém que queira acertar mais que o próprio jogador, porque ele sabe que o acerto na sua decisão vai ser uma coisa benéfica para ele.  O que as vezes nós fazemos é tentarmos mostrar quais são as opções mais vantajosas, lá, na hora”.

Na conversa com Daniel Rodrigues, o técnico ainda diz:  “O que eu fico put*, não é quando o jogador falha um cruzamento, falha um lance, falha um gol. Não! É quando tem que dividir uma bola com tudo e tira o pé, quando tem que fazer um sprint para ajudar um colega e não vai. O esforço, a parte física do esforço, essa parte eu fico put*. A parte da decisão, da técnica, não”.

Ferreira afirma que o jogador sempre quer fazer bem: “Se chuta do meio do campo ou se está a 40 metros, se vai tentar fazer um chapéu, é porque ele viu ali uma oportunidade para fazer. A decisão do jogador, eu não critico, porque sei que lá dentro ele quer fazer o melhor para ele e para a sua equipe”.

Assista o corte: https://www.youtube.com/watch?v=GW4wEOXZQHs&t=2s  

Ou, veja a entrevista completa:

Sobre o podcast:

O Buzz Talk é apresentado por Daniel Rodrigues, que tem ampla experiência no mundo dos esportes, mais precisamente no gerenciamento de atletas do automobilismo. Devido ao seu trabalho, morou por muitos anos em Miami e Londres, conheceu mais de 40 países, diversas culturas e pessoas.

A ideia do canal é transmitir conhecimento com conversas sobre temas da atualidade, trazendo os mais diversos profissionais e especialistas do mercado para esse debate.

É livremente inspirado no podcast apresentado pelo comediante e apresentador de televisão americano Joe Rogan.

“O Rogan é uma inspiração para mim, porque os assuntos que ele aborda são exatamente o que eu gosto. Ele traz arqueólogos, astrofísicos, empreendedores, artistas, sempre explorando um lado mais oculto das pessoas, por exemplo, a pessoa pode ter ganho vários prêmios Nobel da Paz, mas ela pode ter sofrido de depressão em algum momento. Quero mostrar como ela reagiu para passar essa etapa da vida”, diz Rodrigues.

O nome Buzz, como ele explica, é o nome de tudo o que faz sentido em sua vida: uma homenagem ao astronauta e grande ativista da saúde mental, Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na lua, ao personagem Buzz Lightyear de Toy Story, seu personagem favorito e ao seu cão e melhor amigo, Buzz.

Buzz também significa “algo que cria estímulo ou animação, que consiste em despertar curiosidade de experimentar e o desejo de ter algo diferenciado”.

Veja a entrevista no link: https://www.youtube.com/watch?v=uORK1_ziPTs

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