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É hoje, ao vivo! Fernando Fernandes comanda a final do ‘No Limite’

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Charles, Clécio, Ipojucan, Lucas e Victor, os finalistas da edição, se reencontram com os ex-participantes. Público participa da grande decisão

No começo da temporada, 24 participantes de diferentes regiões do país, com personalidades fortes e distintas, chegaram à Praia Brava com apenas a mochila nas costas e um único sonho: ser o grande campeão do ‘No Limite’. Depois de tantos desafios e perrengues, restam apenas cinco na competição – e agora é a hora do público decidir quem leva o desejado prêmio para casa. Charles, Clécio, Ipojucan, Lucas ou Victor: quem tem a sua torcida? Nesta quinta-feira, dia 7, acontece a final do ‘No Limite’ sob comando de Fernando Fernandes, ao vivo.   

Além do “top 5”, os participantes eliminados ao longo da temporada também estarão presentes. E os reencontros prometem! Em uma edição marcada por diversos conflitos e desafios, os ex-competidores voltam a falar sobre o jogo e, ao lado dos finalistas, relembram as provas e momentos mais marcantes que viveram no reality.  

Na entrevista a seguir, os cinco finalistas compartilham as suas expectativas para a grande final.  

Qual é a sensação de chegar até a final?   

Charles: Chegar até a final significa que meu jogo deu certo, posso dormir tranquilo. Me esforcei para manter relações sociais saudáveis até o fim, independente das definições do grupo. Me entreguei 100% nas provas e nas tarefas do acampamento.  

Clécio: Sensação de que a estratégia adotada foi acertada e exitosa. Que cada perrengue enfrentado, cada prova vencida, cada portal de eliminação encarado valeu muito apena.    

Ipojucan: Em tudo que fiz na vida, sempre dei o meu máximo, nunca existiu meio termo quando o assunto era alcançar meus objetivos. Chegar à final deste programa é mais uma confirmação de que, por mais difícil que sempre tenha sido, minha persistência me traz resultados. Não existiu um momento sequer, desde o início do processo, que meu foco não fosse o de, mais uma vez, realizar com excelência aquilo que me proponho. Então, não existe a possibilidade de não estar extremamente feliz, realizado e orgulhoso de toda minha trajetória. É, sem dúvidas, a realização de um sonho.  

Lucas: É uma loucura! Eu me sinto muito realizado de olhar para trás e ver tudo que eu consegui conquistar e superar nessa disputa. Por mais difícil que seja participar do ‘No Limite’, um pensamento que sempre me acompanha quando estou diante de um grande desafio é: “Tudo é possível para quem tenta”. Vivi o programa em todas as suas facetas: fiquei no pior acampamento, passei perrengue com meus companheiros, montei quebra-cabeça, caí do alto, dormi de conchinha, beijei na boca em rede nacional, que vitória! Fiz amigos, desfiz alianças, refiz, insisti, persisti, fui cancelado, resisti. Acima de tudo, me sinto radiante de estar nessa posição representando o meu estado Sergipe e a comunidade LGBTQIAP+.  

Victor: Chegar à final do ‘No Limite’ significa tudo que eu sempre sonhei e mais um pouco. No início do jogo, eu morria de medo de sair rápido e não viver tudo que queria. Mas dei o meu melhor, tanto nas provas quanto no estratégico, e assim consegui chegar até o fim. Sou um grande fã do formato, então, para mim, tudo o que eu experimentava ali, até os perrengues (risos), eu curtia e vivia intensamente. E me sinto muito feliz de estar em uma final em que a maioria dos participantes faz parte da comunidade LGBTQIAP+, isso é histórico. Acredito que a minha paixão pelo game me trouxe até aqui. Me sinto realizado!  

Quais principais desafios você precisou superar?   

Charles: Acredito que o principal desafio foi a adaptação a situações tão extremas como chuva, frio, racionamento de comida e chão molhado para dormir. Tínhamos pouquíssimos temperos, nem sempre nossos pratos eram agradáveis. A minha preocupação era que o desconforto do acampamento refletisse nas relações sociais. Felizmente, consegui manter a linha com os companheiros. 

Clécio: A privação de alimentos e as provas na água foram os desafios que mais me tiraram do eixo. A falta de comida, além de debilitar o corpo, abalou muito o meu mental. E as provas na água eram muito desgastantes por causa da correnteza forte.  

Ipojucan: Sou um cara bastante obstinado. O medo de fracassar e decepcionar as pessoas que estavam aqui fora torcendo e esperando por mim era um grande obstáculo. São muitos dias longe de casa, sem receber o apoio direto de nossa rede. Além disso, para uma pessoa de muitos laços, como eu, que necessita dessas trocas que fortalecem no dia a dia, seria realmente muito difícil estar “sozinho” nessa experiência tão intensa. Tive a sorte de criar grandes amizades ao longo do programa que foram de extrema importância para chegar onde cheguei.  

Lucas: Acho que foram dois. Eu tinha uma dieta vegetariana há oito anos, foi necessário me adaptar para poder seguir no jogo forte e bem nutrido diante da escassez de alimento. O segundo é que eu sou uma pessoa que está sempre pensando no coletivo. Essa é uma característica que ajuda muito no início do jogo, mas que pode ser uma armadilha na reta final. Passei a pensar mais com a razão e menos com o coração, tive que endurecer a casca.  

Victor: O programa em si já é um grande desafio. Para um menino da cidade grande, se ver sem comida, com desconhecidos, sem higiene básica e participando de provas desafiadoras, sem dúvidas é muito difícil. Eu tentei ao máximo deixar as minhas limitações de lado pra realmente viver a experiência de corpo e alma. Acredito que, diante de tantas situações adversas, o meu maior desafio foi interno. Ter que me provar o tempo todo, mesmo entregando o meu máximo, foi muito desgastante. Por muitas vezes, não sentia o meu valor sendo reconhecido e isso me despertava gatilhos de uma época sombria. Acredito que nós da comunidade LGBTQIAP+ temos que nos provar dez vezes mais quase sempre, e lá não foi diferente.  

 Qual foi a sua estratégia ao longo do jogo?   

Charles: Avaliando minha trajetória, acho que fui um competidor completo: joguei o jogo interno, social, no acampamento, e externo, entregando tudo e sendo fundamental para a tribo nas provas coletivas. Na fase individual, com uma aliança consolidada, somente precisei me concentrar para mostrar que minha força física é tão grande quanto minha aliança. Provei isso na fase da tribo Estrela sendo destaque entre os jogadores que mais conquistaram provas individuais.  

Clécio: A estratégia foi investir no jogo social. Essa, desde o início, foi a principal estratégia. As relações interpessoais me trouxeram até a final sem receber nenhum voto no portal. E secundariamente, não fiz muita questão de assumir posições de destaque nas provas. Não por insegurança ou achar que não poderia entregar a contento, mas por não ser visto como um jogador perigoso na fase individual e carregar um alvo nas costas no decorrer do jogo.    

Ipojucan: Minha única estratégia dentro do jogo foi ser eu mesmo. Sou uma pessoa transparente, dentro ou fora do jogo, não existe personagem. O Ipojucan que viveu os extremos durante o programa é mesmo Ipojucan que vai ser encontrado aqui fora. Eu acredito que, independentemente de como isso possa ser recebido e interpretado, me traz a paz de sempre ter sido coerente e fiel às minhas verdades.  

Lucas: Eu não tracei uma estratégia logo de cara. Eu mantinha uma relação muito boa com os membros da tribo e sempre me dediquei muito nas tarefas do acampamento. Fui uma peça coringa nas provas. Tudo isso me garantiu longevidade na competição. A minha estratégia emergiu em um segundo momento, quase que organicamente, a partir do meu instinto de sobrevivência. Envolveu minha entrega total nas provas e a consolidação de alianças fortes com pessoas que entendem minhas vivências e sabem de onde eu venho.  

Victor: A minha estratégia foi baseada na fórmula e essência do programa: um mix entre físico, estratégia e social. Inicialmente quis me mostrar valioso para a tribo e formei uma aliança e amizade com pessoas que realmente fazem parte da minha vivência fora do game – Charles, Ipojucan, Bruna e Dayanne. Após a saída da Day, nos vimos em uma minoria onde tivemos que nos infiltrar em possíveis “rachaduras” para continuarmos tendo sucesso. Dentro da aliança, por ser fã do programa, eu sempre trazia os insights e possíveis cenários de como a gente poderia se manter no jogo, e isso sem dúvidas foi um divisor de águas para que a gente saísse de uma minoria para uma maioria. Me apoiei nas minhas vivências, na minha jogabilidade fluida e no poder que uma amizade verdadeira tem. Isso me trouxe até aqui.  

Se surpreendeu com o jogo de alguém?   

Charles: Não. Esse é um jogo de estratégias. Acredito que os 24 participantes entraram com um jogo já formado. Alguns tiveram que se adaptar, outros mantiveram suas estratégias e, no final, vence o jogo mais completo.  

Clécio: Pedro foi um jogador de múltiplas alianças, o que não é necessariamente algo negativo, mas que pode levar os adversários a questionar valores como a lealdade. Para mim isso foi surpreendente, porque eu tinha uma visão diferente dele dentro do jogo.    

Ipojucan: Não era difícil entender o caminho que cada participante estava seguindo, convivíamos 24h por dia em um mesmo ambiente, não havia paredes nos dividindo, acompanhávamos os movimentos. Os passos tomados eram, de certa forma, previsíveis e esperados.  

Lucas: O Pires me surpreendeu bastante com o jogo multifacetado. Não imaginava que ele jogava com a gente e com o público de casa. Ainda assim sempre confiei e sempre confiarei nele. Ele nunca mentiu para me manipular e nós jogávamos juntos, #Pirucas forever. O jogo do Clécio foi muito perspicaz e planejado, voando abaixo do radar para não chamar atenção e entregando tudo nas provas individuais. Reconheço a inteligência e força do Clécio… impressionante.  

Victor: Sim, com certeza! Positivamente com todos que se jogaram nessa experiência maluca e transformadora. Tem que ter muita coragem pra viver tudo que vivemos. Tenho muita admiração por todos que tiveram essa coragem. Agora, negativamente, me surpreendi com pessoas que ultrapassaram a linha do jogo em benefício próprio, utilizando situações delicadas de terceiros para tentar criar uma narrativa inexistente. Fui com a cabeça de que faria “tudo” pra vencer, mas vi que o meu “tudo” é bem diferente. Ainda bem.  

Caso não fosse um dos finalistas, para quem daria o prêmio?   

Charles: Nesse caso, dentre meus aliados, daria o prêmio para o Victor. Jogamos juntos desde o primeiro dia e conseguimos manter essa aliança até o último dia do programa. Acho que isso é mais que suficiente para entregar o prêmio para ele.  

Clécio: Acredito que o Charles tem um perfil muito parecido com o meu. Uma pessoa muito íntegra, gentil e com habilidades incríveis. Caso, eu não fosse finalista, minha torcida seria dele com certeza.  

Ipojucan: Fernando Fernandes. A resposta pode parecer uma brincadeira, mas, sem dúvidas, Fernando foi o personagem que mais me surpreendeu. Foi uma honra viver essa experiência ao lado desse cara que é um exemplo de superação.  

Lucas: A Tiemi estava muito pronta para esse jogo. Eu acho que ela seria merecedora desse prêmio pela entrega, por suas habilidades, pela energia de coletividade e pela sua leveza. Ela é tão incrível em tantos aspectos diferentes!  

Victor: Acredito que todos que chegaram até a final são merecedores, cada um por sua história e trajetória dentro do jogo, mas se eu não tivesse chegado até aqui, com certeza daria o prêmio para o meu grande aliado e amigo: Charles. Nos conectamos desde o primeiro dia e foi assim até o fim. Ele é um ser iluminado, guerreiro e que se mostrou completo dentro do game. Ele serviu absolutamente tudo e mais um pouco.  

Como é receber o feedback nas redes sociais?    

Charles: Está sendo incrível. Receber carinho, torcida e apoio de pessoas que eu sequer vi na vida é mais que gratificante. As pessoas se reconhecem na minha trajetória, isso me faz pensar que fiz tudo certo até aqui.  

Clécio: Eu estou muito feliz com tantos feedbacks positivos que venho recebendo nas redes sociais. São pessoas que se identificam com a minha postura, que se enxergam como conterrâneo ou que reconhecem a minha garra, coragem e força. Para mim esse é o maior legado que o programa pode deixar.  

Ipojucan: No mínimo, curioso. Poder ter o privilégio de estar aqui fora interagindo com as reações do público é bem interessante, torna essa experiência ainda mais intensa. É uma extensão [da experiência]. O público que acompanha reality te vê com tanta frequência que cria uma certa relação de intimidade. É como sair de lá com uma nova legião de amigos.  

Lucas: Eu estou muito tocado pelo retorno que venho recebendo nas ruas e nas redes sociais. É muito doido ver como a minha trajetória inspira e me conecta a pessoas que eu nunca sequer pensei em conhecer. É um turbilhão de sensações sempre que sou abordado ou que recebo mensagens de afeto e apoio. Às vezes é difícil segurar o choro. Infelizmente tem o outro lado que nem sempre é agradável. Com essa parte eu ainda estou aprendendo a lidar.  

Victor: Eu amo ler cada comentário sobre o programa, até porque já fui telespectador. Entendo – ou não – cada amor e hate (risos). A dimensão que um programa desses tem hoje em dia é chocante. Tenho recebido muito carinho de pessoas do mundo todo, isso é muito gratificante e tenho certeza de que esse é só o começo.  

 Qual recado você deixa para a sua torcida?  

Charles: Muito obrigado por acreditar em mim, por estar ao meu lado, por escolher minha trajetória como merecedora do prêmio. Entrei no programa com o objetivo de mostrar quem eu sou e, com um jogo determinado, mas cordial, fazer a diferença. Eu sou exatamente o que vocês acompanharam: dedicado, guerreiro e muito otimista. O apoio de vocês me traz muito acolhimento e força para acompanhar o último episódio vibrando!  

Clécio: Queria agradecer a minha torcida por toda força que vem me dando durante todo o programa, pelas mensagens de carinho, pelos áudios e vídeos enviados. E dizer: acreditem na sua fortaleza interior.  

Ipojucan: Vocês puderam sentir toda minha intensidade e garra, por isso acreditaram em mim até o fim. Eu agradeço com todo meu calor por cada grito de incentivo, cada lágrima derramada comigo, por estarem sempre acompanhando e torcendo pela minha vitória! Vocês todos foram incansáveis, verdadeiros gigantes! Todo esse amor me aproxima e me faz sentir muito orgulho de todos vocês, #teamIpo!  

Lucas: Agradeço muito a todo carinho, trabalho e dedicação da minha torcida. Estou muito feliz de ser o primeiro sergipano a participar desse programa e chegar à final. Esse é o ‘No Limite’ da diversidade, e ele vem mostrando que a gente, LGBTQIAP+, pode ocupar todos os lugares. E sei que muitos da minha torcida se sentem representados por isso. Fui ao meu limite, e chegando nele fui além, e é por ir além e chegar até aqui que eu agradeço todo o amor que vocês me enviaram de todos os cantos do país. Muito obrigado.  

Victor: Agradeço do fundo do coração a cada pessoa que torce por mim. Entrei no programa para jogar, sem medo de viver cada face desse jogo, e ver o quanto vocês me apoiam me dá mais forças para continuar. Se tem uma mensagem que deixo para vocês, além do agradecimento, é: acreditem nos seus sonhos. Pode parecer bobeira, mas eu sonhei muito e hoje cheguei até aqui. Se eu consegui, vocês também vão conseguir. Acreditem!  

‘No Limite’ tem exibição às terças e quintas, após ‘Pantanal’, com apresentação de Fernando Fernandes, direção de gênero de variedades de Boninho, direção artística de LP Simonetti e direção geral de Angélica Campos. O reality é mais uma parceria da Globo com a Endemol Shine Brasil, com base no ‘Survivor’, um formato original de sucesso. Ana Clara apresenta o ‘A Eliminação’ aos domingos, após o ‘Fantástico’.           

Comunicação Globo            

Rio de Janeiro, 7 de julho de 2022            

Mais informações e fotos em http://imprensa.globo.com  

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