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Dívida pessoal dispara nos EUA e Flórida registra alta de mais de 41% em uma década

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Um novo estudo revelou um crescimento expressivo do endividamento pessoal nos Estados Unidos ao longo dos últimos dez anos — e a Flórida aparece entre os estados com aumento mais acelerado. Entre 2013 e 2023, a dívida média por habitante no estado cresceu 41,83%, saltando de US$ 41.170 para US$ 58.390, o que representa um acréscimo absoluto de US$ 17.220 por pessoa.

A pesquisa foi realizada pela Debt Relief Karma, com base em dados oficiais do Federal Reserve Bank of New York, e analisou a evolução da dívida per capita nos 50 estados americanos ao longo de períodos de cinco e dez anos.

Flórida no ranking nacional

Com esse crescimento, a Flórida ocupa a 12ª posição no ranking nacional de estados com maior aumento percentual da dívida pessoal na última década. O dado chama atenção especialmente em um contexto de aumento do custo de vida, inflação persistente e juros elevados, fatores que pressionam o orçamento das famílias.

Estados com maior crescimento da dívida

O estado de Utah lidera o ranking, com um aumento de 59,43% na dívida per capita, que passou de US$ 50.330 em 2013 para US$ 80.240 em 2023. Logo atrás aparece o Texas, com alta de 59,10%, seguido por Idaho (56,65%), Colorado (51,60%) e Nevada (50,30%).

Apesar de Utah liderar em crescimento percentual, o Colorado registra o maior valor absoluto de dívida do país: US$ 90.760 por habitante, o nível mais alto entre todos os estados analisados.

Tendência preocupa especialistas

Para Andriy Nezdropa, CEO do Gravis Group e fundador da Debt Relief Karma, o avanço generalizado do endividamento é motivo de alerta.

“O grande aumento da dívida na maioria dos estados é preocupante, especialmente quando o crescimento da dívida supera a inflação e os reajustes salariais”, afirma.

Segundo ele, muitas pessoas se sentem sem saída, mas algumas estratégias podem ajudar a recuperar o controle financeiro. Entre as principais recomendações estão:

  • Criar um orçamento detalhado, mapeando receitas e despesas;
  • Consolidar dívidas, especialmente aquelas com juros elevados, em um único empréstimo com taxa menor;
  • Montar uma reserva de emergência, mesmo que inicial, de cerca de US$ 1.000, para evitar o uso de cartões de crédito em imprevistos;
  • Buscar orientação profissional, como serviços de aconselhamento de crédito.

Metodologia

O estudo analisou dados de dívida pessoal per capita referentes ao quarto trimestre de 2013, 2018 e 2023, identificando tendências de crescimento em valores absolutos e percentuais. O levantamento completo, com ranking detalhado dos 50 estados, está disponível mediante solicitação.

Fonte: Federal Reserve Bank of New York – State Level Household Debt Statistics (2003–2023), fevereiro de 2024.

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