Empresários e investidores – o que pode e o que não pode ser feito com o visto B-1
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Empresários e investidores – o que pode e o que não pode ser feito com o visto B-1

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Por Andrea Mattar Canona e Elora Andrade Ortego

Muitos investidores e empreendedores escolhem os Estados Unidos como o local para montar negócios e fazer investimentos. A economia estável e a facilidade de se estabelecer estruturas corporativas nos Estados Unidos sempre atraíram dinheiro estrangeiro e empresas que buscam ampliar horizontes. Em linhas gerais, não há impedimentos para estrangeiros ou empresas estrangeiras se estabelecerem nos Estados Unidos. Além disso, há um certo prestígio associado a ter uma empresa ou filial nos Estados Unidos.

Há muitos vistos que permitem ao estrangeiro vir estabelecer sua empresa e fazê-la crescer. O visto E-2, por exemplo, é uma opção excelente para pessoas que possuam certas cidadanias. O tradicional L-1 ainda é uma ótima opção para empresários abrindo nos Estados Unidos empresas afiliadas a empresas estrangeiras. Com o advento da tecnologia e a facilidade cada vez maior de serviços terceirizados, muitas empresas optam em abrir filiais ou investir nos Estados Unidos, sem que haja um executivo ou investidor sendo expatriado. Essas empresas utilizam mão de obra terceirizada e fazem toda a comunicação com fornecedores e clientes via internet, desde seu país de origem. Assim, a empresa tem uma vida própria sem que necessariamente haja o empresário aqui nos Estados Unidos. A pessoa jurídica da empresa pode existir nos Estados Unidos, independentemente da situação imigratória de seu dono. Por isso mesmo é importante ter o suporte de profissionais como contadores certificados (CPAs ou Certified Public Accountants), para que toda a parte tributária da empresa esteja em ordem.

Porém, há situações em que os empresários ou investidores precisam vir aos Estados Unidos resolver questões da empresa. E a pergunta é: até que ponto eles podem “trabalhar” na empresa sem o visto específico? A resposta é simples – eles não podem trabalhar na empresa com visto B1 ou ESTA. O visto B1 permite ao portador vir brevemente para os Estados Unidos para ir a reuniões, participar de conferências, negociar contratos, visitar clientes ou fornecedores, fazer investimentos. Porém, o executivo não deve ir além disso e começar a gerir a companhia ou mesmo atuar nas áreas operacionais da empresa. Para isso, precisaria de um visto específico. Há uma linha tênue entre o que é permitido e o que constitui violação do visto B-1. Assim, o investidor ou empresário deve sempre estar bem informado e zelar para não violar seu visto B-1, para que isso não traga problemas futuros. Importante ressaltar que o empresário não deve colocar filhos em escola (nem pública, nem particular) com visto B-1, pois este visto não permite residir nos Estados Unidos – permite apenas uma breve visita.

Não se deve confundir a facilidade de abrir empresas com a permissão para viver e trabalhar nos Estados Unidos sem o visto correto. Isso pode acarretar problemas sérios, como ser achado em violação das leis imigratórias e em consequência ter um visto ou green card negados. Com um planejamento adequado na área imigratória, o empreendedor pode não apenas usufruir dos lucros de sua empresa, mas também utilizá-la como um veículo para sua transferência para os Estados Unidos de forma correta e segura.

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