Globo/ João Miguel Júnior
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‘The Voice+’ estreia com as audições às cegas

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O ‘The Voice+’, reality musical para talentos a partir de 60 anos que chega para completar a família ‘The Voice’, estreia neste domingo, dia 17, no canal internacional da Globo, em simulcast no Globoplay, logo após ‘Perto do Fogo’. O programa estreia com as emocionantes audições às cegas, etapa já conhecida pelo público, na qual os candidatos se apresentam e são avaliados pelos técnicos apenas pela voz.

A veterana Claudia Leitte afirma que vai seguir seu coração nas escolhas que fizer. “A voz que me tocar já tem grande chance de me fazer virar a cadeira. Além, lógico, da técnica e timbres vocais de cada candidato”, revela. Para a cantora, a emoção não está relacionada à fase especificamente, mas ao programa como um todo. “Estou sempre à flor da pele. Considero minha tarefa uma missão, algo que tem a ver com o universo. Estou sendo abençoada por estar mais uma vez com a família ‘The Voice’. Acho que esse programa vai ressignificar conceitos, sobre como a gente encara a vida. Os sonhos realmente não envelhecem.

Mumuzinho, por sua vez, que estreou na família ‘Voice’ em 2020, quando substituiu Claudia Leitte no ‘The Voice Kids’, se diz ansioso pela estreia. “Com certeza o nervosíssimo e a ansiedade estarão a mil. Na verdade, já estão! (risos). Vai ser uma experiência única e, sinceramente, minha estratégia será seguir o meu coração e aquela voz que arrepia, que dá vontade de escutar mais e mais”. Quando o assunto é um coração, Mumuzinho diz que o que se sente ali “é um conjunto de emoções”. “Estamos lidando com os sonhos de muita gente. Há quanto tempo essas pessoas lutaram para estarem ali… O que acontece é o momento de achar um timbre, uma emoção, uma interpretação… O caminho maior é encontrar a voz que nos toca”.

Daniel, que participou das três primeiras edições do ‘The Voice Brasil’, de 2012 a 2014, é categórico ao dizer que ficará nervoso diante das audições. “Mesmo eu estando mais tranquilo em alguns aspectos, quando se trata de um projeto igual a esse, só quem está sentado aqui nessas cadeiras e que passa por essa experiência sabe ao certo que não tem como não ficar nervoso”, diz. “Eu me preocupo demais porque o que eu quero é estar ali para somar de alguma forma”, complementa o cantor. Daniel diz ainda que não tem uma estratégia para montar seu time. “Vou com meu coração, com a minha alma, com o meu instinto, com o meu feeling e com os meus ouvidos. Com a minha alma preparada, totalmente entregue para receber de coração aquilo que eu acho que seja legal pra mim. Ter em meu time pessoas que acham que o Daniel tem alguma coisa pra somar com elas, e que eu possa acrescentar de alguma maneira mais aprendizados para eles”, finaliza.

Assim como o cantor, Ludmilla, recém-chegada à família Voice, também enxerga em seu papel de técnica a responsabilidade que vem com o cargo. “É muita ‘responsa’ lidar com o sonho de uma pessoa, principalmente quando esse sonho já foi seu. Ah! O que vai me encantar serão as vozes”, diz, animada. “Eu tinha o sonho de ser cantora e por onde passei eu queria que tivessem cuidado com meu sonho. Então, uma coisa que eu tenho muito cuidado é com o sonho das pessoas. Tenho que fazer o que meu coração manda e estou pronta pra isso”, finaliza.

Globo/ João Miguel Júnior

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