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( votes)Um novo levantamento revelou quais são os estados mais “mão na massa” dos Estados Unidos — e a Flórida aparece bem posicionada, ocupando o 11º lugar no ranking geral.
O estudo, realizado pela plataforma de comparação What Are The Best, criou o chamado Handy States Index, que avalia o quanto os moradores de cada estado têm o hábito (ou a necessidade) de realizar reparos e melhorias por conta própria, o famoso “DIY” (do it yourself).
A Flórida alcançou uma pontuação de 52,90 em 100, ficando à frente de estados vizinhos como Alabama (27º) e Geórgia (41º). Um dos fatores que ajudam a explicar esse comportamento é o custo elevado com moradia: os moradores do estado destinam, em média, 18,40% da renda para habitação e serviços básicos — a maior taxa entre os 15 primeiros colocados.
Custo alto impulsiona o “faça você mesmo”
De acordo com o levantamento, os altos custos levam muitos moradores a assumirem tarefas de manutenção por conta própria, reduzindo despesas com serviços profissionais. Em média, cada residente da Flórida gasta cerca de US$ 13.435 por ano com moradia e utilidades.
Além disso, o interesse por conteúdos de DIY também é relevante: o estado registrou pontuações de 53 e 64 nas buscas por termos relacionados a “faça você mesmo” e “DIY doméstico”, respectivamente. Já o mercado de trabalho conta com cerca de 2,129 profissionais de manutenção e pintura para cada mil empregos — um número considerado estável.
Os estados mais “faz-tudo” dos EUA
O ranking é liderado por Maine, seguido por Idaho e Oregon. Esses estados se destacam pelo alto interesse em DIY, custos de moradia moderados e forte presença de profissionais da área.
O top 10 inclui ainda:
Havaí
Vermont
Montana
Utah
Washington
Arizona
Louisiana
Segundo os pesquisadores, regiões como Nova Inglaterra e o oeste montanhoso apresentam uma cultura mais forte de autonomia quando o assunto é manutenção residencial.
Os menos “mão na massa”
Na outra ponta do ranking, estados como Nova Jersey, Connecticut e Illinois aparecem como os menos propensos ao DIY. Nessas regiões, o interesse por reparos domésticos é menor e há menos profissionais da área proporcionalmente.
Tendência além do hobby
Para especialistas, o movimento vai além de uma simples preferência: trata-se de uma resposta econômica. Com o aumento dos custos de vida, aprender a fazer pequenos reparos pode representar uma economia significativa no orçamento doméstico — além de ajudar a preservar o valor do imóvel no longo prazo.














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