Cinema

Segunda temporada de ‘Cine Holliúdy’ traz paródias de filmes e novelas da década de 70

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“Uma sátira do Brasil e do brasileiro, onde rir de si mesmo é o melhor remédio, sempre”. É assim que a segunda temporada de ‘Cine Holliúdy’ é definida por um dos seus roteiristas, Márcio Wilson. A série, criada e escrita por Cláudio Paiva e Márcio Wilson, com direção artística de Patricia Pedrosa, é uma bela homenagem ao cinema, explorando acontecimentos, símbolos e referências da cultura nordestina, brasileira e do pop mundial da década de 70. Tudo isso usando como pano de fundo uma narrativa já conhecida dos fãs da série: a divertida disputa entre cinema e TV.

A brasilidade, com personagens carismáticos e que falam muito sobre o país, a sociedade, língua e raízes são outros destaques dessa comédia leve evidenciados por Patricia. “As pessoas se identificam. Em um momento como o que estamos vivendo, ainda com resquícios da pandemia, falar com alegria sobre assuntos leves, que façam as pessoas se desligarem um pouco dessas notícias de jornal tão difíceis, acaba sendo um remédio”, ressalta a diretora artística.

A história de Cine em sua segunda temporada

Em forma de paródia de grandes filmes como “Guerra nas Estrelas” e “Casa Blanca”, a série investe nos gêneros do cinema: romance, comédia, terror, policial, sobrenatural, aventura, musical, ficção científica, pornochanchada, entre outros. Ainda na primeira temporada, Francisgleydisson (Edmilson Filho) tinha o cinema como a única atração cultural de Pitombas, com muito orgulho. Mas ele não contava com a chegada da televisão, sua grande adversária. Por isso, decidiu fazer filmes em “cearensês”, com apoio da bela Marylin (Leticia Colin) e a despeito do prefeito Olegário (Matheus Narchtergaele).

Agora, o ano é 1974. Com a TV já estabelecida, Francisgleydisson está inquieto e temeroso – afinal, as novelas estão fazendo a cabeça da população e o cinema está cada vez mais vazio. Filmes, novelas, Copa do Mundo, festas regionais, discoteca, musicais e parque de diversões: tudo ao alcance do público. A cidade de Pitombas presencia o auge da cultura dos anos 70, mesmo passando a impressão de ter parado no tempo. Seus habitantes convivem com a acirrada competição entre o cinema e a TV, e se deleitam com as mensagens que atravessam as telas. No entanto, os homens reclamam do excesso da telinha na rotina da família e a colocam como vilã. Exigem seu fim.

Com o cinema em decadência, Francis ainda tenta sustentá-lo por meio de suas produções criativas. A notícia de que sua musa inspiradora Marylin, interpretada por Leticia Colin na primeira temporada, não voltará mais para Pitombas para poder seguir a carreira de atriz por este mundão o desanima também, pois sabe que não será fácil encontrar uma nova protagonista para seus filmes, quiçá um novo amor. Mas é com as flores em punho e perseverando, como sempre, que ele se depara com Francisca (Luisa Arraes) na rodoviária. A espera por sua amada não foi em vão. O destino age rápido. 

A jovem chega a Pitombas com o objetivo de encontrar seu pai desconhecido. A princípio seu jeito não atrai o cinemista, mas a história muda de figura no convívio dos dois. Empoderada, pé no chão e avessa aos romances e casamentos, ela chega para se tornar a nova protagonista dos seus filmes. Mas é claro que o caminho não será fácil. Ela precisa enfrentar a fúria de Formosa (Lorena Comparato), filha de Lindoso (Carri Costa) e Belinha (Solange Teixeira), que, apaixonada por Francis, faz de tudo para tirar a jovem do seu caminho. Munízio (Haroldo Guimarães), amigo fiel de Francis, investe em acalmar e conquistar o coração de Formosa com seu jeito doce e enrolado. Apesar de ser ignorado por ela, a esperança é mudar o rumo dessa história.

Para Socorro (Heloísa Périssé), prefeita de Pitombas, um novo tempo paira sobre a cidade. Novos conflitos surgem diante das mulheres, que estão cada vez mais em evidência. Olegário (Matheus Narchtergaele) não aceita muito bem ser coadjuvante da esposa. Ela, ao assumir a prefeitura, se recusou a fazer parte das falcatruas do marido, e por isso enfrenta seus deslizes e os protestos frequentes dos vereadores da cidade que, em sua maioria da oposição, causam um rebuliço na nova gestão. Eles ainda não sabem que, no fundo, há espaço para todo mundo. 

Com estreia prevista para 23 de agosto, a partir das 21h35 (horário de NY), no canal internacional da Globo,  ‘Cine Holliúdy’ é uma série criada e escrita por Marcio Wilson e Cláudio Paiva, baseada no longa-metragem homônimo escrito e dirigido por Halder Gomes. A obra é escrita com Adriana Falcão, Juca Filho,Chico Soares e César Amorim. A direção artística é de Patricia Pedrosa com direção de Halder Gomes e Ricardo Spencer. A produção é de Erika da Matta e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim. A série de 11 episódios, exibidos às terças, conta ainda com participações especiais de Luiza Tomé, Gero Camilo, Lucas Veloso, Nanda Costa, Eduardo Sterblitch, Stepan Nercessian, entre outros.

Atendimento de imprensa

Patricia Bernardon patriciabernardon@outlook.com

Mais informações e fotos em www.redeglobo.com/imprensa

Comunicação Globo

Miami, 8 de agosto de 2022

Mais informações www.redeglobo.com.br

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