Vida e Saúde

Casa ecológica é tendência no combate às mudanças climáticas

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Transformar uma residência em uma casa sustentável é tarefa que pode ser iniciada aos poucos, e passa pela mudança nos hábitos de consumo

A sustentabilidade é o mote dos tempos atuais. Medidas cada vez mais urgentes têm sido tomadas para diminuir os impactos das mudanças climáticas. Estas, por sua vez, irrompem com cada vez mais força, e todos sentimos os efeitos negativos da crise instalada no globo. Para reverter ou ao menos mitigar essa adversidade, todos devem agir. Enquanto os modais energéticos não mudam radicalmente em escala global, existem pequenas ações que podem ser tomadas individualmente para colaborar com o assunto.

Um dos principais problemas da crise no globo é a questão da sustentabilidade na geração de energia. Como é sabido, a queima de combustíveis fósseis é um dos principais responsáveis pela poluição e suas consequências, como o efeito estufa. De acordo com o SEEG Brasil, o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa, o Brasil é o sexto maior país do mundo em emissões destes gases.

No entanto, outro dado vem de encontro com esse levantamento. O Brasil está entre os 5 países que mais possuem construções sustentáveis, de acordo com a Green Building Council Brasil (GBC Brasil). Este tipo de iniciativa parte de indivíduos que entendem que podem fazer mais pelo meio ambiente. O principal expoente dessa atividade são as casas sustentáveis.

Entre os principais indicativos do que é uma casa sustentável, está a utilização de placas de captação de energia solar residencial. A maior procura por esse modal energético tem relação com o barateamento do custo dos painéis fotovoltaicos, o que tem atraído mais pessoas a optarem por essa instalação. Em março de 2022, o Brasil somou 14 gigawatts de potência criada, a partir de células dispostas em telhados de pequenas propriedades e grandes usinas, superando pela primeira vez a energia elétrica gerada pela usina hidrelétrica de Itaipu, a maior da América Latina.

Seguindo a tendência energética, a implantação de iluminação de LED nas residências, assim como a automatização no acionamento de lâmpadas e demais eletrodomésticos, é mais uma das características de uma casa sustentável. A maior durabilidade e eficiência energética do LED, aliado ao consumo estritamente necessário da energia elétrica, além de economia, também garantem menos impacto ao meio ambiente.

Separar o lixo é também uma maneira de contribuir contra a poluição do nosso meio ambiente. Muitos bairros espalhados pelo Brasil já contam com coleta seletiva ou mesmo ecopontos, sendo capazes de reciclar o lixo produzido nas residências. A redução na geração de resíduos também é uma grande contribuição, e passa muito por uma reeducação dos hábitos de consumo.

Uma forma de reaproveitar o lixo orgânico é através da utilização das sobras em uma pequena horta ou composteira. Dessa forma, garante-se uma alimentação saudável, ao mesmo tempo que joga-se menos lixo fora. Aliado à composteira, pode-se montar um sistema de captação de água de chuva, que, através de calhas, poderá irrigar a horta ou até mesmo captar essa água e utilizá-la na lavagem de roupas, quintal ou mesmo no vaso sanitário.

Repensar os hábitos é necessário para garantirmos um futuro mais verde para todo o planeta. Isso passa por consumirmos mais conscientemente de empresas amigas da natureza, que levam a economia de energia como tarefa a ser posta em prática. A iniciativa de ter uma casa sustentável é sinal de que, por mais que as ações individuais possam parecer pequenas, uma vez somadas, de fato, farão diferença na qualidade de vida de todos.

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