Cada novo lançamento de I-phone causa muita euforia
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O iPhone 8 está entre nós — mas vale a pena comprá-lo?

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O ano era 2007, e nossa relação com tecnologia, bastante diferente da de hoje. Naquele tempo, os aparelhos celulares ainda não eram smartphones. Não havia apps que fazem de tudo como atualmente, quando podemos chamar de um taxi (ou Uber) a transferências bancárias para pagar pequenas quantias a alguém (como o novo Venmo) e conversar, instantaneamente e por vídeo, com amigos vivendo em outro continente.

Tudo isso começou a ser possível a partir do dia 9 de janeiro de um longínquo 2007, quando o fundador da Apple, Steve Jobs, apresentou a uma plateia embasbacada um equipamento que era ao mesmo tempo um “iPod widescreen com tela sensível ao toque”, “um celular revolucionário” e “um dispositivo de navegação na Internet jamais visto antes”. Foi um hit instantâneo, ovacionado pelo público que assistia à apresentação, com os meses seguintes vendo multidões acampando em frente às lojas da Apple ao redor do mundo, ávidas por pagar (caro) pelo primeiro iPhone.

De lá para cá, ficou fato consumado que, quase que anualmente, a maior empresa de tecnologia do planeta lança uma versão mais atualizada e com novas funções do gadget (que segue custando bem mais caro que outros telefones inteligentes). Neste 2017 não é diferente e em setembro foram anunciadas as versões do iPhone 8 e X (fazendo alusão ao numero 10 em algarismos romanos; o aparelho só será vendido a partir de novembro). A versão 8 já está disponível para compra e é a que esse texto vai avaliar. Vale a pena comprar o iPhone 8?
A resposta é: depende. Entre as vantagens do novo aparelho — vendido por preços que variam entre US$ 699 (pela versão com 64 GB de capacidade de armazenamento) a US$ 949 (pela versão Plus, com 256 GB, quase batendo nos US$ 999 que serão cobrados pelo iPhone X) — está a aguardada função wireless de carregamento da bateria, algo que põe fim ao uso dos frágeis cabinhos USB usados pelas versões anteriores do aparelho. O processo consiste em repousar o iPhone sobre uma plataforma vendida separadamente (a da marca Belkin, por exemplo, custa US$ 60) e é mais lento do que o carregamento tradicional, via cabinho, que ainda é possível no novo aparelho.

Vidro frágil e câmera melhorada
Agora, se o carregamento sem fio é uma vantagem do iPhone 8, o que possibilita a função se torna também um ponto fraco dele. A parte traseira do telefone é revestida em um vidro especial que permita a alimentação wireless da bateria. Mas, justamente por ser de vidro, torna o iPhone 8 mais frágil no caso de uma queda, e o conserto desse vidro é salgado, podendo chegar a até US$ 400 — bem mais que o conserto da tela, que não sai por mais de US$ 100 com a própria assistência da Apple, a AppleCare+.

Outro chamariz do novo iPhone tem relação com sua função de câmera fotográfica, que agora traz um sistema de estabilização de imagem mais eficiente (adeus, fotos tremidas) e um flash melhorado. Mas é a função Portrait Lighting que impressiona ao permitir retratos com qualidade jamais vistas em smartphones, com cliques semelhantes aos feitos por câmeras fotográficas tradicionais. Ela possibilita focar apenas na pessoa fotografada, valorizando a luz que nela incide e deixando o fundo da imagem desfocado, como o resultado obtido ao usar lentes de baixa abertura focal.

A ausência de uma saída para fones de ouvido, já implementada no iPhone 7 e bastante criticada por usuários, também permanece na versão 8, exigindo o uso de wireless headphones para quem gosta de fazer chamadas sem levar o aparelho ao ouvido ou ouvir musica através do telefone.
Pontos fortes e fracos abordados, fica valendo a reflexão para quem já tem um iPhone 7: o novo aparelho tem funções tentadoras, mas visual e dimensões idênticas à versão anterior. Já para quem possui um iPhone 6 ou outra encarnação mais antiga do telefone Apple, o investimento no iPhone 8 pode valer a pena por trazer novas funcionalidades, mesmo com os contras citados nesse texto.

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