Tanto a suplementação alimentar quanto a alimentação devem ser mantidas nos momentos corretos
Vida e Saúde

Há riscos em tomar suplementos alimentares?

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Por Dra. Cindy Shaffer
Em edição anterior falei que, muitas vezes, não há necessidade de se consumir suplementos e, contrariamente à crença popular, os suplementos naturais podem ser prejudiciais. Diante disso, devemos usar nosso esforço (e dinheiro) para consumir nutrientes e vitaminas por meio da dieta. Porém, deixei de levantar outras questões importantes sobre o assunto.

Muitos pacientes admitem estar aterrorizados com os efeitos colaterais descritos nos rótulos ou informados em propagandas de medicamentos e, assim, ficam resistentes em tomá-los. Mas, por outro lado, ficariam tranquilos em consumir uma “medicina natural”. O motivo dessas revelações “aterrorizantes” é a regulamentação e os estudos científicos rigorosos de segurança. A FDA é responsável por todos os medicamentos e empresas farmacêuticas, revisando os dados de eficácia e segurança antes e depois da aprovação ao mercado. Mas não para suplementos. Em 1994, o governo dos EUA aprovou a Lei de Saúde e Educação do Suplemento Dietético (DSHEA), que define “suplementos dietéticos” como vitaminas, minerais, ervas, aminoácidos e enzimas e os considera alimentos.

Os fabricantes não precisam provar que seu uso é seguro ou eficaz. Mas eles devem seguir algumas regras relativas à rotulagem e às alegações que podem ser feitas sobre os suplementos. Eles não podem dizer que “tratam”, “curam” certas condições, mas podem indicar que “auxiliam”, “ajudam” (support, address, help), por exemplo.

Além de certos nutrientes, eles não são obrigados a listar seus ingredientes, a menos que façam uma alegação relacionada a estes, significando que talvez não possamos saber o que estamos ingerindo. Além disso, especialmente em fórmulas, eles podem usar um termo chamado“proprietary blend” (mistura proprietária), no qual eles devem apenas listar os ingredientes, mas não sua quantidade. Mas lembre-se, sem regulamentação, muitas empresas podem apostar e omitir alguns ingredientes, se isso for conveniente. O FDA pode intervir se houver relatórios ou queixas, mas até lá muitas pessoas já podem ter sido prejudicadas. Existem casos de medicamentos reais encontrados em “produtos naturais”. Os piores infratores geralmente estão naqueles para emagrecer, estimulantes sexuais ou para massa muscular.

Agora, em relação às suas indicações e ao que lemos na internet, como podemos saber exatamente? Infelizmente, isso será discutido em uma próxima edição, porque a resposta é longa!

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