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Trabalho em 2026 exige mais presença, mas flexibilidade virou regra

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Modelo híbrido se consolida e passa a influenciar decisões de carreira

O debate sobre trabalho remoto nos Estados Unidos entrou em uma nova fase em 2026. A discussão deixou de ser se o funcionário volta ou não ao escritório e passou a girar em torno de como equilibrar presença física e flexibilidade de forma sustentável. Dados recentes indicam que o modelo híbrido se consolidou como o formato mais comum no mercado americano.

Levantamentos realizados entre o fim de 2025 e o início de 2026 mostram que cerca de 53% das empresas que oferecem algum grau de flexibilidade operam hoje em regime híbrido, combinando dias presenciais e remotos. Ao mesmo tempo, aproximadamente 27% dos empregadores passaram a exigir mais dias no escritório, especialmente em cargos de gestão, atendimento ao cliente e áreas consideradas estratégicas.

Do lado dos trabalhadores, a preferência é clara. Pesquisas apontam que 64% dos profissionais nos Estados Unidos preferem manter modelos híbridos ou totalmente remotos e considerariam buscar outra oportunidade caso a flexibilidade desapareça. Para muitos brasileiros que vivem no país, esse cenário impacta diretamente a rotina familiar, o tempo de deslocamento, os custos com transporte e a organização do dia a dia.

Especialistas em mercado de trabalho avaliam que, em 2026, a flexibilidade deixou de ser um benefício adicional e passou a ser um fator de retenção. Empresas que mantêm modelos híbridos tendem a reter talentos com mais facilidade, enquanto estruturas mais rígidas enfrentam maior rotatividade e dificuldade de contratação.

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