Category: Pets

  • Cuidados com os pets em eventos públicos

    Cuidados com os pets em eventos públicos

    Após a domesticação dos animais, os pets se tornaram, aos poucos, parte das famílias. Ao longo dessa evolução, cães e gatos deixaram de ser considerados apenas como animais para se tornarem membros importantes da família de seus tutores, ocupando um espaço muito importante. Nas novas configurações familiares, os pets são tão importantes quanto os humanos.

    Os animais de estimação são considerados grandes companheiros e, em alguns casos, costumam acompanhar seus tutores por todos os lugares, sendo cada vez mais comum vermos os pets passeando em eventos junto com toda a família. Os tutores têm interesse em partilhar desses momentos especiais com seus peludos.

    Nesses passeios, a questão de segurança é algo que precisa ser muito bem planejada. Os pets precisam de todo cuidado para se sentirem bem e terem um passeio prazeroso e agradável. É necessário ficar atento e considerar vários fatores, como o ambiente, a movimentação de pessoas no local e, principalmente, a presença de outros pets.

    Os gatos, por exemplo, são menos adeptos aos ambientes com muitas pessoas. Essas situações podem deixá-los estressados e assustados, ocasionando um momento desagradável para eles. Dessa forma, quando for levar um gato para passear, mantenha-o sempre dentro de uma caixa de transporte distante dos cães. Na maioria das vezes, os gatos preferem um passeio por perto de casa, podendo sair sozinhos ou acompanhados do seu tutor quando acostumados.

    Já os cães são mais suscetíveis aos passeios, a maioria deles adorando aproveitar a saída de seu tutor para acompanhá-los e dar uma voltinha. Porém, mesmo que gostem de passear, devemos tomar muito cuidado com eles. A movimentação, junto com barulhos diferentes, pode gerar um estado de alerta no animal e, como consequência, um alto nível de estresse, que faz mal tanto para os pets quanto para os humanos.

    Foto: Pexels/Vladimir Konoplev

    Mesmo o animal mais dócil pode causar problemas quando estressado e transparecer comportamentos agressivos contra pessoas ou outros animais, o que pode ser extremamente perigoso.

    É preciso providenciar água e comida, e manter os pets em um lugar limpo e adequado ao seu porte e necessidades, além de cuidar para que suas carteiras de vacinação estejam sempre em dia. Esses são os cuidados básicos que devemos ter com os animais de estimação.

    Confira abaixo algumas recomendações e dicas para levar o seu pet a um encontro de animais de forma mais segura:

    • Os pets devem estar saudáveis;
    • Serem pets sociáveis com outros cães, outros gatos e crianças;
    • Uso de focinheira obrigatório durante todo o evento para cães de grande porte ou temperamentais;
    • Indispensável o uso de coleira e guia durante todo o evento, não devendo deixar o pet solto;
    • Recomendado que os pets estejam com as vacinas e vermífugos em dia;
    • Ideal que o pet tenha mais de 6 meses;
    • Não passear com cadelas que estejam no cio;
    • Levar os gatos no colo ou em caixinhas de transporte;
    • Quando necessário alimentar o animal, levá-lo para um local reservado. Alguns animais podem mudar o comportamento quando estão comendo;
    • Utilização do cata-caca durante todo o passeio (recolher as fezes dos animais).

    Quando cuidamos dos pets com muito amor e carinho, o passeio se torna ainda mais prazeroso. Com esses momentos de diversão e lazer em família, a sensação de bem-estar e bom humor tornam-se presentes na vida de todos, contribuindo para uma melhor qualidade de vida. Aproveitem!

  • Atencão ao peso do seu pet

    Atencão ao peso do seu pet

    A doença nutricional mais comum em animais nos EUA é a obesidade. Sim, a obesidade é muito mais comum do que qualquer deficiência nutricional. Mas por que será que esse é um problema tão disseminado entre os nossos amigos hoje em dia?

    A causa mais comum de obesidade em pets é a alimentação inadequada e o sedentarismo. Se o seu animalzinho ingere mais calorias do que gasta, o excesso vai ser armazenado no seu corpo em forma de gordura. Excesso de peso em animais está ligado a artrite, diabetes, distúrbios cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

    Existem doenças metabólicas como o hipotiroidismo e a doença de Cushings, que podem contribuir com a obesidade, e o veterinário deve sempre eliminar estes diagnósticos antes de receitar uma dieta.

    Quando eu pergunto a um proprietário qual a quantidade de comida que o pet está recebendo diariamente, muitas vezes a resposta é incerta. “Ah, doutora, não sei exatamente, mais ou menos um tanto assim”. E faz o gesto com as mãos. O primeiro passo para ajudar o seu bichinho nessa jornada de perda de peso é saber quanto o ele come em 24 horas. Uma xícara de medida é o único instrumento necessário para ajudar o seu amigo a adquirir a forma ideal. Se você não sabe quanto o seu gordinho come, você não vai saber quanto tem que cortar.

    Evite deixar comida à vontade o dia inteiro. Algumas raças como o labrador retriever e o beagle gostam tanto de comida que parecem ter um estômago sem fundo! Alguns gatos também podem ser glutões de primeira categoria: O personagem Garfield, dos quadrinhos, foi inspirado no gato de estimação do autor das tirinhas, um tigrado laranja com apetite voraz.

    Além disso, comer em excesso pode ser perigoso pois pode causar doenças agudas como a dilatação gástrica, torção gástrica ou pancreatite, entre outras.

    “Os únicos responsáveis pela atual epidemia de obesidade dos pets somos nós mesmos”. Foto: AdobeStock

    As embalagens de ração para cães e gatos tem sempre uma tabela para orientar os donos sobre o quanto alimentar os animais de estimação. Mas cuidado: as recomendações são sempre exageradas pois quanto mais o seu animal comer mais comida voce tem que comprar. Dê entre 75% e 50% da quantidade recomendada pelo fabricante.

    Existem também rações comercias de baixo teor de gordura ou de baixa caloria que podem ajudar a baixar o peso do animal. Outras rações mais especificas são vendidas somente com receita veterinária. Se o seu amigo está de dieta com uma dessas comidas, preste atenção na quantidade recomendada pelo seu vet.

    Em geral, os cães adultos devem comer duas vezes ao dia. Se o seu cãozinho começou uma dieta, evite dar petiscos entre as refeições. Se quiser oferecer treats, dê algo de baixa caloria como aipo, cenoura, pepino, etc. Muitos cachorros gostam de alimentos assim crocantes.

    É mais difícil colocar nossos amigos de regime quando você tem uma casa multi-pet. Se um dos seus pets é glutão e o outro, magrinho, a única alternativa é alimentá-los separadamente, para evitar que o comilão roube os restos de comida do colega. Se isso não for possível, utilize a tecnologia moderna: existem alimentadores automáticos conectados via bluetooth a um chip que você pôe na coleira dos seus bichinhos, e a comida é liberada para cada um de acordo com a quantidade que você programa individualmente.

    O exercício físico é importante e ajuda o seu animalzinho a perder peso. No caso dos cães, os passeios devem ser feitos pelo menos duas vezes ao dia. Se o cachorrinho não está acostumado a caminhadas longas, comece com poucos minutos em cada passeio e aumente gradualmente até alcançar mais ou menos 30 minutos por passeio. Para os gatos, uma ou duas sessões de brincadeiras dentro de casa ajuda os preguiçosos felinos a se movimentar.

    Rechonchudo, fofinho, roliço, gostoso… Não importa quantos eufemismos usamos para amenizar o problema. Nossos pets dependem inteiramente de nós para adquirir as suas necessidades diárias de alimento. Portanto, os únicos responsáveis pela atual epidemia de obesidade dos pets somos nós mesmos.

  • Evite se perder do seu melhor amigo

    Evite se perder do seu melhor amigo

    Há uns dias atrás aconteceu uma coisa que me fez temer perder meu bichinho: uma senhora aparentemente muito honesta entrou no meu hospital veterinário e disse que encontrou um cachorrinho na rua e estava tentando localizar o dono. Como o meu staff sempre faz, a técnica veterinária eficientemente escaneou o cãozinho.

    Para nossa alegria, havia um microchip! A recepcionista do hospital fez o que ela foi treinada para fazer – colher todas as informações da senhora que encontrou o cachorro, pois assim garantimos que podemos colocar o dono legitimo em contato com a pessoa que encontra um animal de estimação perdido.

    Mas uma situação que normalmente se desenrola sem qualquer complicação dessa vez foi bem diferente. A boa samaritana foi embora com o cachorro e todas as informações que ela nos forneceu eram falsas. O telefone, endereço, email, nada existia! Porque então ela foi levar o bichinho para ser escaneado? Ficamos todos atordoados, tristes e desapontados com isso.

    De acordo com uma pesquisa independente, aproximadamente 3.5 milhões de pets que residem nos EUA tem microchip. Muitas vezes, infelizmente, os microchips não são registrados ou atualizados. Às vezes porque os donos não são adequadamente informados pela agência pela qual adotaram seu pet ou às vezes por descuido ou esquecimento por parte do dono.

    Mas, no caso em questão, a dona fez tudo que deveria fazer, o registro estava atualizado. O que faltou foi realmente a boa vontade e honestidade da pessoa que recolheu o cãozinho na rua.

    Um microchip não é o mesmo que um GPS (Global Positioning System). A tecnologia atual do microchip simplesmente guarda um número de identificação único, mas, infelizmente, ele ainda não fornece a tecnologia de localizar o animal em tempo real, como um GPS. O microchip atual também não tem a capacidade de arquivar informações médicas pertinentes ao seu portador. Todas as informações contidas no site onde o pet é registrado são somente as informações fornecidas pelo registrante (o dono legitimo).

    Se você chegou até aqui, deve estar pensando que colocar um microchip no seu pet é uma coisa desnecessária, pois depende de quem encontrou o seu amigo. Mas a verdade é que você tem muito mais chances de recuperar o seu bichinho perdido se ele tiver um microchip. Quando se trata de um animal que foge, eu sempre digo: “quanto mais, melhor!”. O microchip não garante o retorno do seu amigo, mas aumenta muito as chances de você revê-lo. Os pets perdidos que tem o microchip implantado quase sempre são devolvidos aos seus donos, e a razão mais comum de isso não ocorrer é o fato dos próprios donos não atualizarem as informações contidas no microchip. Portanto, lembre-se sempre de contactar a companhia provedora do microchip do seu pet para manter todas as informações correntes.

    Se o seu cão, gato, ou outro pet possui um microchip implantado e você não sabe o número, é so levá-lo ao veterinário ou a um abrigo de animais, pois eles sempre tem um escaneador de microchip e podem te fornecer o número com facilidade. Uma vez que você tenha esse número, você pode contatar a companhia para corrigir as suas nformações sempre que necessário. Não existe uma central de microchip para todos os diferentes tipos, mas felizmente os escareadores mostram qual o fabricante do microchip.

    Como podemos evitar que o seu amigo perdido não seja devolvido, mesmo tendo microchip com todas as informações atuais? Bem, como mencionei anteriormente, quanto mais, melhor. Coloque uma plaquinha na coleira dele com o seu número de telefone. É claro que isso também depende da boa vontade da pessoa que o encontrou, mas assim mesmo eu recomendo. Isso é mais um lembrete de que esse pet tem um lar com uma família que o adora e que está sofrendo com a sua ausência.

    Outro acessório com tecnologia útil que pode ajudar a recuperar o seu fujão é a coleira com GPS. Hoje em dia existem várias marcas disponíveis no mercado que oferecem essas coleiras. As melhores são as que tem baterias avançadas de longa durabilidade (duram mais de 2 semanas). Normalmente, o dono tem que fazer um contrato com um provedor de celular, mas vale a pena. Em média, o contrato anual varia entre $99 e $299 por ano. Você pode traquear o seu pet em tempo real no seu telefone celular, e isso não tem preço!

    Microchip, plaquinha ou GPS são sujeitos a falhas e nada realmente pode garantir o retorno do seu bichinho. Mas ao contrario do recente caso citado no inicio desse artigo, a maioria das pessoas que encontram e acolhem um animal perdido preferem devolvê-los. Portanto, faça o possível para que essa tarefa seja o mais fácil possível. Afinal, o seu bichinho é adorável, e a pessoa que o encontrou pode apaixonar-se por ele muito rapidamente!

  • Os passos para transportar um pet até os Estados Unidos

    Os passos para transportar um pet até os Estados Unidos

    De acordo com Daniel Toledo, advogado e especialista em Direito Internacional, o planejamento deve ocorrer de forma antecipada

    Com diversas regras a serem seguidas, levar um animal de estimação para outro país pode ser uma tarefa desafiadora. Ainda assim, esses regulamentos são importantes para garantir a segurança e o bem-estar do animal, bem como evitar a propagação de doenças no país que será o destino da viagem.

    É essencial entender as regulamentações e os requisitos específicos que devem ser atendidos em cada país garantindo, assim, uma transição suave e sem problemas para o viajante e seu animal de estimação.

    Para Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, o transporte de pets para os EUA é um processo que requer planejamento antecipado e atenção aos detalhes. “O primeiro passo é verificar os requisitos necessários, que incluem certificados de saúde, vacinas e, em alguns casos, quarentena. Durante a viagem, os animais devem ser mantidos em uma caixa de transporte segura e confortável, com água e comida suficientes para todo o trajeto. Ao chegar no destino, eles serão inspecionados pelas autoridades de imigração e podem ser submetidos a exames adicionais”, revela.

    O especialista alerta, ainda, para algumas raças que são proibidas em determinadas localidades ou até mesmo em alguns estados. “Alguns cães muito grandes, como pitbulls, não são permitidos em diversos locais do país norte-americano, sejam hotéis, casas ou condomínios. Eu, por exemplo, recorri a uma fazenda para deixar meus cachorros de grande porte. Portanto, esse ponto deve ser observado por aqueles donos que querem trazer seus animais para os EUA, não correndo o risco de serem surpreendidos na  chegada”, pontua.

    A microchipagem é o ponto inicial para o transporte de qualquer animal. “Esse é o primeiro passo para quem deseja embarcar para os Estados Unidos com seu cão, gato ou qualquer outro pet. E é importante ter em mente que não é qualquer microchip que será aceito em solo americano. Eles precisam estar enquadrados no ISO 11784 e ISO 11785, que são reconhecidos mundialmente. Em geral, o procedimento é efetuado por um veterinário, onde um pequeno chip identificador é inserido no dorso do animal, funcionando como um documento com todas as informações do pet e seu tutor”, relata Toledo.

    De acordo com o advogado, contar com a ajuda de uma empresa especializada nesse tipo de transporte pode ser o melhor caminho a ser seguido. “Isso porque, normalmente, essas companhias têm experiência e sabem quais problemas podem surgir. Além disso, é preciso se programar porque desde o implante do chip até o laudo final pode demorar. O veterinário está atento às vacinas necessárias e outras obrigações que devem obedecidas  que ocorrem antes, durante e após o transporte dos animais”, finaliza.

    Sobre Daniel Toledo

    Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 174 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido,  consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR e professor da PUC Minas Gerais do primeiro curso de pós graduação em Direito Internacional,  com foco em Imigração para os Estados Unidos

    Sobre o escritório

    O escritório Toledo e Advogados Associados é especializado em direito internacional, imigração, investimentos e negócios internacionais. Atua há quase 20 anos com foco na orientação de indivíduos e empresas em seus processos. Cada caso é analisado em detalhes, e elaborado de forma eficaz, através de um time de profissionais especializados. Para melhor atender aos clientes, a empresa disponibiliza unidades em São Paulo, Santos e Houston. A equipe é composta por advogados, parceiros internacionais, economistas e contadores no Brasil, Estados Unidos e Portugal que ajudam a alcançar o objetivo dos clientes atendidos. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br ou entre em contato por e-mail contato@toledoeassociados.com.br.

  • Amor de Pet é para sempre!

    Amor de Pet é para sempre!

    É tão lindo ver o seu jovem cãozinho ou gatinho correndo e saltitando, que é mesmo fácil de amar. De uma maneira geral, pode-se relacionar juventude com saúde e vitalidade. Mas em comparação com a longevidade humana, a vida dos nossos amigos de quatro patas é mesmo muito curta. Isso significa que nós temos a maravilhosa oportunidade de amá-los em todas as fases das suas vidas, desde a estágio “infantil” até a idade geriátrica.

    Cães e gatos vivem em media entre 12 e 15 anos, mas dependendo da raça, herança genética e do tipo de cuidados que os donos dão os seus animais, a expectativa de vida pode variar muito.

    Mas quando é que se começa a considerar um pet como senior? Isso depende muito de sua saúde e condição individual. De acordo com a sabedoria popular, cada ano de vida do cachorro corresponde a sete anos de vida humana. Isso é uma generalização imprecisa, pois existe muita variação entre as raças caninas, principalmente no que diz respeito ao tamanho do animal. Para cães de raças pequenas e pequenas-médias, talvez a regra dos sete anos possa ser aplicada, porém, em raças médias-grandes, grandes e gigantes, o envelhecimento ocorre muito mais rapidamente. Um cão de porte pequeno é considerado senior a partir dos sete anos de idade. Já os cães de raça grande ou gigante são considerados senior aos 5 anos!

    Fisicamente, os primeiros sinais normais da velhice dos cachorrinhos vem em forma de pelos grisalhos no focinho. Gatos também podem apresentar branqueamento dos pelos, mas isso é mais evidente nos cães. Outro sinal muito notado pelos donos é aquela coloração azulada ou leitosa na pupila (aquela parte preta no centro do olho).

    À medida que a idade avança, a tendência é que os pets percam uma percentagem de massa muscular e ganhem gordura. A atividade física diária requerida pelos seniors também diminui naturalmente e eles começam a passar mais tempo cochilando durante o dia. É muito importante que a alimentação de um pet senior seja adaptada a sua faixa etária, para evitar problemas como obesidade, aumento de colesterol, diabetes, entre muitos outros.

    Foto: Pexels/Anna Shvets

    Muitos donos começam a reparar que aquele cão de guarda que, ao menor ruído, dava o alarme, já não escuta muito bem. Alguns podem ficar completamente surdos na velhice.

    Algumas dessas mudanças podem ser consideradas normais e, infelizmente, inevitáveis. Mas existem certos sinais que não podem ser ignorados. Lembrem-se que os nossos bichinhos não falam e cabe a nós como guardiões saber definir quando o quadro requer atenção médica. Animais que apresentam dificuldade de se levantar ou locomover, ansiedade, irritação ou agressividade em geral tem algum problema que necessita ser identificado e tratado para garantir uma boa qualidade de vida. Existem vários problemas geriátricos nos pets que causam desconforto e dor, e informar o veterinário das mudanças comportamentais ajudam a identificar doenças e a encontrar o tratamento certo.

    Animais que começam a tomar muita água e/ou fazer xixi em excesso estão nos dizendo, no seu jeito bem peculiar, que alguma coisa está errada, isso pode ser um sinal de um problema grave como a diabetes, transtorno dos rins ou da tiroide, infecção urinária ou outros doenças.

    Os nossos pets idosos precisam de visitas mais frequentes ao veterinário. Muitas enfermidades geriátricas podem ser identificadas antes dos sintomas iniciais se manifestarem, evitando assim o sofrimento. A prevenção é importante em todas os estágios de vida, mas em se tratando de pets seniors devemos lembrar que o quadro clínico pode mudar em muito pouco tempo.

    Existem muitas maneiras de garantir a saúde do seus pets na terceira idade. Mesmo que eles não tenham a mesma disposição dos tempos de outrora, os nossos velhinhos precisam se mexer, para manter o coração e a circulação em bom estado e para fortalecer os músculos. Exercícios regulares, adaptados às suas limitações físicas são muito importantes, assim como uma nutrição apropriada, interações sociais e jogos que estimulam e ajudam a manter a mente ativa. E acima de tudo, muito amor e carinho.

    O envelhecimento é um processo natural para todas as espécies – ainda que duro! Assim como nós, cães e gatos passam por mudanças físicas e mentais na terceira idade. E é muito importante lembrar que a velhice não é doença, mas requer mudanças e adaptações para manter o seu amigo feliz e pronto para retribuir o amor incondicional que sempre recebeu da sua família.

  • Pets fazem bem à Saúde!

    Pets fazem bem à Saúde!

    Para os amantes do animais de estimação está na cara que tê-los ao nosso lado faz um bem danado! Poucas coisas na vida se comparam à alegria de chegar em casa e ter o seu companheirinho pronto para oferecer amor incondicional e nos fazer esquecer das dificuldades que encontramos na nossa vida diária.

    A união do ser humano com os bichos teve início durante as organizações das primeiras sociedades humanas, quando foram domesticados com o propósito de ser dominados e explorados: eram comida, animais de tração ou proteção. O homem convive com os animais, acredita-se, há mais de 10 mil anos. Essa convivência foi evoluindo à medida que os dois lados aprenderam que a proximidade trazia vantagens mútuas, como por exemplo, os lobos que foram utilizados como proteção logo se acostumaram com a abundância de comida e com o abrigo e o calorzinho ao redor das fogueiras. A amizade e a estima evoluíram, culminando na estreita relação de que desfrutamos hoje com os nossos animais.

    Cachorros, gatos, papagaios e tartarugas estão entre os animais que dividem a moradia e os hábitos conosco. Estes animais foram trazidos para dentro de nossas casas sem nenhuma intenção de utilidade, mas sim porque nós nos apaixonamos pelas suas características físicas e seus comportamentos divertidos. Refiro-me aos que carinhosamente denominamos “pets”.

    Atualmente os bichinhos de estimação são numerosos. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, mostram que 46.1% dos domicílios brasileiros tinham pelo menos um cachorro. De acordo uma pesquisa conduzida pela American Pet Products Association, aproximadamente 67% (85 milhões) de famílias americanas tem algum tipo de pet. Esses bichos vivem conosco dentro de nossas casas e participam de nossas vidas tão intimamente que nós os antropomorfizamos, ou seja, fazemos dos nossos pets um membro da família humana. Às vezes, até com um certo exagero, mas com as melhores intenções.

    É claro que os benefícios da relação gente-bicho começaram a chamar a atenção dos cientistas, e os estudos renderam frutos. E ainda existem inúmeros estudos em andamento, e cada vez mais encontramos mais razões para amar os animais.

    Alguns estudos são fáceis de entender: Ter animais de estimação estimula o exercício físico. Quando você tem um cãozinho, chova ou faça sol, o passeio é sagrado, simples assim!

    Foto: Lucas Pezeta/Pexels.

    Mas além dos benefícios óbvios, existem os mais sutis, aqueles que se passam dentro da gente e não aparecem do lado de fora. Segundo algumas pesquisas, parâmetros fisiológicos como pressão arterial são mais bem controlados em pessoas que convivem com animais de estimação.

    Existem estudos em andamento para descobrir como os animais influenciam positivamente o desenvolvimento psicológico de crianças, além de estudos sobre a relação de crianças que sofrem de autismo, deficit de atenção/hiperatividade e outros distúrbios comportamentais e de aprendizado.

    E, quem diria! Animais de estimação são também um forte motivo para ajudar o seu dono a parar de fumar. Como os humanos, os pets também são negativamente afetados pela fumaça de cigarros em casa. Quando um dono fumante se depara com a realidade de que o seu amado bichinho é um fumante passivo, ele muitas vezes prefere deixar de fumar.

    A influência dos bichos sobre seus donos não é somente física, mas também psicológica. No nosso mundo moderno, a solidão e a depressão são comuns. Ter um animal como companhia, além de preencher um vazio, também dá ao dono um senso de responsabilidade e de ser necessário.

    Na nossa atual sociedade, dominada pela tecnologia e pela auto-absorção, os pets ainda tem o poder de estimular interacões sociais – em pessoa! Ao passear com seus animais nas ruas ou nos parques, os donos cumprimentam e conversam com estranhos, ainda que superficialmente. É magico, não é mesmo?

    Os benefícios que o convívio com os animais nos proporciona são muitos, e é possível que até o momento tenhamos descoberto somente a ponta do icebergue. Mas uma coisa é certa e provada: os bichos nos fazem sorrir, aumentando a nossa serotonina, o hormônio da felicidade, e a nossa alegria de viver.

  • Pets debaixo da árvore de Natal

    Pets debaixo da árvore de Natal

    Dezembro se aproxima e, novamente, o clima festivo está no ar e tudo se transforma. Com a alegria do natal vêm árvores de luzes coloridas, culinária festiva, famílias reunindo-se e a tão esperada troca de presentes.

    E a história se repete ano após ano: muitas pessoas acham irresistível a opção de presentear um gatinho ou cachorrinho a algum ente querido. Crianças são quase sempre os recipientes mais entusiasmados desse tipo de presente, mas muitos adultos também sonham em receber um pet como surpresa de natal.

    Antes de dar um bichinho de presente, devemos considerar que a adição de um cão ou gato significa um compromisso de muitos anos, e que um ser vivo exige dedicação, treino, paciência, e ainda por cima, responsabilidade financeira.

    Em primeiro lugar, o seu presenteado ou presenteada tem que ser uma pessoa que você conhece muito bem: Existe algum impedimento de saúde, como por exemplo, alergia a pelos? Qual o estilo de vida desta pessoa? Se for uma pessoa que viaja com frequência, ter um pet em casa torna-se um problema e uma fonte de ansiedade adicional. Se a jornada de trabalho desta pessoa é muito longa, o pet vai se sentir solitário e negligenciado. Se a família presenteada tem a vida muito ocupada e frenética, será que há espaço para mais uma responsabilidade?

    Não se esqueça das despesas. Presentear um animal de estimação sem saber da situação financeira é arriscado. Uma doença inesperada do pet pode colocar a família em uma posição delicada.

    Idade também é um fator a ser considerado. Crianças muito pequenas não estão preparadas para manusear um filhote, pois eles tem a estrutura física delicada. Além disso, crianças muitas vezes prometem responsabilizar-se pelo bichinho, mas depois que a novidade passa, o trabalho extra passa para a mãe, pai ou outro adulto que possivelmente já tem a vida bastante atribulada.

    Em contraste, pessoas idosas podem não ter a habilidade necessária para cuidar de um animal muito ativo.

    Foto: Pexels Karolina Grabowska

    Se você ja pensou nisso tudo e concluiu que vai tomar a decisão certa presenteando um pet, escolha bem o tipo de animal que combina mais com o presenteado: cachorro ou gato? Existem, com certeza, outras espécies de pets à venda. Depois de decidir o tipo de animal, escolha a raça e leve em consideração o tamanho adulto do pet. Certifique-se de que a casa ou apartamento onde ele vai morar é adequado.

    O nível de atividade requerida pelo bichinho tem que estar de acordo com a aptidão do novo dono. Além disso, animais de pelo longo requerem manutenção em casa e visitas frequentes ao groomer, enquanto os de pelo curto são mais fáceis de se manter.

    O Natal é uma linda ocasião para celebrar e presentear. Um animal de estimação pode ser um presente muito bem vindo, mas considere os pros e os contras para assegurar-se de que você escolheu o presente – o e recipiente – certo, e, se este for o caso, você ainda pode se vangloriar de ter contribuído para a existência de uma relação feliz e duradoura.

  • Cabra abandonada à própria sorte é resgatada e salva com fisioterapia

    Cabra abandonada à própria sorte é resgatada e salva com fisioterapia

    Talita foi encontrada em Porto Alegre (RS) com graves lesões que a impediam de andar; depois de adotada foi tratada e vive um final feliz

    TALITA, A CABRA DA PET

    As histórias de abandono de animais são muitas. Os relatos e pedidos de ajuda permeiam a internet, a maioria delas envolvendo cães e gatos. Mas, o fato é que os maus tratos não se restringem a uma ou outra espécie, pelo contrário, são mais comuns do que imaginamos. Uma dessas histórias, por exemplo, é a da cabra Talita, abandonada na Ilha dos Marinheiros, na região do arquipélago, em Porto Alegre (RS), com lesões tão graves que a impediam de andar.

    O resgate 

    Em dezembro de 2020, um morador do local pediu ajuda a uma ONG para efetuar o resgate da cabra, mas como a organização era voltada apenas para cães e gatos, não teve condições de atender o chamado. No entanto, na intenção de minimizar o sofrimento do animal, ofereceu um médico veterinário para realizar a eutanásia, uma vez que o estado era bastante crítico. Mas, o que rumava para um triste final de vida, teve sua primeira reviravolta: um grupo de voluntários conseguiu removê-la do local e a internou em um pet shop. Foi lá onde ela recebeu os primeiros cuidados e suplementos, mas ainda sem conseguir reagir ou mesmo se levantar.

    O primeiro encontro

    Mesmo internada, Talita não apresentava melhoras. A situação inusitada, no entanto, chegou aos ouvidos da advogada Denise Schiaffino Bronichaki, que quis logo conhecer a cabra. “Pedi para vê-la e percebi seu olhar distante, sua aparência abatida, muito magra. Mas, na mesma época, 30 gatos precisaram ser encaminhados para o mesmo pet shop e eu sabia que ela demandava uma atenção maior. Foi nesse momento que sugeri ao proprietário do local que a deixasse passar um fim de semana comigo para ver não só se ela reagiria, mas também para que ele pudesse se dedicar aos felinos”, conta Denise.

    A verdade é que Denise agiu no impulso e confessa que não sabia bem como cuidar de Talita, mas seguiu seu coração e a levou para casa mesmo assim. “Desta forma, no último sábado de janeiro de 2021, a cabra veio para minha casa, de maca. Ela tinha escaras profundas por conta do tempo imóvel deitada, sem nenhum tônus muscular e com pouquíssima disposição para se alimentar”, se emociona a tutora.

    Uma longa trajetória

    Apesar de não saber muito bem como lidar com as demandas do animal, Denise foi pesquisar sobre a espécie, entender do que se alimentavam, passou a testar vegetais e descobriu algo interessante: Talita ama comer maçãs e cenouras. “Não foi fácil, eu precisava mudar a posição dela a cada duas ou três horas, trocava os curativos duas vezes por dia, higienizava o local onde ela ficava diversas vezes ao dia para que urina e fezes não infectassem as feridas…”, descreve.

    Uma das primeiras visitas que Talita recebeu na casa nova foi de um casal de fisioterapeutas, amigos de Denise, que notaram que não havia sinais de dano medular e, por isso, as chances da cabra voltar a andar eram promissoras. “Comecei uma busca intensa por veterinários, mas todos me diziam não atender caprinos. Foram diversas tentativas e um longo processo”. 

    Denise se dedicou a estudar, pesquisar formas de manter a cabra em pé, mas não conseguia fazer com que ela ficasse em tal posição ou exercitar sua coordenação motora. “Cheguei a fazer algumas tentativas com cordas e espumas, seus períodos em pé começaram a aumentar, mas não bastava, precisava fazer algum exercício”, conta.

    Enquanto fazia tentativas e buscava a melhor maneira de ajudar Talita, a nova tutora lembrou de uma ocasião em que salvou uma pomba de um de seus gatos, mas que tinha ficado com problemas neurológicos. “Nessa ocasião, conheci a Dra. Vanessa Kopp e pensei que se ela havia cuidado da pombinha, cuidaria da cabritinha. Não a encontrei nas redes sociais, mas nas buscas conheci a Mundo à Parte”.

    O começo da recuperação

    Em fevereiro de 2021, Denise colocou Talita no carro e seguiu por 13km com o animal dentro do carro, berrando e gerando curiosidade por quem passava perto do veículo. “Quando chegamos na Mundo à Parte, fomos recepcionados por um grupo de veterinários empolgados com a nova paciente e quando entrei na clínica tive uma grata surpresa: a veterinária era a mesma Dra. Vanessa que havia me ajudado tempos atrás”. 

    Após fazer alguns testes, a veterinária indicou fisioterapia combinada com outros tratamentos. A recuperação estava cada vez mais próxima, mas ainda havia a questão de como custear todo o processo. Denise, advogada autônoma, em meio à  pandemia, não sabia bem como conseguiria arcar com as despesas. “Passados dois dias desse primeiro encontro com a Dra. Vanessa, ela me ligou com uma notícia mais que positiva, os proprietários da clínica ficaram sensibilizados com a história e conseguimos um pacote de 14 sessões para que a Talita pudesse ficar bem”. 

    Tratamentos combinados

    Segundo a Dra. Vanesa, as sessões de fisioterapia pelas quais Talita passou combinavam técnicas de acupuntura, laser, magnetoterapia, esteira aquática e diversos exercícios. “Com as sessões e o cuidado que recebia em casa, depois de seis meses, a Talita começou a dar seus primeiros passos e, hoje, só nos dá alegria”, comenta.

    Um “quase final” feliz

    Depois de tanto sofrimento e abandono, Talita agora tem um lar junto à Denise e seus outros bichinhos de estimação. Ela caminha com dificuldade e consegue se deitar sozinha, mas ainda requer ajuda para levantar. “Na cama dela, além do tatame, travesseiro e cobertores, também ficam tapetes higiênicos durante à noite. Ela sente bastante frio e, por isso, no inverno ganha roupinhas. Ela já não é bicho do campo faz tempo. Ela é um pet”. 

    A história da Talita ainda não se encerrou, ela precisa continuar o tratamento, já que ela também desenvolveu alguns problemas nos cascos por conta do piso em cerâmica. “Ela precisa de um local com piso natural. Penso que um dia ela poderá ser adotada por alguém que a cuide e ame muito, mas em um local menos urbano. Para isso, ela precisa ser independente para deitar e levantar quando quiser”, diz a tutora.

    Pensar numa possível despedida não é fácil, mas Denise acredita que apesar de todo o amor que as uniu, é melhor que a cabritinha viva em um local maior, com mais verde. “Ela merece morar num sítio ou algo semelhante. Eu guardarei minha dor de separação, mas sei que será para o bem dela e vou comemorar que ela terá marcado o ponto final no placar da vitória”, finaliza emocionada.

  • Cães podem comer frutas? Veja quais são indicadas para os pets

    Cães podem comer frutas? Veja quais são indicadas para os pets

    Com orientação adequada, inclua alimentação saudável para os animais de estimação

    Ter animais de estimação é muito gratificante para toda a família, porém exige certos cuidados, como os cachorros que necessitam de atenção e respeito aos seus hábitos, consultas periódicas no veterinário, vacinação e alimentação adequada.

    Aliás, a questão alimentar dos pets é um assunto em discussão pelos tutores, inclusive nas redes sociais, que sugerem alimentação natural, porém esta deve ser balanceada e orientada por nutricionistas especializados em bichos de estimação.

    Aqueles que são donos de cães sabem bem como esses amigos ficam felizes quando ganham um alimento vegetal, como cenoura, abobrinha, maçã, banana, entre outras frutas e legumes, seja para mimar, reforçar um comportamento positivo ou para complementar a alimentação.

    As frutas possuem um sabor adocicado e suculento, são excelentes fontes de fibras, vitaminas e minerais, ideais para as pessoas e para os animais, porém para cada espécie é importante conhecer as indicadas; para tanto, vamos relacionar quais frutas os cachorros podem comer.

    1- Abacaxi: fonte de vitamina A, vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e potássio. É uma fruta adocicada, mas um tanto ácida, e deve ser oferecida com cuidado, para não causar problemas no sistema gastrointestinal do cachorro.

    2- Banana: pode ser servida sem casca e em pequenos pedaços, é saborosa e adocicada, portanto a banana-prata é indicada para evitar o ganho de peso. Pode ser incluída no preparo de biscoitos caseiros, principalmente se misturada com aveia.

    3- Laranja: é uma fonte de fibra e pode ser oferecida ao cão com moderação, em razão da acidez, para não prejudicar o sistema gastrointestinal. O indicado é retirar a casca, os caroços e a pele branca que envolve os gomos.

    4- Maçã: muito apreciada pelos amiguinhos, ideal para os mais idosos, deve ser oferecida sem as sementes, visto serem tóxicas para os cães; esta fruta possui baixo teor de gorduras e proteínas.

    5- Mamão: os cãezinhos adoram principalmente como picolés; fruta rica em vitamina A, fibra, cálcio e potássio. Porém, em razão da papaína, tem efeito laxante, tanto que o consumo excessivo pode causar diarreias e distúrbios intestinais, portanto o consumo deve ser controlado.

    6- Pera: rica em fibras, oxidantes, vitaminas A, C e K e cobre, possui baixas calorias; deve ser oferecida sem as sementes e sem o talo duro do meio da fruta, e seu consumo assemelha-se a maçã.

    Entre outras frutas indicadas, algumas são terminantemente proibidas para estes animaizinhos, como uvas, em razão de serem tóxicas e poderem provocar lesões renais; cerejas, que têm possibilidade de conter cianeto e comprometer o transporte de oxigênio celular; caqui e outras frutas cítricas, que provocam a irritação estomacal; abacate, que provoca diarreia e vômitos; e carambola, que, se ingerida por cachorros com problemas renais, provoca maiores implicações.

    A indicação da alimentação dos cães, seja natural ou ração, frutas e legumes, deve ser feita sempre por um profissional formado na faculdade de Medicina Veterinária, cuja qualificação permite orientar qual a melhor dieta alimentar para seu amigo e assim deixá-lo sempre forte e alegre para as brincadeiras.

  • Vira-lata caramelo ganha evento para homenageá-lo

    Vira-lata caramelo ganha evento para homenageá-lo

    Caramelo Weekend acontece em diversas cidades brasileiras, neste fim de semana (15 e 16)

    Os famosos cães e gatos sem raça definida (SRD), popularmente chamados de vira-latas, fazem sucesso nos lares brasileiros e nas redes sociais também. Protagonista de inúmeras histórias e memes, os vira-latas caramelo ganharam uma campanha de comunicação, que inclui minidocumentários com histórias reais, uma comunidade para petlovers e, neste fim de semana (15 e 16), uma série de eventos e ações, que contemplam o “Caramelo Weekend”. A iniciativa é da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET e acontece em diversas cidades do País.

    “Buscamos trazer toda a carga emocional a que o ícone vira-lata caramelo nos remete para criar uma campanha leve, divertida e cheia de emoção e interação. Aproveitamos o mês de outubro, que celebra o Dia dos Animais, para promover ações e eventos nas cidades que contam com unidades da rede DrogaVET”, revela o CEO da Deepzo, martech que atende a conta da rede de farmácias, Thiago Balero Joaquim. As ações contemplam desde a degustação da forma farmacêutica flavorizada lançada em alusão à campanha, a calda caramelo, até a distribuição de brindes, encontros de pets, desfiles de fantasias e feiras de adoção. As datas, horários e locais das ações variam conforme a programação de cada unidade participante.

    Serviço

    Data: sábado e domingo, 15 e 16 de outubro

    A programação de cada cidade está disponível no site da marca: www.drogavet.com.br/caes/caramelo-weekend 

    Sobre a DrogaVET

    A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários.

    Mais informações estão disponíveis no site: www.amoranimalcaramelo.com.br

    Foto Gustavo Araújo