Category: Pets

  • Festa e segurança: como cuidar dos seus pets durante as comemorações

    Festa e segurança: como cuidar dos seus pets durante as comemorações

    As festividades são momentos alegres para toda a família, e isso inclui os membros peludos! No entanto, comemorações podem trazer estresse e perigos para os animais de estimação. Aqui estão dicas essenciais para garantir que seus pets também aproveitem as festas de forma segura e feliz.

    Refúgio Seguro: Durante eventos barulhentos, como fogos de artifício e festas, crie um espaço tranquilo para seu pet se refugiar. Um cantinho acolhedor com a cama e brinquedos favoritos ajuda a diminuir o estresse.

    Alimentação Consciente: Comidas festivas podem ser tentadoras, mas muitos alimentos são tóxicos para animais. Evite dar chocolates, uvas, cebolas e abacates a eles. Se quiser mimar seu pet, opte por petiscos próprios para eles.

    Decorações Seguras: Guirlandas, enfeites e luzes podem ser perigosos. Certifique-se de que não há objetos pequenos que possam ser mastigados ou engolidos. Mantenha velas e fios elétricos fora do alcance.

    Identificação Atualizada: Festas podem aumentar o risco de fugas, especialmente com a entrada frequente de convidados. Certifique-se de que a coleira de seu pet tem uma identificação atualizada, facilitando seu retorno em caso de fuga.

    Controle de Convidados: Explique aos seus convidados sobre as necessidades especiais do seu pet. Alguns animais podem ficar ansiosos com muitas pessoas ou barulho excessivo. Instrua sobre a importância de manter portas e portões fechados.

    Programação de Exercícios: Antes das festas, certifique-se de gastar um tempo extra brincando ou caminhando com seu pet. Animais cansados são menos propensos a ficar estressados com a agitação das festas.

    Foto: pexels-sam-lion

    Consulta Prévia ao Veterinário: Se você planeja levar seu pet a um evento ou festa fora de casa, consulte seu veterinário. Certifique-se de que todas as vacinas estejam atualizadas e pergunte sobre precauções específicas.

    Monitoramento da Temperatura: Em festas ao ar livre, esteja atento à temperatura. Animais podem ficar superaquecidos, especialmente em dias quentes. Forneça sombra, água fresca e evite exercícios intensos.

    Fique Atento aos Sinais de Estresse: Observe sinais de estresse no seu pet, como vocalizações excessivas, tremores, esconder-se ou comportamento agressivo. Se notar algo fora do comum, dê ao seu pet um espaço tranquilo.

    Planejamento para o Dia Seguinte: Após a festa, dê ao seu pet algum tempo para descansar. Muita excitação e novidades podem ser cansativas. Mantenha a rotina regular de alimentação e exercícios para garantir um retorno à normalidade.

    Lembre-se, a segurança e o bem-estar do seu pet são prioridades durante as comemorações. Com cuidado e antecipação, você pode garantir que todos os membros da família, peludos ou não, aproveitem a festa.

  • A Pata da Criatividade: Quando Pets Fazem Arte!

    A Pata da Criatividade: Quando Pets Fazem Arte!

    Se você tem um animal de estimação, sabe que eles são capazes de trazer muita alegria às nossas vidas. Mas, você já imaginou seu bichinho como um artista? Bem, prepare-se para conhecer uma tendência incrível: pets fazendo arte. Nesta matéria, vamos explorar como os mais adoráveis membros da nossa família estão se tornando verdadeiros pintores, escultores e artistas em suas próprias casas. Prepare-se para se surpreender e se divertir!

    A Pintura anina

    Nossos amigos de quatro patas agora estão mostrando seus talentos artísticos com pincéis nas patas. Não, isso não é uma brincadeira! Muitos cães foram treinados para criar verdadeiras obras-primas. Com a ajuda de seus tutores, que seguram a tela e os pincéis, esses artistas caninos dão as pinceladas finais em suas coloridas criações. Os resultados podem variar de belas abstrações a pinturas mais… “abstratas”. Alguns até desenvolveram preferências por certas cores!

    Gatos Escultores

    Enquanto os cães pegam os pincéis, os gatos preferem pegar a argila. Sim, nossos amigos felinos também se tornaram escultores talentosos. Com suas patinhas ágeis e curiosas, eles moldam e esculpem. É claro que a natureza independente dos gatos frequentemente resulta em esculturas um tanto… peculiares. Mas quem pode julgar a arte? Cada peça é verdadeiramente única.

    Obras-primas Inesperadas

    Outros animais de estimação, como coelhos e papagaios, também estão participando dessa tendência artística. Alguns fazem colagens de papel picado, enquanto outros usam seus bicos para criar incríveis obras de arte abstrata. A diversidade de estilos é notável!

    A Importância da Supervisão

    É importante notar que a segurança e o bem-estar dos animais sempre devem vir em primeiro lugar. A supervisão de um tutor é fundamental para garantir que a atividade seja segura e não cause estresse aos pets. Além disso, os materiais usados devem ser seguros e não tóxicos.

    Conclusão

    Se você tem um pet em casa, por que não tentar deixar a criatividade fluir? Quem sabe seu cão, gato, coelho ou pássaro não seja o próximo grande artista do mundo animal? Além disso, essa atividade é uma ótima maneira de fortalecer ainda mais o vínculo com seu companheiro peludo. Afinal, a arte não é apenas para humanos; nossos bichinhos têm muito a expressar. Portanto, pegue um avental, prepare os materiais e embarque nessa jornada artística com seu fiel amigo de estimação. Quem sabe o que vocês criarão juntos?

  • Cães e gatos: tutores devem ficar atentos às doenças mais graves

    Cães e gatos: tutores devem ficar atentos às doenças mais graves

    FIV, FELV, cinomose, raiva e leishmaniose são patologias que acometem os pets e exigem maior atenção.

    Segundo o Censo Pet IPB, realizado pelo Instituto Pet Brasil, o país encerrou o ano de 2021 com 149,6 milhões de animais de estimação. O estudo apontou que os cães e gatos lideram a presença nos lares brasileiros. Essa parceria exige, além de amor e carinho, a responsabilidade dos tutores com a saúde dos pets.

    O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV RJ) informa que há patologias graves que podem acometer os animais de estimação. Entre aquelas que atingem os felinos, estão a FIV e a FELV. Já entre os caninos, o órgão destaca a cinomose, a raiva e a leishmaniose.

    Por isso, a recomendação é manter-se atento aos cuidados com pet. Algumas dessas patologias mais graves são desenvolvidas a partir de pequenos deslizes, como a queda da imunidade. Dessa forma, é preciso garantir a boa saúde dos animais de estimação.

    As orientações para uma vida plena e saudável aos cães e gatos incluem a visita regular ao consultório veterinário, a atualização frequente da carteira de vacinação e a garantia de um espaço adaptado e limpo para a vivência dos animais.

    Conhecer os sintomas das doenças que podem acometer os pets também é considerado um importante passo para preveni-las e tratá-las no estágio inicial, quando os primeiros sinais aparecerem. 

    FIV felina

    Conhecida como a Aids nos gatos, a FIV é uma doença causada pelo vírus da imunodeficiência felina e atinge o sistema imunológico dos bichanos. Segundo informações da American Association of Feline Practitioners, a patologia é mais comum em machos que não são castrados e que costumam brigar com outros felinos. 

    A doença tem três fases diferentes. Na primeira, o animal infectado tende a apresentar febre, aumento de linfonodos e anorexia. A segunda é assintomática. Na terceira, os riscos de morte são maiores, e os sintomas costumam ser lesões de pele, infecção generalizada e doenças secundárias que podem afetar gengiva, boca, pele, trato digestivo e urinário.

    Há diferentes exames que mostram o diagnóstico, sendo o mais comum o teste sorológico, conhecido como “teste rápido”. A doença não tem cura, mas é possível melhorar a qualidade de vida do gato através do tratamento paliativo.

    A transmissão da FIV se dá por meio da saliva e ocorre em felinos que têm livre acesso à rua. A castração do gato é a principal forma de prevenção, pois evita escapadas para a rua e, consequentemente, o contato com animais infectados. 

    Apesar de ser uma doença do mesmo gênero do HIV humano, a FIV felina não causa prejuízos à saúde pública, visto que não é uma zoonose. 

    FELV

    A FELV é popularmente conhecida como leucemia felina por ser bastante parecida com a patologia que acomete os humanos. De acordo com as informações da American Association of Feline Practitioners, o vírus causador dessa condição é espalhado entre os gatos que vivem juntos. 

    A doença é transmitida entre os felinos por meio de mordidas, arranhões, divisão de potes de comida e água, brinquedos ou contato direto. Entre os sintomas mais comuns estão anemia, febre, emagrecimento, disfunções gengivais e alterações comportamentais.  

    Estudos científicos apontam que os filhotes são mais suscetíveis à infecção por FELV do que os gatos adultos. O método mais rápido para o diagnóstico é o teste sorológico. 

    Segundo a American Association of Feline Practitioners, a doença é altamente contagiosa e não apresenta cura. No entanto, existe uma vacina para a prevenção, mas antes de aplicá-la, é necessário realizar um teste rápido para verificar a presença do vírus. 

    Outras atitudes recomendadas para evitar a presença da FELV é a castração do gato e a preferência pela criação em casa. A patologia felina também não é considerada uma zoonose.

    Cinomose

    É uma doença viral que atinge os cachorros. Segundo um artigo científico da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a patologia é causada por um vírus da família Paramyxoviridae e pertence ao gênero Morbilli virus, que leva o cachorro a desenvolver problemas neurológicos e sistêmicos graves. 

    A doença pode ser dividida em três fases: respiratória, gastrointestinal e neurológica, sendo a última a mais grave de todas. A lista de sintomas pode variar, mas de acordo com o CRMV- RJ, os mais comuns são: vômitos, diarreia, corrimento nasal, tosse, pneumonia, tremores musculares, incoordenação motora e convulsões.

    O estudo da UFU destaca que a cinomose é uma doença altamente contagiosa e que apresenta uma taxa de mortalidade considerável. A transmissão entre os cães ocorre por meio do contato com secreções e excreções de animais infectados. A patologia afeta mais os filhotes não vacinados. 

    O diagnóstico pode ser realizado por avaliação clínica e confirmado com exames laboratoriais. A doença não apresenta cura, e o tratamento é indicado para dar suporte e controlar os sintomas a fim de evitar a evolução para a forma mais grave. 

    O melhor método de prevenção para a cinomose, de acordo com a UFU, é a vacinação com a V10, obrigatória nos filhotes. A doença também não é caracterizada como zoonose.

    Raiva canina

    É outra doença grave e sem cura. Segundo um artigo científico da União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago), a patologia também é conhecida como encefalite rábica ou hidrofobia, sendo uma condição que pode evoluir rapidamente, levando o animal a óbito. 

    A raiva canina é causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridade, que se instala no sistema nervoso central e se reproduz nas glândulas salivares por onde ocorre sua eliminação. Por esse motivo, a forma de contágio é pela saliva, mordida, arranhões e lambidas de animais que têm a doença ou objetos contaminados. 

    De acordo com o CRMV-RJ, a raiva provoca alterações sensoriais no animal. Dessa forma, a doença é caracterizada pela mudança de comportamento. Inicialmente, o cão fica agressivo e, conforme a evolução da patologia, há a paralisia. 

    A forma mais eficaz de prevenir a doença é por meio da vacinação, que é obrigatória. A primeira dose deve ser aplicada em filhotes aos seis meses de idade, com reforço anual. Vale lembrar que a raiva é uma zoonose, ou seja, também pode atingir os humanos.

    Leishmaniose canina

    Também é uma doença grave à saúde dos cães. Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV PR), a patologia é causada por um protozoário, sendo transmitida pela picada de um inseto vetor. 

    Logo após a picada, é possível perceber o surgimento de uma pequena lesão na pele do animal e, posteriormente, ocorrem os primeiros sintomas. Entre as manifestações estão: febre, fraqueza, queda do pelo, perda de apetite e crescimento anormal das unhas. 

    A patologia pode favorecer o surgimento de outras doenças, já que a imunidade do cão fica comprometida. Assim como a raiva canina, a leishmaniose também é uma zoonose, podendo atingir o sistema imunológico humano. 

    Até o momento, não há tratamento eficaz para curar a doença. Dessa forma, os tutores devem buscar orientação do médico veterinário para controlar os sintomas e evitar que o animal transmita a doença. A prevenção é, portanto, uma das maiores formas de combater essa condição. 

  • Desvendando os sinais de infestação de pulgas em cães

    Desvendando os sinais de infestação de pulgas em cães

    É preciso entender os indicativos dessa infestação e tratar com eficácia o problema

    Crédito: iStock

    Entre as várias preocupações que um tutor pode ter está a possibilidade de infestação por pulgas no animal de estimação. Esses pequenos parasitas podem causar desconforto significativo ao cão e até mesmo impactar sua saúde. É preciso reconhecer os sinais de uma infestação de pulgas para que se intervenha rapidamente para garantir o bem-estar do animal.

    Um sinal comum de uma infestação de pulgas em cães é a coceira intensa e súbita. Se o cão está se virando rapidamente para morder e coçar áreas específicas do corpo, como a região próxima ao rabo, esse é um sinal de alerta. Essa coceira repentina e persistente muitas vezes indica que o cão foi mordido por uma pulga.

    Outro sinal revelador é a presença de pequenos pontos pretos entre os pelos do cão. Isso é, na verdade, o cocô das pulgas que também são conhecidos por “grãos de pulga”. Esses pontos consistem em sangue digerido pelas pulgas encontrados nos locais preferidos pelas pulgas, como próximo ao rabo, na barriga ou na cabeça do cão.

    A mordida de pulga não é apenas irritante. Para alguns cães, ela pode desencadear reações alérgicas significativas que vão além do simples desconforto. Quando animais que apresentam hipersensibilidade à picada de pulga são mordidos por uma, seu sistema imunológico reage de forma exagerada, resultando em outros sintomas como manchas avermelhadas ou áreas inchadas.

    A constante coceira e mordida de pulgas podem ainda levar à irritação da pele e à formação de feridas. É preciso ficar de olho nesses sinais, já que essas áreas afetadas podem ser portas de entrada para infecções bacterianas secundárias. O local pode se tornar um local propício para a invasão de microrganismos indesejados.

    Também é necessário observar mudanças de comportamento do cão. Uma infestação de pulgas pode transformar um cão normalmente tranquilo em um animal agitado e irritadiço. Ele pode também se tornar sensível ao toque, reagindo com agressividade quando alguém tenta o acariciar. O desconforto prolongado pode ainda levar o cão à apatia ou até mesmo à depressão.

    Tratamentos eficazes para proteger o cão das pulgas

    Felizmente, há uma série de cuidados e tratamentos eficazes disponíveis para garantir que o cão possa viver uma vida livre de desconfortos. Um dos principais passos é a administração adequada do medicamento antipulgas, como o Bravecto de 20 a 40 kg. Um dos principais passos é a administração adequada dos medicamentos antipulgas, considerando o peso do animal.

    Há medicamentos de diferentes formas, como comprimidos, coleiras e produtos tópicos projetados para eliminar tanto pulgas adultas como também as formas imaturas, como ovos e larvas. O tratamento não só elimina pulgas existentes, mas também previne futuras infestações, proporcionando um alívio duradouro.

    Há ainda xampus especialmente desenvolvidos para matar as pulgas dos cães. É importante seguir as orientações de profissionais da área para entender ao certo a frequência dos banhos e as técnicas corretas de aplicação. Os animais de estimação necessitam de uma abordagem integral de cuidados para que possam contribuir para o seu bem-estar.

  • Conheça os benefícios dos alimentos úmidos para cães e gatos

    Conheça os benefícios dos alimentos úmidos para cães e gatos

    Rica em nutrientes, dieta contribui para uma refeição completa e balanceada e ainda melhora a hidratação dos pets

    A escolha da alimentação desempenha um papel crucial na saúde dos cães e gatos, e é por isso que os alimentos úmidos ganham destaque como opção nutritiva aos animais de estimação. 

    A principal diferença nutricional entre alimentos úmidos e secos reside no teor de umidade. Enquanto os secos contêm no máximo 12% de umidade, os alimentos úmidos apresentam um mínimo de 65%. Isso não apenas confere um sabor mais atrativo aos animais, mas também permite uma diluição mais eficiente de calorias. 

    “Para atender às necessidades calóricas diárias de um cão ou gato, o volume de alimento úmido consumido geralmente é maior em comparação aos alimentos secos”, explica Flavio Lopes, veterinário especializado em nutrição da Hill´s Pet Nutrition.

    Os benefícios dos alimentos úmidos são vastos. Sua alta umidade resulta em maior palatabilidade, tornando-os uma excelente opção para animais doentes que não estão se alimentando adequadamente. “Além disso, podem aumentar a ingestão hídrica, sendo particularmente úteis para animais com menor tendência a beber água, como os gatos”, ressalta Lopes. Oferecer alimentos úmidos também pode ser uma estratégia eficaz de condicionamento educacional para cães e gatos.

    A importância da hidratação é enfatizada no contexto de cães e gatos com problemas de desidratação. Animais que não ingerem água suficiente podem desenvolver problemas no trato urinário, como a formação de urólitos. “Oferecer a esses animais alimentos úmidos pode estimular a micção, evitando a concentração de urina e ajudando a prevenir a formação de cálculos na vesícula urinária “, explica Lopes.

    Para os idosos também é uma ótima opção. “Esses animais muitas vezes precisam de alimentos mais macios e de fácil mastigação, e a alta umidade proporciona essa textura suave”, observa Lopes.

    Conservantes e sódio podem fazer mal?

    Desmistificando algumas preocupações comuns, o veterinário aborda mitos associados aos alimentos úmidos. Contrariamente à crença, essas dietas não possuem altos,  tampouco baixos níveis de conservantes, na verdade não possuem nenhum tipo de conservante, pois são esterilizados em autoclaves para preservação. Além disso, os níveis de sódio, muitas vezes questionados, são adequados para cães e gatos, não causando prejuízos à saúde.

    A transição para alimentos úmidos deve ser gradual para evitar problemas intestinais, e sua escolha deve ser baseada em marcas confiáveis e excelente reputação científica. No entanto, Lopes enfatiza que as dietas úmidas não controlam o peso dos animais, sendo necessário gerenciar a quantidade adequada para evitar o ganho excessivo.

    “A alimentação úmida pode desempenhar um papel vital na nutrição e saúde de cães e gatos. No entanto, é sempre recomendado consultar um veterinário para determinar as necessidades específicas de cada animal”, conclui Lopes.

  • Cuidados especiais com os pets na relação com a família

    Cuidados especiais com os pets na relação com a família

    Os animais de estimação ocupam um lugar especial em nossos corações e lares, trazendo alegria, companheirismo e amor incondicional. Como membros da família, nossos pets merecem cuidados especiais para garantir seu bem-estar e felicidade. Aqui estão algumas orientações detalhadas sobre como proporcionar a eles a melhor qualidade de vida possível:

    • Alimentação balanceada e adequada: A dieta dos pets deve ser cuidadosamente planejada de acordo com a espécie, porte, idade e necessidades individuais. Consulte um veterinário para determinar a quantidade e o tipo de alimento apropriado. Evite alimentar com restos de comida humana, que podem conter ingredientes prejudiciais. Forneça água fresca e limpa sempre disponível.

    • Atividade física regular: Assim como nós, nossos animais de estimação precisam de exercícios regulares para manter a saúde física e mental. Passeios diários, brincadeiras interativas e estimulação mental são essenciais. Crie uma rotina de atividades para mantê-los ativos e felizes.

    • Higiene e cuidados com a saúde: Banhos regulares, escovação de pelos, cuidados dentários e cortes de unhas são parte fundamental dos cuidados com os pets. Marque consultas veterinárias periódicas para verificar a saúde geral e manter as vacinas em dia. Administre medicamentos conforme indicado pelo profissional de saúde animal.

    • Ambiente seguro e confortável: Mantenha um ambiente seguro dentro de casa e no quintal, livre de substâncias tóxicas, fios elétricos soltos e objetos que possam representar perigo. Proporcione um espaço aconchegante com uma cama confortável e brinquedos adequados para evitar o tédio.

    • Socialização e interação: Animais sociais, como cães, gatos e até mesmo coelhos, se beneficiam da interação com outros animais e pessoas. Passeie com seu cão, ofereça oportunidades para brincar com outros pets e reserve tempo para brincadeiras em família. Isso ajuda a evitar o isolamento e o desenvolvimento de comportamentos indesejados.

    • Treinamento e educação: Treine seus pets para obedecer comandos básicos, como “senta”, “fica” e “venha”. Isso não apenas facilita a convivência, mas também proporciona estimulação mental. Use reforços positivos, como petiscos e elogios, para recompensar comportamentos desejados.

    • Prevenção de parasitas: Mantenha seus pets protegidos contra pulgas, carrapatos, vermes e outros parasitas. Use produtos recomendados pelo veterinário e mantenha a higiene do ambiente. Examine regularmente os pelos e a pele em busca de sinais de infestação.

    • Atenção à saúde mental: Além do cuidado físico, é importante atentar para a saúde mental dos pets. Fique atento a mudanças de comportamento, como apatia, agressão ou isolamento. Ofereça carinho, atenção e, se necessário, consulte um veterinário ou especialista em comportamento animal.

    • Viagens e mudanças na rotina: Ao viajar ou realizar mudanças na rotina, leve em consideração as necessidades do seu pet. Forneça transporte seguro e confortável, traga os pertences familiares e mantenha uma rotina consistente mesmo durante as mudanças.

    • Amor e companheirismo: Por fim, lembre-se de que o amor e o carinho são fundamentais. Dedique tempo de qualidade, afagos e momentos de interação diários. A relação entre você, sua família e seus pets é construída sobre o amor e o respeito mútuo.

    Ao seguir essas orientações detalhadas, você estará proporcionando cuidados especiais e completos aos seus animais de estimação. Lembre-se de que cada pet é único, portanto, observe suas necessidades individuais e ajuste os cuidados conforme necessário. Com amor, atenção e dedicação, você estará criando um ambiente saudável e feliz para seus companheiros peludos.

  • Desvendando os sinais de infestação de pulgas em cães

    Desvendando os sinais de infestação de pulgas em cães

    É preciso entender os indicativos dessa infestação e tratar com eficácia o problema

    Crédito: iStock

    Entre as várias preocupações que um tutor pode ter está a possibilidade de infestação por pulgas no animal de estimação. Esses pequenos parasitas podem causar desconforto significativo ao cão e até mesmo impactar sua saúde. É preciso reconhecer os sinais de uma infestação de pulgas para que se intervenha rapidamente para garantir o bem-estar do animal.

    Um sinal comum de uma infestação de pulgas em cães é a coceira intensa e súbita. Se o cão está se virando rapidamente para morder e coçar áreas específicas do corpo, como a região próxima ao rabo, esse é um sinal de alerta. Essa coceira repentina e persistente muitas vezes indica que o cão foi mordido por uma pulga.

    Outro sinal revelador é a presença de pequenos pontos pretos entre os pelos do cão. Isso é, na verdade, o cocô das pulgas que também são conhecidos por “grãos de pulga”. Esses pontos consistem em sangue digerido pelas pulgas encontrados nos locais preferidos pelas pulgas, como próximo ao rabo, na barriga ou na cabeça do cão.

    A mordida de pulga não é apenas irritante. Para alguns cães, ela pode desencadear reações alérgicas significativas que vão além do simples desconforto. Quando animais que apresentam hipersensibilidade à picada de pulga são mordidos por uma, seu sistema imunológico reage de forma exagerada, resultando em outros sintomas como manchas avermelhadas ou áreas inchadas.

    A constante coceira e mordida de pulgas podem ainda levar à irritação da pele e à formação de feridas. É preciso ficar de olho nesses sinais, já que essas áreas afetadas podem ser portas de entrada para infecções bacterianas secundárias. O local pode se tornar um local propício para a invasão de microrganismos indesejados.

    Também é necessário observar mudanças de comportamento do cão. Uma infestação de pulgas pode transformar um cão normalmente tranquilo em um animal agitado e irritadiço. Ele pode também se tornar sensível ao toque, reagindo com agressividade quando alguém tenta o acariciar. O desconforto prolongado pode ainda levar o cão à apatia ou até mesmo à depressão.

    Tratamentos eficazes para proteger o cão das pulgas

    Felizmente, há uma série de cuidados e tratamentos eficazes disponíveis para garantir que o cão possa viver uma vida livre de desconfortos. Um dos principais passos é a administração adequada do medicamento antipulgas, como o Bravecto de 20 a 40 kg. Um dos principais passos é a administração adequada dos medicamentos antipulgas, considerando o peso do animal.

    Há medicamentos de diferentes formas, como comprimidos, coleiras e produtos tópicos projetados para eliminar tanto pulgas adultas como também as formas imaturas, como ovos e larvas. O tratamento não só elimina pulgas existentes, mas também previne futuras infestações, proporcionando um alívio duradouro.

    Há ainda xampus especialmente desenvolvidos para matar as pulgas dos cães. É importante seguir as orientações de profissionais da área para entender ao certo a frequência dos banhos e as técnicas corretas de aplicação. Os animais de estimação necessitam de uma abordagem integral de cuidados para que possam contribuir para o seu bem-estar.

  • Dicas para levar seu pet a estabelecimentos na Flórida

    Dicas para levar seu pet a estabelecimentos na Flórida

    A Flórida é conhecida por sua atmosfera descontraída e clima agradável, o que a torna um destino popular tanto para moradores locais quanto para turistas. Se você é um amante de animais de estimação e está planejando aproveitar os restaurantes, bares e cafés da Flórida na companhia do seu pet, é importante estar ciente dos cuidados e protocolos necessários para garantir uma experiência agradável para todos. Nesta matéria, forneceremos dicas valiosas sobre como desfrutar desses estabelecimentos com seu animal de estimação na Flórida.

    Pesquise e planeje com antecedência:

    Antes de sair para um estabelecimento na Flórida com seu pet, é essencial fazer uma pesquisa prévia para saber se o local aceita animais de estimação. Muitos estabelecimentos têm políticas específicas sobre a presença de pets, seja em áreas internas ou em espaços ao ar livre. Verifique os sites dos estabelecimentos, entre em contato por telefone ou procure recomendações online para encontrar lugares que sejam pet-friendly.

    Escolha os locais adequados:

    Ao escolher um restaurante, bar ou café na Flórida para ir com seu pet, opte por estabelecimentos que possuam áreas externas ou pátios especialmente designados para animais de estimação. Essas áreas geralmente têm espaço suficiente para acomodar seu pet de forma confortável e segura. Lembre-se de que nem todos os espaços ao ar livre permitem a presença de animais, então certifique-se de verificar as políticas específicas antes de ir.

    Mantenha seu pet sob controle:

    Ao chegar ao estabelecimento, é importante garantir que seu pet esteja bem-comportado e sob controle o tempo todo. Use uma coleira adequada e, se necessário, uma guia curta para manter seu animal próximo a você. Certifique-se de que seu pet esteja tranquilo e não perturbe os outros clientes ou animais presentes.

    Foto: AdobeStock.

    Leve itens essenciais:

    Antes de sair de casa, leve os itens essenciais para seu pet. Traga uma tigela portátil com água fresca para mantê-lo hidratado durante o passeio. Além disso, traga sacolas para recolher as necessidades do seu animal e mantenha o local limpo. Ter brinquedos ou cobertores familiares também pode ajudar a acalmar seu pet e deixá-lo mais confortável no ambiente.

    Respeite as regras e regulamentos:

    Lembre-se de que nem todos os clientes podem ser tão entusiasmados com animais de estimação quanto você. Respeite as regras e regulamentos estabelecidos pelos estabelecimentos para garantir uma convivência harmoniosa entre pets e pessoas. Além disso, esteja ciente de que alguns lugares podem ter restrições quanto ao tamanho ou número de animais permitidos, então verifique essas informações com antecedência.

    Conclusão:

    Na Flórida, é possível desfrutar de momentos agradáveis em restaurantes, bares e cafés na companhia do seu animal de estimação, desde que sejam seguidos os cuidados adequados. Pesquise previamente os estabelecimentos, verifique se são pet-friendly e respeite as regras e regulamentos. Ao manter seu pet sob controle, levar itens essenciais e agir de forma responsável, você poderá desfrutar de momentos agradáveis enquanto cria memórias especiais na companhia do seu fiel amigo.

  • Cães podem comer frutas? Veja quais são indicadas para os pets

    Cães podem comer frutas? Veja quais são indicadas para os pets

    Ter animais de estimação é muito gratificante para toda a família, porém exige certos cuidados, como os cachorros que necessitam de atenção e respeito aos seus hábitos, consultas periódicas no veterinário, vacinação e alimentação adequada.

    Aliás, a questão alimentar dos pets é um assunto em discussão pelos tutores, inclusive nas redes sociais, que sugerem alimentação natural, porém esta deve ser balanceada e orientada por nutricionistas especializados em bichos de estimação.

    Aqueles que são donos de cães sabem bem como esses amigos ficam felizes quando ganham um alimento vegetal, como cenoura, abobrinha, maçã, banana, entre outras frutas e legumes, seja para mimar, reforçar um comportamento positivo ou para complementar a alimentação.

    As frutas possuem um sabor adocicado e suculento, são excelentes fontes de fibras, vitaminas e minerais, ideais para as pessoas e para os animais, porém para cada espécie é importante conhecer as indicadas; para tanto, vamos relacionar quais frutas os cachorros podem comer.

    1 – Abacaxi: fonte de vitamina A, vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e potássio. É uma fruta adocicada, mas um tanto ácida, e deve ser oferecida com cuidado, para não causar problemas no sistema gastrointestinal do cachorro.

    2 – Banana: pode ser servida sem casca e em pequenos pedaços, é saborosa e adocicada, portanto a banana-prata é indicada para evitar o ganho de peso. Pode ser incluída no preparo de biscoitos caseiros, principalmente se misturada com aveia.

    3 – Laranja: é uma fonte de fibra e pode ser oferecida ao cão com moderação, em razão da acidez, para não prejudicar o sistema gastrointestinal. O indicado é retirar a casca, os caroços e a pele branca que envolve os gomos.

    4 – Maçã: muito apreciada pelos amiguinhos, ideal para os mais idosos, deve ser oferecida sem as sementes, visto serem tóxicas para os cães; esta fruta possui baixo teor de gorduras e proteínas.

    5 – Mamão: os cãezinhos adoram principalmente como picolés; fruta rica em vitamina A, fibra, cálcio e potássio. Porém, em razão da papaína, tem efeito laxante, tanto que o consumo excessivo pode causar diarreias e distúrbios intestinais, portanto o consumo deve ser controlado.

    6 – Pera: rica em fibras, oxidantes, vitaminas A, C e K e cobre, possui baixas calorias; deve ser oferecida sem as sementes e sem o talo duro do meio da fruta, e seu consumo assemelha-se a maçã.

    Yorkshire Terrier na cesta das frutas. Foto: Adobe Stock.

    Entre outras frutas indicadas, algumas são terminantemente proibidas para estes animaizinhos, como uvas, em razão de serem tóxicas e poderem provocar lesões renais; cerejas, que têm possibilidade de conter cianeto e comprometer o transporte de oxigênio celular; caqui e outras frutas cítricas, que provocam a irritação estomacal; abacate, que provoca diarreia e vômitos; e carambola, que, se ingerida por cachorros com problemas renais, provoca maiores implicações.

    A indicação da alimentação dos cães, seja natural ou ração, frutas e legumes, deve ser feita sempre por um profissional formado na faculdade de Medicina Veterinária, cuja qualificação permite orientar qual a melhor dieta alimentar para seu amigo e assim deixá-lo sempre forte e alegre para as brincadeiras.

  • Como evitar a Doença Articular Degenerativa nos pets

    Como evitar a Doença Articular Degenerativa nos pets

    A doença não tem cura e acaba restringindo a movimentação natural dos pets, mas algumas atitudes podem prevenir ou retardar sua aparição

    A Doença Articular Degenerativa (DAD), também conhecida como osteoartrite, acontece devido ao desgaste da cartilagem presente nas articulações e é um problema comum em cães e gatos, afetando cerca de 25% dos animais de estimação. Apesar da maior incidência da DAD ser diagnosticada em animais mais velhos, ela pode se desenvolver em qualquer fase da vida do pet e progredir com o passar do tempo.

    “A Doença Articular Degenerativa não é simples de ser diagnosticada. É uma doença de caráter silencioso, cujo início é quase imperceptível, destacando sutis alterações de comportamento dos animais. Por estas razões, muitas vezes ela só é diagnosticada em seu estado mais avançado, já com os pets mais velhos”, Tais Motta Fernandes, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

    Diferentes fatores são responsáveis por causar a DAD como excesso de impacto na articulação, fraturas intra-articulares, sobrecarga por excesso de peso, além de fatores genéticos que podem fazer com que a DAD se desenvolva precocemente.

    “Os principais sinais de que o pet está com Doença Articular Degenerativa são a dificuldade para se levantar, pular, menor disposição para brincar, necessidade de encurtar os passeios ou de parar várias vezes, manqueira ocasional e, como consequência da restrição de mobilidade, aumento de peso. Além disso, a DAD não tem cura, apenas tratamento que reduz os seus sintomas e que deve acontecer pelo resto da vida do pet”, Tais alerta.

    Diante destas informações, a profissional trouxe algumas dicas que podem auxiliar na prevenção da Doença Articular Degenerativa nos pets e que devem acontecer desde filhote:

    1 – Atividade física moderada:

                Atividade física faz bem para humanos e para animais, desde que não seja muito intensa. O excesso de esforço colocado sobre algumas articulações podem acelerar o processo de degeneração, que é maléfico para o pet. Saiba respeitar os limites do seu pet e, se tiver dúvidas, opte sempre pela caminhada ou passeio no parque, onde o pet possa correr livre e descansar quando sentir necessidade. Sempre que possível, peça a orientação do médico-veterinário.

    2 – Alimentação balanceada:

                A alimentação balanceada dos pets auxilia na nutrição adequada das articulações e também evita que o pet desenvolva sobrepeso, que pode ser um fator agravante para a saúde articular. Ela pode ser realizada através de ração comercial (premium ou superpremium), ou alimentação natural – desde que este último seja muito bem orientado por um médico-veterinário nutrólogo.

    3 – Evite sobrecarregar as articulações:

    Ações que exigem muito esforço articular, como pular para subir ou descer de locais altos são prejudiciais para as articulações do pet, isso pode ser amenizado com o uso de rampas ou pequenos degraus para facilitar o acesso ao pet. O mesmo vale para ambientes com o chão muito liso, que dificulta que o animal caminhe ou corra tranquilamente sem escorregar – neste caso, opte por colocar tapetes e trilhos no chão para que o pet consiga se locomover de forma adequada.

    4 – Suplementos nutricionais:

    Suplementos que tem condroitina, glicosamina, colágenos e ômega-3 na sua formulação ajudam a nutrir e proteger as articulações dos pets, mantendo-as fortes e saudáveis, e podem ser incorporados à rotina alimentar do pet, especialmente para as raças que têm predisposição a apresentar problemas articulares quando mais velhos. A suplementação deve seguir a orientação do médico-veterinário para que esteja de acordo com as necessidades específicas de cada animal.

    5 – Visitas rotineiras ao médico-veterinário:

    Manter a periodicidade na visita ao médico-veterinário é importante para a detecção dos primeiros sinais de problemas articulares, que podem ser muito sutis. A rotina de consultas também ajuda o profissional a acompanhar o desenvolvimento do animal e avaliar o escore corporal do pet, instruindo alterações na dieta caso exista alguma necessidade de redução de peso.

    Sobre a Avert Saúde Animal

    Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br