Melissa Lameira, David Hudson, Anderson Berinja (primeiro a ganhar cinturão da SFT), Cleber Souza.(ganhou cinturão em duas categorias), Marcos Babuino (venceu cinturão no SFT 4) e Alic
Esporte

David Hudson – Presidente do SFT fala dos torneios de MMA brasileiros

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David nasceu na cidade de São Paulo e aos 11 anos se mudou com a família para Miami. Formou-se em Cinema e Fotografia pela Universidade de Miami e logo depois abriu uma produtora de vídeo, onde fez produções para o mercado americano e brasileiro nos EUA. Trabalhou um tempo com o pai, distribuindo e produzindo filmes do Brasil para toda a América Latina e outros países. Mas apesar da paixão por cinema e TV, David Hudson encontrou no SFT sua realização de vida. E ele conta um pouco dessa história nesta entrevista para a Acontece Magazine.

https://www.youtube.com/watch?v=7mHwOOP4984

David, qual o conceito do SFT?
O SFT – Standout Fighting Tournament é uma organização brasileira de MMA. O primeiro SFT aconteceu em 20 de setembro de 2015 e logo depois, o segundo. Mas ficou parado por alguns anos e, no dia 21 de julho de 2018, aconteceu o SFT 3. E foi aí que começou a minha participação, ainda a distância, porque estava em Miami. Fui ao Brasil uma semana antes do SFT 4, no dia 25 de julho, e assim assumi o cargo de presidente do SFT. A partir daí aconteceram o SFT 5 em setembro, o SFT 6, em outubro, SFT 7 foi em novembro e o SFT 8 em dezembro de 2018. No STF 9 que acontece agora em Janeiro de 2019 estarei celebrando meu aniversário e farei uma grande festa.

Como surgiu a ideia de criar o SFT?
A Swen Group, que é a empresa que criou o SFT, tem como business principal a distribuição de filmes de cinema. Foi uma ideia do fundador da Swen Group, meu pai, Murray Lipnik. Ele sempre teve a visão de enxergar as mudanças do mercado e sempre esteve um passo à frente das grandes mudanças.

Qual o principal objetivo do SFT e qual a importância dele para o esporte e para o atleta?
Nosso principal objetivo é nos tornarmos a maior organização de MMA na história do Brasil e sermos considerados uma das mais importantes do mundo. O Brasil foi muito influenciável para o esporte de MMA e pela criação da UFC, a maior organização de MMA do mundo. O esporte ficou em queda no Brasil e começou a perder o número de pessoas praticando o esporte. Pela falta de organização, e pelo fato de a UFC ter se tornado global, menos brasileiros estavam indo às lutas de UFC.

Qual a diferença entre SFT e o seu competidor?
Nós somos os únicos no Brasil com o torneio transmitido na televisão aberta, por meio da Band. Nossas lutas são a Card Amador, Preliminar e Profissional. A Amador e a Preliminar passam ao vivo pela internet no canal do YouTube SFT Brasil e SFT International. Já o card principal passa ao vivo para todo o Brasil na Band. E fora do Brasil no YouTube da SFT internacional.
A qualidade das lutas em pouco tempo tem melhorado muito. A qualidade do show, a qualidade da transmissão, não perde para ninguém, e há poucas organizações que fazem melhor. E isso vem de nossa experiência de 35 anos no ramo de cinema.

Você tem atletas que treinam nos EUA ou que moram aqui, participando de alguma luta?
Até agora nossos atletas moram no Brasil. Em novembro, o Anderson Berinjam foi o primeiro lutador a vencer o cinturão da SFT e fechou contrato na UFC. E o atleta Júnior Maranhão, que teve suas últimas duas lutas no SFT 4 e 5, com ótimas vitórias, assinou com a M1, na Rússia.

Pretende ter alguma luta pelo sul da FL?
A SFT sempre será uma organização brasileira. Fiquei muito impressionado de ver como o lutador da MMA brasileira é humilde. O sul da Flórida é um dos maiores centros de MMA nos EUA, com vários atletas do Brasil e do mundo. Miami tem as mais importantes academias de MMA e nosso plano para 2019 é ter dois eventos na cidade. Se não forem todas, quase todas as lutas terão um atleta que lutou no SFT e, se possível, alguns que venceram o cinturão.

Morando e trabalhando em Miami, como fica essa ponte aérea e a família?
Primeiro, é o mais importante dizer que tudo seria impossível sem o meu braço direito, esquerdo, meus olhos, a Deborah Amodio. A Deborah faz parte do time da Swen Group há muitos anos e, sem a ajuda dela, a SFT não existiria hoje. E também por eu ter sido sempre um “nerd” na tecnologia, participando de reuniões via Skype. Viajo todo mês para o Brasil para participar dos eventos.

Como atletas e patrocinadores podem obter mais informações e entrar em contato com você?
Os atletas pelo e-mail lutadores@sftmma.com e, os patrocinadores, pelo info@sftmma.com.

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