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Prevenção do Mal de Alzheimer

Mabel de Souza sempre tocou piano e sempre viajou muito estudando línguas estrangeiras
Mabel de Souza sempre tocou piano e sempre viajou muito estudando línguas estrangeiras

Sabemos que a música, a dança e a interação social fazem bem a alma, mas pesquisas indicam que também melhoram as funções cerebrais e possivelmente previnem o Mal de Alzheimer. Enquanto pesquisadores continuam a estudar melhor a doença e procurar sua cura, eles observaram que, em muitos casos, o Alzheimer pode ser prevenido com uma vida saudável. Portanto, não espere pelos sintomas porque aí o dano já é irreversível.
O Mal de Alzheimer é a causa mais comum de demência e a sexta causa de morte nos Estados Unidos. Em 2015, 5,3 milhões de pessoas foram estimadas em ter a doença, sendo 200 mil delas com menos de 65 anos, de acordo com a Associação de Alzheimer.
As evidências sugerem que alterações no cérebro começam até 30 anos antes da perda de memória e que a saúde do cérebro está intimamente ligada à saúde cardiovascular. Pessoas com doenças cardíacas são mais propensas a sofrer Alzheimer.
A idade e hereditariedade são fatores além do nosso controle. Podemos, no entanto, controlar nosso estilo de vida com uma abordagem abrangente, cuidando da saúde cardiovascular e estimulando a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro em desenvolver novos circuitos, adquirida durante o aprendizado, por exemplo.

Atividades e hábitos aliados do cérebro saudável
• Dieta saudável – baseada nas dietas Mediterrânea e DASH (Dietary Aproach to Stop Hypertension)
• Música – Tocar instrumentos e novas canções
• Estimulação mental - aprender uma nova língua, jogos e atividades cognitivas.
• Exercício físicos regulares – Melhor aqueles em que aprendemos constantemente, como Zumba
• Redução do estresse - meditação, passar tempo ao ar livre.
• Visitas regulares ao médico – controle de diabetes, obesidade, hipertensão.
• Vida social ativa
• Qualidade do sono
• Educação – Sites como alzu.org podem dar ferramentas importantes para a prevenção da doença.

Por Dra. Cindy Shaffer

 

Faça do cuidado preventivo de saúde seu padrão de moda

A Dra. Cindy cuidando de sua paciente, Jo Paes
A Dra. Cindy cuidando de sua paciente, Jo Paes

Nada nos faz sentir ou parecer melhor do que ter boa saúde. Entretanto, para manter boa saúde é preciso que você consulte o seu clínico geral anualmente. A minha área junto ao Baptist Health Primary Care é a medicina preventiva, onde podemos ajudar o paciente a evitar problemas graves por meio de exames regulares para detectar alterações em sua saúde.
Os check-ups anuais têm a finalidade de detectar quaisquer sinais de diabetes, problemas do coração ou outras doenças, antes que estes necessitem de tratamentos caros ou até mesmo de uma internação hospitalar.
Entretanto, como paulistana, compreendo também que a maioria de nós brasileiros jamais fomos pacientes de um clínico geral específico no Brasil. Isso simplesmente não faz parte de nossa cultura – em parte, porque, no Brasil, as companhias de seguro não nos obrigam a ter um clínico geral específico (nos EUA, chamado Primary Care Physician, ou PCP). Ao invés disso, acabamos nos consultando com especialistas. Se estamos com pressão alta, procuramos um cardiologista. Se temos uma infecção no ouvido, procuramos um otorrinolaringologista. Quando chegamos a perceber o problema, já estamos nos sentindo mal e o problema piorou.
Outra parte importante do meu trabalho é fazer a coordenação do atendimento. Pense em seus médicos como se fossem uma única equipe. O que aconteceria se os membros dessa equipe nunca falassem um com o outro? Poderia surgir algum problema.
O clínico geral coordena o atendimento e, se necessário, indica o especialista adequado que você deve consultar. Também examino os resultados de exames e tratamentos propostos e converso com os seus especialistas e com você sobre o tratamento a seguir.
Optar por ter um clínico geral e vê-lo pelo menos uma vez ao ano significa assumir controle sobre a importante tarefa de manter sua saúde. Para parecer bem, o mais importante é sentir-se bem. E isso nunca sai de moda!

Por Dra. Cindy Shaffer*

 

Internet...e depois?

Internet...e depois?
Internet...e depois?

Por Irma de Mello*

Criada em 1990 pelo engenheiro britânico Tim Bernes-Lee, a internet foi a grande explosão daquele ano. Usando um computador e o “www”, tornou-se possível ter acesso a várias informações. A conexão discada estava em quase todas as casas, surgiram vários provedores de acesso e isto deixava todos ansiosos pelo final de semana, quando se tinha tempo de navegar na internet.

Em 2006, o mundo foi apresentado ao Orkut, que logo viraria “febre”. Nos anos seguintes surgiram outras redes sociais e a partir daí já se estava estabelecido o contato virtual entre as pessoas.

Sem dúvida tudo isto trouxe para a sociedade inúmeras facilidades. O homem moderno tem acesso a todo tipo de informação, o tempo todo, e está ligado ao mundo por um aparelho que, hoje, cabe na palma das mãos. Compras, chats, pesquisas, tudo acessível 24 horas por dia. Isto está mudando também a interação entre as pessoas. Aquele virtual de alguns momentos no final de semana, com o advento dos smartphones, ficou fácil demais. Os novos aparelhos celulares se tornaram objeto imprescindível na vida cotidiana e, claro, a internet com suas redes sociais. 

Podemos dizer que o ser humano é sociável, mesmo que virtualmente, pois grupos vêm sendo formados. Por um lado, até facilitou a comunicação, a troca de informações. Por outro ponto de vista, podemos nos perguntar qual a mudança que isto gerou para cada um?

Como psicóloga clínica, percebo que há sim uma nova subjetividade em construção após a internet. Crianças que buscam jogos online, jovens e adultos que relatam seus encontros e desencontros amorosos nas redes sociais, a excessiva exposição da figura e a busca de uma identidade que seja aceita na rede, namoros são iniciados e muitas vezes até terminados nos chats.  

Enfim, a internet que veio para facilitar, informar, tem também se tornado um mal para muitos, principalmente nossos jovens. Às vezes, confusos e ansiosos pela aprovação nas redes, criam uma autoimagem falsa e passam a viver um “pseudo-self”. Há um processo de transformação nesta subjetividade contemporânea.

Segundo o psiquiatra Augusto Cury, com livros em vários países e autor do best-seller “Ansiedade – como enfrentar o mal do século”, “estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo”. Para ele, nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, por acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos, ou até mesmo excesso de TV. Isto os leva, segundo Cury, a perder as habilidades sócio emocionais mais importantes: colocar-se no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor ideias, aprender a agradecer e sentir gratidão. 

Por tudo que observo no consultório, concordo com o fator excesso. Tudo que é demais, destrói, adoece e aniquila. O uso exagerado do acesso virtual, seja ao que for, tem modificado nossos jovens. Principalmente no desenvolvimento da consciência crítica, na troca de generosidade, no diálogo, na interação descontraída, criativa e saudável. 

Generosidade, gratidão, nunca se falou tanto disto, nunca se foi tão egoísta. A imagem mudou os valores dos jovens e, no virtual, tudo tem se tornado possível. As fotos são modificadas, o perfil inventado, a verdade manipulada, e assim se apresentam superpoderosos. A falta do contato físico facilita a criação de um corpo falso protegido pelo anonimato.

As máscaras se tornam cada dia mais densas. Como podemos administrar o comportamento pós-internet?

Quando algo é novo, está mais exposto ao excesso. Penso que se torna fundamental a busca de um ponto de equilíbrio, através do diálogo, uma conduta familiar de limite, administrando o tempo que o jovem utiliza nas redes sociais e manter a criança longe de internet e rede social sem fiscalização. Dar suporte emocional, tempo com qualidade aos filhos também ajudam. Jamais permitir que um jovem fique horas trancado em seu quarto no computador ou utilizando smartphone. Promover passeios, horários para fazer as refeições longe dos aparelhos eletrônicos e em família. Potencializar o uso da internet como ferramenta de pesquisa e aprendizado.

Infelizmente os impactos negativos na saúde mental dos jovens pelo uso excessivo das redes sociais já estão aí: ansiedade, depressão e solidão. As piores redes sociais são as que focam na imagem, podendo causar sentimentos de inadequação, timidez e obesidade inexistente. Torna-se um vício, tira o jovem da interação social, dando à interação virtual maior credibilidade. 

A internet como ferramenta pode ser fantástica, podendo ser um correio, uma biblioteca etc. Cabe a cada um direcionar o uso da rede para ajudar o homem a ficar mais informado. Mas é necessário permitir que as habilidades humanas sejam aprimoradas no contato com o outro, na troca presencial, no aperto de mão, no abraço, na visita, lembrando sempre que não somos ilhas. Crescemos na interação com o outro ser humano. Rede social pode ser uma ferramenta para se trocar mensagens e marcar encontros, mas a verdadeira conexão humana está na troca subjetiva presencial, o melhor chat ainda é “olho no olho”.

*Psicóloga clínica graduada pelo Miami Dade College e Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Irma de Mello acumula mais de 18 anos de experiência em atendimento clínico. Natural de São Gonçalo de Sapucaí, sul de Minas Gerais, divide sua rotina entre Belo Horizonte, onde vive há 20 anos e mantém sua clínica de atendimento, e os Estados Unidos (Miami), onde planeja estabelecer-se no futuro. Ao longo de sua carreira, Irma se aprimorou em diversas técnicas, como thetahealing, reiki, terapia floral e hipnoterapia, técnica baseada na hipnose clínica, utilizada por diversos psicoterapeutas.

 

A importância da vacinação na prevenção da Pneumonia

Previna-se contra a pneumonia tomando as vacinas recomendadas
Previna-se contra a pneumonia tomando as vacinas recomendadas

A “estação da gripe” é um período que ocorre entre outubro e abril aqui nos Estados Unidos. Ela está se aproximando e traz um maior risco de pneumonia, uma infecção que pode até ser fatal. As vacinas ainda são a melhor maneira de prevenir a gripe. Aqui, discutiremos as recomendações básicas, porem é sempre importante discutir com seu médico, que pode ajudá-lo a decidir o que fazer, com base em sua história clínica, idade e condição de saúde.

A pneumonia pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos. A causa bacteriana mais comum é o Streptococcus (também conhecido como pneumococo), e a viral, o Influenza (o vírus da gripe). Porém, cerca de um terço dos casos de pneumonia bacteriana começam depois de uma gripe, portanto a vacina contra a gripe também deve ser parte de sua estratégia de prevenção.

A maioria dos adultos saudáveis podem combater a pneumonia, mas um sistema imunológico enfraquecido pode deixar seu corpo comprometido. Os indivíduos em maior risco são crianças menores de 5 anos e adultos a partir dos 65 anos. A pneumonia ocorre quando os sacos de ar nos pulmões ficam cheios de líquido. A respiração torna-se difícil. Ao contrário de um resfriado, que pode se desenvolver gradualmente, a pneumonia geralmente acontece rapidamente. Os sintomas incluem fadiga extrema, febre alta, tosse com catarro, falta de ar e também sibilância.

Hoje em dia, duas vacinas são recomendadas contra pneumonia nos EUA e protegem contra os tipos mais comuns. A PCV13 protege contra 13 tipos de pneumococos, e a PPSV23, contra 23. As vacinas impedem a propagação da pneumonia diminuindo o número de casos ou sua gravidade quando ela ocorre.

Em adultos com sistema imunológico competente, a PPSV23 (conhecida como Pneumovax) e a PCV13 (Prevnar) são recomendadas a partir dos 65 anos. PPSV23 também é indicada para adultos entre 19 e 64 anos que possuam doenças crônicas de coração, pulmão e fígado, diabetes ou tabagistas. As pessoas com certos tipos de câncer e outras condições que os tornam imunocomprometidos podem necessitar ambas vacinas.
Agora é a hora de conversar com seu médico sobre seus riscos e desenvolver uma estratégia de prevenção, tomando a vacina da gripe e, se indicado, contra a pneumonia. Lembre-se, a prevenção é sua melhor defesa.
Por Dra. Cindy Shaffer

 

Pais, filhos e o sentido de férias

Pais, filhos e o sentido de férias
Pais, filhos e o sentido de férias

Por Irma de Mello*

Férias é um termo que deriva do latim que quer dizer “dia de festa” e faz referência ao descanso temporário de uma atividade habitual. Importante para todos nós, o período pode se tornar uma viagem, um passeio ou até mesmo um filme a qualquer hora do dia. O importante é que o indivíduo consiga descansar o corpo e a mente, preparando-se novamente para dias corridos.

Principalmente nessa época, muitos pais aproveitam para deixarem de se sentir culpados por não passarem tempo suficiente com os filhos, devido as obrigações do cotidiano sempre corrido. Quando conseguem tempo livre, o primeiro pensamento é viajar para recuperar os dias perdidos. Parece simples, mas, às vezes, acaba em algum conflito.

Explico: hoje vive-se a era pós-moderna que implica, entre outros conceitos, em os filhos veem nas férias um sentido de paraíso, sem limites e liberdade. Este limite, muitas vezes, é negligenciado pelos próprios pais, que tentam suprir o tempo “perdido” com bens materiais. A partir daí, vem a demanda de o filho “ter” que ganhar uma viagem de férias, como uma obrigação.

Por isso, a criança ou o adolescente fica esperando por entretenimento ou tempo livre que os pais podem não conseguir suprir, devido ao alto custo ou carga horária no trabalho. Isto pode gerar discussões entre pais e filhos de diferentes idades, o que acaba com o verdadeiro sentido de férias e consequentemente de diversão e descanso.

Ainda assim, a divergência de preferências, a falta de diálogo, as discussões são importantes para o crescimento dos dois lados: ao jovem, o amadurecimento; e aos pais, a aceitação de que os filhos estão crescendo e que não precisam mais de proteção e que podem lidar com as frustrações que o futuro trará.

Para não sofrer e desgastar a relação, é importante que as férias (e o sentido) sejam planejadas em família com diálogos e calma. Pergunte ao seu filho o que ele espera do período, se deseja ir a algum lugar e quais são as metas nesses dias de descansos.

Se o dinheiro está curto, converse com a criança ou jovem e criem um plano B juntos para conseguirem se aproximar e passar mais tempo. Aqui, vale qualquer coisa: um jogo, visita ao parque, ida(s) ao teatro e por aí vai. Os pais, claro, devem estar atentos à oportunidade de se ter o filho mais perto, ouvir as queixas, desejos e medos, para transformá-lo em um cidadão melhor. Lembre-se: qualidade é melhor do que quantidade.

Irma de Mello *Psicóloga clínica graduada pelo Miami Dade College e Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Irma de Mello acumula mais de 18 anos de experiência em atendimento clínico. Natural de São Gonçalo de Sapucaí, sul de Minas Gerais, divide sua rotina entre Belo Horizonte, onde vive há 20 anos e mantém sua clínica de atendimento, e os Estados Unidos (Miami), onde planeja estabelecer-se no futuro. Ao longo de sua carreira, Irma se aprimorou em diversas técnicas, como thetahealing, reiki, terapia floral e hipnoterapia, técnica baseada na hipnose clínica, utilizada por diversos psicoterapeutas.

 

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