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Acontece Magazine
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Fotógrafa Fernanda do Valle expõe sobre diversidade do corpo na ArtServe

 Fotógrafa Fernanda do Valle expõe sobre diversidade do corpo na ArtServe
Fotógrafa Fernanda do Valle expõe sobre diversidade do corpo na ArtServe

A fotógrafa e escritora brasileira Fernanda do Valle nasceu no Rio de Janeiro, é formada em turismo no Brasil e em fotografia profissional pelo The New York Institute of Photography. Desde 2015 vivendo na Pennsylvania, participou de diversas exposições, entre elas a sua primeira exibição no renomado Wayne Art Center. Desde então, a artista vem aprimorando e expondo o seu amor pela arte e pelas diferentes culturas por meio da fotografia. “O meu trabalho reflete partes de quem eu sou, mesmo as partes de que não tenho total consciência. Através da fotografia, achei uma maneira de expressar meus pensamentos”, diz Fernanda.

O primeiro livro “Eu, ele e a enfermeira... na luta contra anorexia” foi escrito em 2008, quando ela sofreu um transtorno alimentar e decidiu ajudar outras pessoas que sofrem com a mesma doença. “Minhas experiências pessoais e dores me ensinaram que a melhor cura é se comunicar com outras pessoas que passam pelo que passei e mesmo com pessoas que estão interessadas no que tenho a dizer. Essa conexão me mantém motivada e me mantém criando”, afirma.

Depois do “primogênito”, a artista carioca escreveu outros quatro livros publicados no Brasil. Fernanda também participa de eventos de arte e veio ao sul da Flórida para ser um dos destaques da exibição “Reflect: Healing Through Art”, que está acontecendo na galeria ArtServe em Fort Lauderdale, até o dia 17 de junho.

Nesse projeto de Fernanda, “Free Yourself”, ela expõe a diversidade do corpo humano em suas diferentes formas, idades e etnias. O objetivo é inspirar, encorajar, desafiar e promover a liberdade entre as mulheres. Com o lema “You were born to be Real, not Perfect” (Você nasceu para ser Real, não Perfeita), a fotógrafa brasileira acredita no seu projeto como uma luta pela visibilidade social e respeito. Um movimento artístico coletivo e de ruptura, que busca exterminar os padrões. “A nossa sociedade nos impõe um padrão de beleza e uma ditadura de magreza que não são reais e mais, se somos únicos, por que almejamos tanto nos encaixar nesse padrão irreal e surreal?”, questiona a fotógrafa.

Mais informações sobre este e outros trabalhos da artista em fernandadovalle.com

View the embedded image gallery online at:
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Quarentena, bebê, trabalho, muitas tarefas e incertezas: como lidar com tantas emoções e atividades?

Ensino a distância (EAD), uma modalidade do setor de educação que vem cada vez mais ganhando espaço na sociedade moderna
Ensino a distância (EAD), uma modalidade do setor de educação que vem cada vez mais ganhando espaço na sociedade moderna

Temos ouvido muito sobre os desafios enfrentados pelos pais durante o isolamento social, na árdua tentativa de conciliar trabalho, atividades domésticas, responsabilidades escolares e cuidados pessoais, entre tantas outras obrigações e incontáveis preocupações durante esta pandemia sem precedentes, e com poucas certezas futuras. Seria impossível discorrer sobre tantas questões em uma única matéria, afinal de contas, só quem vive para saber “a dor e a delícia de ser quem é”, parafraseando Caetano Veloso.

Ao mesmo tempo que muitos pais têm tido a deliciosa oportunidade de passar mais tempo do que comumente passariam com seus filhos durante a semana, o período de quarentena têm sido um desafio para a maioria que se encontra em isolamento social. Além de manter seus compromissos diários de trabalho, concomitantemente à criação, atendimento e educação das crianças, há ainda a necessidade de manter seu cuidado pessoal com alimentação, possíveis tratamentos, hidratação, entre outros cuidados pessoais, que, infelizmente, acabam sendo esquecidos por muitos.

Anteriormente, famílias cujos pais trabalham fora podiam contar com sua rede de apoio, formada por escola, familiares, auxiliares domésticas, babás, etc, para que então pudessem cumprir com suas responsabilidades profissionais, e seus filhos fossem cuidados com segurança e amor. Para evitar a transmissão do vírus, essa rede de apoio precisou parar de ser acessada, e, para alguns, a responsabilidade do trabalho seguiu em sua plenitude, com inúmeras videoconferências e reuniões virtuais adicionadas à rotina, entre fraldas, mamadeiras, brincadeiras, preocupações com segurança, educação, entre outras.

Não é possível generalizar as necessidades das crianças, pois cada fase apresenta uma demanda diferente. Um bebê de seis meses tem necessidades muito diferentes de uma criança de um ano e meio, assim como as crianças de cinco anos, por exemplo. São fases distintas e que precisam de olhares especiais para cada momento. Neste artigo, abordaremos aspectos vividos especialmente por pais de crianças de até dois anos.

A rotina destes pais, via de regra, começa muito cedo. Bebês acordam cedo, alguns dormem muito mal, e a atividade profissional também começa logo nos primeiros horários da manhã. Entre as primeiras fraldas, mamá, alimentação, brincadeiras, troca de roupa, limpeza da casa, cuidado com as roupas, e com todas as outras atividades, há também que manter a certeza de que seu filho não está colocando o dedo na tomada, engolindo algo pequeno ou até mesmo subindo no sofá onde ele pode cair. Enquanto isso telefones tocam, reuniões começam, e-mails chegam e notificações não param! Impossível não dizer que tudo isso, associado à preocupação do que está acontecendo com o mundo, riscos de contaminação a cada saída de casa para atividades essenciais e muitas vezes, inclusive, com o próprio trabalho e geração de renda, coloca, naturalmente, estes pais em uma zona de stress intensa diariamente.

Há inúmeras variáveis que irão influenciar e, inclusive, agravar este processo, como por exemplo, o número de adultos responsáveis e disponíveis na casa, a quantidade de crianças, entre outros pontos. Há mães e pais solo com seus filhos em homeoffice, e que precisam dar conta de tudo sozinhos; há casas onde o casal tem apenas um filho; em outras há mais crianças correndo e brincando.

Fisicamente, pode-se dizer que conciliar tudo isto, muitas vezes sem a empatia e entendimento dos demais colegas de trabalho, não é uma das tarefas mais fáceis e leves, porém, pode ser possível e inclusive prazerosa, se a família conseguir criar miniminamente um ritmo de tarefas e horários. Falamos aqui de “ritmo” ao invés de rotina para dar justamente este sentimento de leveza e fluidez, que todos nós precisamos tentar desenvolver em meio ao caos, diminuindo as autocobranças. Este ritmo, no mínimo, pode te auxiliar a prever os acontecimentos do dia, permitindo esta fluidez frente à inúmeras flexibilizações imprevisíveis e necessárias.

Quando possível, o estabelecimento de uma parceria entre os responsáveis no cuidado diário é o primeiro ponto que precisa ser levado em consideração. A divisão das responsabilidades e estabelecimento de alguns horários podem contribuir, e muito, para que este ritmo diário seja menos estressante, mentalmente e fisicamente. Estabelecer um ritmo com horários para os afazeres diários, também pode contribuir no dia a dia, como hora para o bebê dormir, hora para o banho e até mesmo para ver televisão, lembrando que a recomendação do Ministério da Saúde para crianças até 2 anos é de no máximo 1 hora diária.
Sabe-se que é impossível ter uma “receita de bolo” para estas situações, considerando a peculiaridade vivida por cada família, mas, lista-se abaixo algumas sugestões visando lhe auxiliar a viver esta fase, gerando, principalmente, boas lembranças às crianças e menos stress à família:

• Quando possível, tentem aproveitar a oportunidade de estarem o dia todo juntos e façam as refeições em família. Mesmo que seja apenas você e seu filho, tentem reunir-se à mesa ou onde costumam fazer as refeições, brinquem com a criança, conversem, estimulem e curtam este momento em família.

• Não deixe seu autocuidado de lado. Sabemos que “banho relaxante” não é mais uma realidade de muitos, mas, se dê ao menos algum momento pessoal de prazer no dia, como uma xícara de café, algumas páginas de livro, uns minutos no sofá ou algo que goste. Faz bem para sua saúde mental!

• Brinquem, façam pausas para interagir, cantem, dancem, escutem músicas! Tragam uma leveza para o ambiente através destes momentos e gerem lindas lembranças.

• Quando possível, na hipótese de ter mais um adulto responsável pela criança em casa, onde ambos estão em homeoffice, tentem estabelecer uma divisão de horários. Exemplo: entre 9h e 10h, a mãe trabalha e o pai cuida da criança, depois revezam. Assim, pouco a pouco cada um consegue se concentrar nas atividades profissionais e se dedicar na totalidade para cuidar e dar atenção à criança.

• Lembre-se que, neste cenário, a conta não fecha. Tudo bem se hoje a louça não for lavada, se a casa estiver bagunçada. Tentem, na medida do possível, manter como prioridade a leveza e alegria na casa.

ão momentos difícieis, tensos e exaustivos, e que crianças desta idade ainda não conseguem entender. Porém, diversão, brincadeiras, colo e muito amor são entendidos por completo, universalmente, a qualquer tempo.

• Não se cobrem tanto e evitem comparações desnecessárias. Cada casa é uma casa, cada família é uma família. Olhe para dentro da sua, para as suas possibilidades e necessidades. Faça as flexibilizações e adptações necessárias para que o que precisa seja feito.

• Por fim, lembre-se que não é uma competição de produtividade e de quem é a família mais perfeita, é um momento diferente, único, e que cada família precisará passar, adaptando suas possibilidades, frente à tantas responsabilidades e pouco auxílio, não deixando, porém, de manter o amor, a alegria e a união sempre presentes.

 

Verônica Stasiak Bednarczuk é psicóloga; Vinícius Bednarczuk de Oliveira é coordenador dos cursos de Farmácia e Práticas Integrativas e Complementares do Centro Universitário Internacional Uninter, instituição de ensino a distância, com polos presenciais em Atlanta, Boston, Fort Lauderdale, Houston, Miami, Newark, Orlando, Salt Lake City e Washington-DC. uninteramericas.com 833-605-1255

 

Prevenção do Mal de Alzheimer

Mabel de Souza sempre tocou piano e sempre viajou muito estudando línguas estrangeiras
Mabel de Souza sempre tocou piano e sempre viajou muito estudando línguas estrangeiras

Sabemos que a música, a dança e a interação social fazem bem a alma, mas pesquisas indicam que também melhoram as funções cerebrais e possivelmente previnem o Mal de Alzheimer. Enquanto pesquisadores continuam a estudar melhor a doença e procurar sua cura, eles observaram que, em muitos casos, o Alzheimer pode ser prevenido com uma vida saudável. Portanto, não espere pelos sintomas porque aí o dano já é irreversível.
O Mal de Alzheimer é a causa mais comum de demência e a sexta causa de morte nos Estados Unidos. Em 2015, 5,3 milhões de pessoas foram estimadas em ter a doença, sendo 200 mil delas com menos de 65 anos, de acordo com a Associação de Alzheimer.
As evidências sugerem que alterações no cérebro começam até 30 anos antes da perda de memória e que a saúde do cérebro está intimamente ligada à saúde cardiovascular. Pessoas com doenças cardíacas são mais propensas a sofrer Alzheimer.
A idade e hereditariedade são fatores além do nosso controle. Podemos, no entanto, controlar nosso estilo de vida com uma abordagem abrangente, cuidando da saúde cardiovascular e estimulando a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro em desenvolver novos circuitos, adquirida durante o aprendizado, por exemplo.

Atividades e hábitos aliados do cérebro saudável
• Dieta saudável – baseada nas dietas Mediterrânea e DASH (Dietary Aproach to Stop Hypertension)
• Música – Tocar instrumentos e novas canções
• Estimulação mental - aprender uma nova língua, jogos e atividades cognitivas.
• Exercício físicos regulares – Melhor aqueles em que aprendemos constantemente, como Zumba
• Redução do estresse - meditação, passar tempo ao ar livre.
• Visitas regulares ao médico – controle de diabetes, obesidade, hipertensão.
• Vida social ativa
• Qualidade do sono
• Educação – Sites como alzu.org podem dar ferramentas importantes para a prevenção da doença.

Por Dra. Cindy Shaffer

 

Psicóloga ensina 5 estratégias para lidar com os desafios pós-pandemia

Psicóloga ensina 5 estratégias para lidar com os desafios pós-pandemia
Psicóloga ensina 5 estratégias para lidar com os desafios pós-pandemia

Especialista afirma que pode ser difícil se reencontrar, mas que é preciso reagir e não apenas esperar

Era para ser uma quarentena, porém, meses se passaram e muitas pessoas estão cansadas de ouvir e falar sobre pandemia, Coronavírus e isolamento social. Com esse cenário se estendendo mais do que deveria, a saúde mental é abalada de diferentes formas. E, assim, a ‘conta emocional’ deste ‘provisório que se tornou permanente’ começa a chegar.

Sabrina Amaral, psicóloga e hipnoterapeuta da Epopéia Desenvolvimento Humano, relata que pessoas que nunca fizeram terapia, as quais os psicólogos definem como funcionais, estão em um estado de apatia, angústia, congelamento e não têm energia para sair da cama algumas vezes. “Com isso, podem desenvolver sintomas de déficit de atenção, insônia, problema de memória, irritabilidade fora do normal, distúrbios de apetite. Isso sem mencionar aquelas que já estavam em acompanhamento psicológico e tiveram recaídas profundas”, conta.

Em um mundo instável onde muitas expectativas foram quebradas e sonhos replanejados, pode ser difícil se encontrar. Por isso, depois de propor algumas reflexões sobre a forma como vivemos, a especialista elencou cinco estratégias para lidar com os desafios que essa nova realidade pode apresentar.

1) Aproprie-se de quem você é

Este é um caminho de protagonismo, de sair do armário de se assumir-se por inteiro nas coisas que fazem de você único. Aquilo que você tem de mais diferente é o que te torna especial. Gosto muito da frase do Oscar Wilde que diz: “Seja você mesmo, todos os outros já existem”. Em um primeiro momento, pode parecer uma frase clichê de autoajuda, mas ela é muito verdadeira.

Um exemplo disso é o caso do advogado David Boies, que venceu um processo milionário contra a Microsoft. Ele é disléxico e usou esta ‘fraqueza’ para construir um discurso simples, conciso, claro que ganhou o júri. Apropriar-se de quem você é tem a ver com autorresponsabilidade. E o que é a responsabilidade senão nossa habilidade para responder às coisas prontamente?

2) Analise-se para se conhecer melhor

Sócrates dizia que uma vida que não é analisada não merece ser vivida. O autoconhecimento te fortalece, então coloque sua atenção em suas escolhas e em suas ações. Crie o hábito de perguntar-se: “Aquilo que estou fazendo hoje, tem congruência com a vida que eu quero criar para mim?”. Olhe para aquilo que você tem no momento presente, tome clareza da distância sem o crivo do julgamento de extremos e escolha o novo normal que você quer construir com base naquilo que faz sentido pra você.

3) Assuma o controle

Essa dica tem a ver com ação, com escolher tomar uma atitude nas coisas que estão no seu controle. Isso é um antídoto para sensação de angústia, de travamento ou impotência. Boa parte das pessoas não age pois vive no futuro ou fica presa ao que os outros vão pensar e até as projeções negativas que ela faz do que pode dar errado.

Olhe para o presente, identifique as pequenas ações que você pode tomar agora e que dependem só de você. Por exemplo: está com receio de ser demitido? Veja o que está no seu controle: atualize-se, faça um curso, peça feedbacks, melhore seu networking, trabalhe sua marca pessoal, etc. Isso vai te trazer tranquilidade, segurança e harmonia.

4) Aceite-se e seja grato por aquilo que você é

Aceitação é diferente de resignação. É praticar a autocompaixão de entender que você tem pontos fortes e pontos fracos. É ser generoso consigo mesmo para compreender que cada um tem um tempo emocional para lidar com as coisas. Vem muito de encontro ao conceito de vulnerabilidade de Brené Brow, abordado no seu best seller A coragem de ser imperfeito.

O grande benefício que isso traz é: a libertação da necessidade de validação do olhar do outro. Pois quando eu me aceito como sou, já não preciso mais que o outro me aprove para eu me sentir bem. Os relacionamentos se tornam mais leves e até a convivência em casa fica mais fácil, porque nós matamos aquelas expectativas irreais que temos em relação a nós mesmos, eliminamos o poder que o outro possui para definir a nossa felicidade ou a nossa condenação.

5) Arrisque naquilo que você acredita!

Depois que você se (1) Apropriou de quem você é, (2) Analisou o que é importante pra você, (3) Assumiu aquilo que está no seu controle, (4) Aceitou-secomo você é; chega a hora de ARRISCAR. Para tanto, é preciso que você esteja disposto a fazer coisas diferentes, ter a coragem para experienciar esta trajetória do novo, que dá frio na barriga.

Einstein já dizia que fazer a mesma coisa sempre e esperar um resultado diferente é loucura, então é importante usar toda a sua potencialidade para construir essa vida que você quer. O cenário atual é um momento muito propício para desengavetar aquele plano B, de se planejar, de se preparar e de se fortalecer para conquistar aquilo que é importante.

Para Sabrina Amaral é importante destacar que as pessoas precisam parar de querer se ajustar o tempo todo. “Na terapia fazemos isso através de duas frentes: a ressignificação, que nada mais é do que trazer um olhar diferente para uma mesma situação, e a psicoeducação, que ensina o paciente a reagir diferente mediante aquele fato e desenvolver novas estratégias emocionais para lidar com ele”, finaliza.

Sabrina Amaral
Sabrina Amaral

Sabrina Amaral

A psicóloga e hipnoterapeuta Sabrina Amaral acredita na transformação do ser humano e, após uma vivência de duas décadas na gestão de processos de RH, fundou a Epopéia Desenvolvimento Humano que se propõe a levar à tona o que o cliente tem de melhor com o intuito de ajudá-lo no processo de se tornar pleno, inteiro e feliz. Site www.epopeia.com.br

Foto: pxfuel

 

Faça do cuidado preventivo de saúde seu padrão de moda

A Dra. Cindy cuidando de sua paciente, Jo Paes
A Dra. Cindy cuidando de sua paciente, Jo Paes

Nada nos faz sentir ou parecer melhor do que ter boa saúde. Entretanto, para manter boa saúde é preciso que você consulte o seu clínico geral anualmente. A minha área junto ao Baptist Health Primary Care é a medicina preventiva, onde podemos ajudar o paciente a evitar problemas graves por meio de exames regulares para detectar alterações em sua saúde.
Os check-ups anuais têm a finalidade de detectar quaisquer sinais de diabetes, problemas do coração ou outras doenças, antes que estes necessitem de tratamentos caros ou até mesmo de uma internação hospitalar.
Entretanto, como paulistana, compreendo também que a maioria de nós brasileiros jamais fomos pacientes de um clínico geral específico no Brasil. Isso simplesmente não faz parte de nossa cultura – em parte, porque, no Brasil, as companhias de seguro não nos obrigam a ter um clínico geral específico (nos EUA, chamado Primary Care Physician, ou PCP). Ao invés disso, acabamos nos consultando com especialistas. Se estamos com pressão alta, procuramos um cardiologista. Se temos uma infecção no ouvido, procuramos um otorrinolaringologista. Quando chegamos a perceber o problema, já estamos nos sentindo mal e o problema piorou.
Outra parte importante do meu trabalho é fazer a coordenação do atendimento. Pense em seus médicos como se fossem uma única equipe. O que aconteceria se os membros dessa equipe nunca falassem um com o outro? Poderia surgir algum problema.
O clínico geral coordena o atendimento e, se necessário, indica o especialista adequado que você deve consultar. Também examino os resultados de exames e tratamentos propostos e converso com os seus especialistas e com você sobre o tratamento a seguir.
Optar por ter um clínico geral e vê-lo pelo menos uma vez ao ano significa assumir controle sobre a importante tarefa de manter sua saúde. Para parecer bem, o mais importante é sentir-se bem. E isso nunca sai de moda!

Por Dra. Cindy Shaffer*

 

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Ensaio fotográfico do ator Caio Castro em Miami para a Acontece Magazine de agosto de 2017

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Vera Viel posa com tema náutico para a Acontece Magazine em Miami

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Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico com as modelos Cate Chant e Flavianny Nassimbeni para a editoria Fashion da edição de maio de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Making Of Abril 2016

Ensaio fotográfico com Karmel Bortoleti para a editoria Fashion da edição de abril de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016

Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016


Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de fevereiro de 2016 da Acontece Magazine


Making Of Janeiro 2016

Making of do ensaio fotográfico para a capa e a editoria fashion da edição de janeiro de 2016 da Acontece Magazine com a participação da modelo Andrea Méndes Arroio


Making Of Dezembro

Acontece Magazine Making of de Dezembro 2015




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