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Último dia de audições às cegas no The Voice +

São muitas emoções, diria o nosso grande rei Roberto Carlos. As audições às cegas do ‘The Voice+’ terminam neste domingo, quando cada um dos quatro técnicos – Daniel, Ludmilla, Claudia Leitte e Mumuzinho – encerra o programa com 12 vozes em seu time, somando 48 candidatos na competição. Desde a estreia, foram escolhidos no palco do reality cantores amadores e profissionais, com curtas e longas trajetórias na música. Todos levando consigo a mesma paixão no peito, muitas histórias e um talento sem igual.

“As vozes carregam uma história. A música em si já é muito emocionante, e depois ouvir as histórias de quem canta traz um significado ainda maior a toda a emoção do momento. Amplifica tudo, é grandioso e é complementar”, diz Claudia Leitte sobre as emoções que as audições às cegas lhe trazem. Sobre a escolha do seu time, a técnica diz que se prende aos detalhes. “Timbre, afinação e como a característica de cada voz pode levar cada candidato para a final. Esse é um ponto comum das minhas escolhas. Mas de forma geral pesa muito também como cada voz me toca e me emociona. Não é só sobre técnica, extensão vocal, mas como cada voz mexe com nosso sentimento”, finaliza.

Mumuzinho não consegue separar a emoção que sente entre as experiências relatadas pelos candidatos e suas apresentações. “O que nos toca é o conjunto. As vozes emocionam e as histórias conquistam o nosso coração e nos fazem ter ainda mais admiração pelos candidatos”, reflete o cantor. Sobre a formação do seu time, Mumuzinho simplifica suas escolhas. “O candidato precisa fazer meu coração bater mais forte, sentir aquele frio na barriga que a música tem o poder de fazer”.

Daniel, que participou das primeiras edições do ‘The Voice Brasil’, diz não existir estratégia que dê conta de tudo o que acontece nas audições às cegas. “É tudo muito imprevisível. Nós escolhemos, mas também temos que ser escolhidos. O que eu busco é ir ao encontro daquilo que eu acho que é legal, as vozes que me encantam em primeiro lugar. Virar a cadeira e tentar conquistar aquela pessoa para estar na minha equipe. No decorrer da competição, tudo pode acontecer. Eu já dizia isso no ‘The Voice Brasil’ e é real. O projeto é uma coisa de momento, depende do momento de cada um. A música é isso, não é uma coisa automática. Então, que seja formada uma equipe maravilhosa, que seja uma equipe que consiga trazer emoção acima de tudo, que consiga se satisfazer, se realizar, mostrar a sua história, o seu potencial e fazer desse projeto um projeto incrível como está sendo até aqui”, avalia.

Ludmilla concorda com Daniel e acredita que é melhor seguir sem estratégia. “Sempre viro para as vozes que acho maravilhosas, que me instigam. Pode até ser que elas tenham algo em comum, mas não é premeditado”, diz, e também reforça como tem se emocionado com o reality. “As vozes e as histórias são demais. Primeiro eu ouço e me arrepio com eles cantando, mas depois vêm aquelas histórias de vida lindas, de muita luta, garra, persistência. Como é lindo ser 60+. Tenho muito respeito por cada trajetória”.

Foto: Claudia Leitte

Crédito: Globo/ João Miguel Júnior

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