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( votes)Piloto relembra a infância no kart, a emoção de Indianápolis e olha com confiança para 2027
Por Antonio Martins
Aos 12 anos, Caio Collet recebia um Capacete de Ouro e se encantava com a presença dos pilotos que admirava. Doze anos depois, voltou à premiação com suas próprias histórias nas pistas americanas e a emoção de ter representado o Brasil nas 500 Milhas de Indianápolis.
Na noite de 4 de novembro de 2026, em São Paulo, o brasileiro conquistou o troféu na categoria Top, durante a edição comemorativa dos 30 anos do Capacete de Ouro. O reconhecimento veio após sua primeira temporada completa na Fórmula Indy, pela AJ Foyt Racing.
Em entrevista à Band, Caio lembrou os encontros com Felipe Massa e Rubens Barrichello nas cerimônias de sua infância. “Estar aqui 10 anos depois recebendo novamente, pra mim tá sendo uma noite muito, muito legal.”
Sua história com o prêmio começou na categoria Revelação, em 2014, seguida pela conquista no Kart, em 2015. Agora, Collet conquista a categoria Top, cujo troféu já foi recebido por grandes nomes como Helio Castroneves, Tony Kanaan e Gil de Ferran. Massa e Barrichello também estão entre os ganhadores da premiação.
Organizado pela revista Racing, o Capacete de Ouro tem seus vencedores escolhidos por profissionais do automobilismo, incluindo ex-pilotos, técnicos e dirigentes. Nesta edição, também foram premiados Gabriel Bortoleto, na Fórmula 1, Rafael Câmara, na Internacional, e Felipe Fraga, na Stock Car Pro Series.

Organizado pela revista Racing, o Capacete de Ouro tem seus vencedores escolhidos por profissionais do automobilismo, incluindo ex-pilotos, técnicos e dirigentes. Nesta edição, também foram premiados Gabriel Bortoleto, na Fórmula 1, Rafael Câmara, na Internacional, e Felipe Fraga, na Stock Car Pro Series.
O Brasil no coração da corrida
Entre as lembranças da estreia, Indianápolis ganhou um lugar especial. No palco, Caio destacou o significado de disputar as 500 Milhas e levar o Brasil a uma das provas mais tradicionais do automobilismo.
Quem é brasileiro e vive no exterior conhece essa emoção. Ver nossa bandeira nas pistas aproxima a gente de casa e dá um significado especial à torcida.
Aos 24 anos, Collet disputou a temporada no Chevrolet número 4, patrocinado pela Combitrans Amazônia, presidida pelo empresário Marcelo Camargo. A parceria acompanhou sua passagem da Indy NXT para a Indy. Em 18 largadas, liderou 16 voltas e teve como melhor resultado o nono lugar em Washington.
Confiança para 2027
“Eu me vejo como um piloto muito mais completo”, afirmou à Band. É com essa confiança que Caio negocia sua continuidade na Indy e pretende transformar o aprendizado em novos resultados.
“Eu acho que ano que vem, se a gente conseguir concretizar esse contrato, vai ser um ano de muita felicidade.”
Naquela noite, a vaga para 2027 ainda estava em negociação. A vontade de continuar, porém, apareceu com clareza na entrevista e na mensagem que deixou no palco: “Continuar trabalhando para poder continuar representando o Brasil e dar muito orgulho aí para vocês.”
Para nós, brasileiros que acompanhamos essa caminhada, o orgulho já faz parte da torcida. E a expectativa pelo próximo capítulo também.
Fotos: Acervo pessoal













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