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Decisão inteligente

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Estou pensando em ter um animalzinho, mas tenho dúvida se compro ou adoto, e se será um cachorrinho ou um gato. Poderia me orientar?

(Pergunta e foto enviadas por Marcy de Faria, de North Miami ao e-mail draceciliamiami@gmail.com)

Marcy, meus parabéns pela decisão de adquirir um animalzinho – e ainda mais com maturidade em educar-se previamente a respeito. As pessoas leem, investigam e questionam muito mais sobre o próximo carro que vão comprar, o qual a maioria vai trocar em dois ou três anos, do que sobre um animalzinho que viverá e dependerá delas por, esperamos, mais de 15 anos.

Quanto a comprar ou adotar depende muito do que está buscando, se tem preferência por uma raça ou outra e quanto quer e pode investir na aquisição do seu novo companheiro.

Apesar da possibilidade de encontramos todas as raças nas sociedades protetoras, como a Humane Society, ou nos grupos de resgate e albergues, isso nem sempre acontece quando estamos prontos para receber em casa nosso novo membro da família.

O primeiro passo é definir a espécie adequada para seu lar: cão, gato, peixe, pássaro, papagaio, etc. Feito isso, vem o segundo passo: pesquise e escolha a raça (se possível) levando em consideração, mas não somente, tamanho, idade, energia, pelagem e susceptibilidade a doenças. Sugiro sempre levar suas duvidas a um veterinário, que vai orientá-la na escolha do seu companheiro e até indicar sites e outros recursos específicos para você. E aí, por último, avalie se quer adotar ou comprar. Recomendo que visite alguns abrigos. Quem sabe encontrará lá esse seu amigo ideal? Mas se não, pesquise as opções de criadores (responsáveis) da raça que busca.

O mais importante é que seu novo animalzinho se encaixe bem na sua rotina diária. Por exemplo, um gatinho que solta muito pelo para uma pessoa com alergias não é o ideal, um cãozinho com muita energia para alguém com dificuldades de locomoção ou mesmo um cachorro de grande porte ou agressivo para uma pessoa idosa também não. As palavras-chave são estilo de vida e compatibilidade. E claro, não se esqueça de incluir na sua decisão gastos com alimentação, banho, tosa, treinamento, hospedagem, veterinário e mais.

Agora, voltando à sua pergunta, ao adotar, você estará ajudando um serzinho carente, mas não terá muito histórico sobre ele. Já ao comprar de um criador (insisto, responsável e de reputação), você, normalmente, conhecerá seus antepassados e poderá prever um pouco mais sobre sua personalidade, tamanho que vai ficar, e outras características. Mas essa é uma decisão muito pessoal que, na verdade, só você poderá tomar de acordo com suas prioridades após a cuidadosa pesquisa feita acima.

Dica do mês: Tente visualizar a sua vida nos próximos anos e escolha um animalzinho para lhe acompanhar durante essa jornada. Ter um animal de estimação inclui responsabilidade sobre sua vida e saúde. Tenha certeza que a recompensa em ter um animalzinho de estimação são satisfação e alegria imensuráveis.

Marcy de Faria procurou se informar bem antes de adquirir seu pet

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