Piquet Law Firm completa uma década de sucesso nos Estados Unidos
Gente Imigração

Piquet Law Firm completa uma década de sucesso nos Estados Unidos

Por: Marcelo Rio

Nos Estados Unidos, a competitividade é forte em todos os segmentos, ainda mais na área da advocacia que tem muitos profissionais lutando por espaço. Porém, sem medo de desafios, o advogado brasileiro Alexandre Piquet, conseguiu montar a Piquet Law Firm e com trabalho altamente capacitado e muita ética, e viu seu negócio completar uma década com números impressionantes.

Piquet era formado em Direito no Brasil, mas poder exercer a profissão aqui na América, teve que realizar um novo curso. Após se formar, trabalhou por nove anos em escritórios de advocacia de diferentes áreas e adquiriu uma vasta experiência.

Alexandre Piquet

Em 2008, com a crise e o dólar em baixa perante ao real, seu irmão Cristiano que trabalha com imobiliária, viu crescer o número de brasileiros querendo comprar imóveis na Flórida e necessitando de ajuda para a parte burocrática. Na época, Dr. Alexandre tinha sua agenda apertada, pois tinha três trabalhos. Entretanto, notou que a demanda era grande e poderia ser um bom negócio. “Comecei com um laptop, uma mesinha e um canitnho na sala do meu irmão. Comecei a ligar para clientes e organizar contratos”, conta Piquet.

O número de clientes foi crescendo e Piquet notou que era hora de montar seu próprio escritório, que além do setor imobiliário, focaria também nas áreas de imigração, tributária e empresarial.

Além de suas qualificações, o advogado brasileiro buscou formar uma equipe de profissionais com o máximo de expertise possível para atender bem aos clientes. “Na parte do direito imigratório, tenho hoje como sócio o Dr. Mark Morais que possui uma grande experiência, pois trabalhou durante dez anos na área federal de imigração, trabalhou também na fronteira do Texas, chegou a ser promotor de justiça do serviço de imigração americano. Creio que ele seja o único brasileiro com esse currículo e essa experiência, e que ajuda os clientes a entenderem sobre os diferentes tipos de visto, green card, naturalização etc.”

Segundo Piquet, nos demais segmentos em que seu escritório atua, os profissionais são altamente capacitados para ajudar. “Na parte imobiliária, ajudamos a comprar o imóvel, casa de férias, alugar um galpão, enfim qualquer investimento imobiliário, nós auxiliamos em todos os pontos. Por estarmos dentre as empresas que fazem mais escriturações, fazemos um volume de títulos significativos de clientes do Brasil e do mundo e também para locais, somos licenciados e funcionamos como agente caução e de fechamento para mais de 50 instituições aqui na Flórida como bancos, corretoras de seguro e de imóveis, etc”.

Piquet explica um pouco do que seu escritório realiza na parte de direito empresarial. “Realizamos a abertura e formação de empresas domésticas e corporações em qualquer um dos 50 estados, como as jurisdições offshore que são muito utilizadas e independente da jurisdição são maleáveis, 100% transparentes. Não aceitamos nada que seja para evasão ou elisão fiscal, somente para planejamento sucessório e tributário e que são aceitas nas declarações de impostos de renda”.

 Alexandre Piquet

Prêmios e números

Em uma década de existência, a Piquet Law Firm acumula dezenas de prêmios importantes, como o Real Estate Law na Flórida. Também impressionam os números; 21 mil clientes cadastrados de 35 nacionalidades, US$1.3 bilhão em transações imobiliárias assessoradas, 2.200 empresas implementadas e representadas, 14 premiações jurídicas nos EUA, 185 palestras e seminários realizados.

Crescimento mesmo durante a pandemia

Enquanto muitos negócios foram abalados pela pandemia, a Piquet Law Firm não só não precisou dispensar nenhum funcionário como ainda teve que contratar, isso porque, o número de clientes querendo tirar dúvidas cresceu e nesse momento, falou mais alto o lado humanitário de Piquet que em várias dessas consultas não cobrou nada das pessoas que estavam em dificuldades e com muitas perguntas sobre questões ligadas a vistos, hipotecas etc. “Essas pessoas estavam aflitas por uma série de razões e decidi não cobrar nada, pois sei que o Cara lá em cima olha e toma conta de nós, e acredito que o bem que você faz, acaba recebendo em dobro”.