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“Velho Chico” traz Santoro de volta às novelas

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A nova novela da Rede Globo “Velho Chico”, transmitida nos EUA pela Globo Internacional e que estreou em março, já está sendo bem comentada nas redes sociais. Uma das maiores novidades da trama é a volta do ator brasileiro de carreira internacional Rodrigo Santoro às novelas, na pele do personagem Afrânio. A trama é uma grande história de amor, uma saga familiar que atravessa gerações e que narra o amor pelo rio São Francisco, pelo Brasil, pela natureza e que vai se revelar na grandeza do sentimento entre Maria Tereza (vivida por Isabella Aguiar/Julia Dallavia/Camila Pitanga) e Santo (Rogerinho Costa/Renato Góes/Domingos Montagner). Do outro lado das margens desses amores habita a ganância, a ambição, o coronelismo arcaico e a paixão pelo poder a qualquer custo.

 

A saga tem início no final dos anos 60, na fictícia Grotas de São Francisco, e se estende até os dias de hoje. A briga familiar, que começou pelas águas e avançou pela terra, perde o sentido para a nova geração, mas nem por isso a rivalidade deixa de existir e de impedir que antigos amores interditados pela família se reencontrem.
Uma novela de Benedito Ruy Barbosa, escrita por Edmara Barbosa e Bruno Luperi, com direção artística de Luiz Fernando Carvalho. Veja o depoimento dos atores Rodrigo Santoro e Marina Nery sobre “Velho Chico”:

Rodrigo, você poderia falar um pouco sobre a trama e o seu personagem?
“Velho Chico” é uma novela que fala sobre o Brasil e sobre a cultura brasileira. É um reencontro com a história do nosso país e com as nossas raízes. É uma declaração de amor – não só ao Rio São Francisco -, mas a todos os rios, à natureza e ao nosso país. A trama tem uma história de amor proibido fortíssima. Eu vivo Afrânio, um jovem que mora na capital, que é muito rico, recém-formado, e que de repente é chamado para assumir o legado do pai. Por isso, tem que abandonar os seus sonhos e a sua vida, para cuidar dos negócios da família. Assim, Afrânio vai viver uma montanha russa de emoções muito fortes que já são percebidas nos primeiros capítulos.

 

O que os assinantes do canal internacional podem esperar da nova novela?
Sou suspeito para falar mas aconselho vocês a acompanhar essa novela, de verdade. Está linda! E se vocês se emocionarem um décimo do que eu me emocionei durante as gravações, já vou ficar feliz. Assim, todos os que se interessam por arte e toda a dramaturgia em língua portuguesa estão convidados a se emocionar com “Velho Chico”. É uma novela linda, que faz uma grande declaração de amor ao Brasil. Nós gravamos no Nordeste, um berço cultural e histórico desse país. Aqueles que têm interesse no tema poderão ver uma diversidade muito grande, com representações da nossa cultura na música, na dança e na dramaturgia.

 

Marina, quem é a Leonor e como será a sua história em “Velho Chico”?
Marina Nery: A Leonor é aquela menina instintiva e selvagem, mas que ao mesmo tempo tem um coração enorme que abriga todo mundo. Ela é muito passional e vai sempre agir mais pela emoção do que pela razão. Eu acho que o seu papel em “Velho Chico” é muito importante porque a Leonor chega em um momento de decisão para o Afrânio, e o abriga em o seu coração imenso.

 

Como você trabalhou a construção da personagem?
Tivemos alguns workshops de prosódia e de trabalho de corpo e expressão para desenvolver nossos personagens. Mas, no caso da Leonor, o que realmente deu vida a ela foi colocá-la em seu lugar de origem, que é o sertão. Foi importante descobrir a sua maneira de colocar os pés no chão, de entrar na água e brincar com as cabras, me ajudou a construir a personalidade dela.

Foto: Globo/Caiua Franco

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