Foto: Julia Rodrigues
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Emicida se tornou defensor das minorias

Em suas canções, o rapper valoriza a luta dos menos favorecidos e clama por justiça social
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O artista que nasceu em São Paulo em agosto de 1985 com o nome de batismo de Leandro Roque de Oliveira se tornou conhecido pelo nome artístico Emicida, rapper, cantor, compositor e apresentador brasileiro, considerado uma das maiores revelações do hip hop do Brasil da década de 2000. Pois este artista multifacetado será a atração musical trazida pela Inffinito Arts Productions para fazer shows em New York e em Miami.

Vindo da periferia da capital paulista e de origem pobre, a primeira aparição do rapper na mídia foi o single “Triunfo”, acompanhado de um videoclipe com mais de oito milhões de visualizações no YouTube. Além de cantor, Emicida atuou como repórter nos programas Manos e Minas, da TV Cultura, no Sangue B da MTV Brasil e no programa Papo de Segunda da GNT e tem uma grife de roupas chamada LAB.

Sua carreira ultrapassou as fronteiras. No dia 15 de abril de 2011, o rapper Emicida participou do Festival de Coachella, na California, EUA, tornando-se o primeiro rapper brasileiro a se apresentar em um dos maiores festivais de música dos Estados Unidos. No mesmo ano, esteve no palco do Rock in Rio, na cidade do Rio de Janeiro, em duas oportunidades.

Seu primeiro livro infantil surgiu em 2018, intitulado “Amoras” onde, nas páginas da letra de sua canção, o livro traz um diálogo que o rapper teve com sua filha Estela sob uma amoreira. Dois anos depois, seu segundo livro infantil – “E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas” – foi lançado.

No ano seguinte, é lançado “AmarElo”, até o momento o maior projeto do rapper e que, segundo ele, é um experimento social. Gravado no Complexo do Alemão, o clipe inclui Pabllo Vitar e Majur e diversas personalidades moradoras de favelas e regiões suburbanas do Rio de Janeiro, que foram protagonistas do minidocumentário chamado “AmarElo – As histórias por trás do clipe”.

Emicida estreou seu documentário “AmarElo – É tudo pra ontem” no serviço de streaming Netflix, documentário que conta a história do negro e do samba e do rap no Brasil e como eles influenciaram e influenciam para chegarmos ao momento atual.

Ele consegue se fazer relevante, misturando cantores do pop, do funk, do rap, da bossa nova, com músicas de expressão, levando uma mensagem extremamente relevante e dando espaço para que o rap e outros artistas no geral consigam se inserir dentro do cenário musical.

O artista busca reunir elementos como superação de conflitos na comunidade, herança africana, paralelos entre elementos naturais e as condições sociais nas periferias; todas as temáticas buscam integrar as condições das “favelas” no vocabulário geral brasileiro.

Uma das mensagens principais da obra – já confirmada pelo próprio Emicida – é a importância de sujeitos históricos marginalizados e oprimidos ocuparem lugares que lhes foram e estão sendo negados há séculos. “Essa canção responde um pouco das minhas aflições e vem ecoando cada vez mais forte em meu corpo”, declarou o artista.

Este trabalho de Emicida será apresentado em New York e em Miami para que o público daqui tenha um pouco da ideia de seu talento.

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