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Valentine’s Day na escola americana

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O que pais brasileiros precisam saber para evitar constrangimentos

Para muitas famílias brasileiras que vivem nos Estados Unidos, o Valentine’s Day ainda causa estranhamento quando chega à escola dos filhos. Diferente do Brasil, onde a data costuma ser associada a casais adultos, aqui ela faz parte do calendário escolar como uma atividade social e educativa, sem conotação romântica ou sexual.

Em escolas públicas e privadas, especialmente na educação infantil e no ensino fundamental, é comum que as crianças troquem cartões com todos os colegas da sala. A regra costuma ser simples e bem clara: ninguém fica de fora. Não se escolhe quem recebe. Todos recebem. O objetivo é estimular convivência, inclusão e gentileza, não romance.

Para pais brasileiros, o impacto inicial costuma ser cultural. Muitos se perguntam se devem autorizar, se é exagero ou se o filho está “adiantando etapas”. Na prática, trata-se de um costume institucionalizado, tratado com naturalidade por professores e famílias americanas, sem carga emocional adulta.

Outro ponto importante é o conteúdo. Os cartões precisam ser neutros, simples e adequados à idade. Mensagens românticas, exclusivas ou com brincadeiras de duplo sentido não fazem parte da dinâmica escolar e costumam ser desencorajadas. Em muitas escolas, os próprios professores enviam orientações claras aos pais sobre o que pode ou não pode ser levado.

Há também a questão do custo. Não existe expectativa de gasto alto. Cartões simples, geralmente vendidos em pacotes, são suficientes. Em alguns casos, a escola opta por atividades coletivas em sala, sem troca individual de lembranças, justamente para evitar comparação entre crianças ou pressão financeira.

Para o imigrante brasileiro, entender essa diferença evita constrangimentos e facilita a adaptação. O Valentine’s Day na escola não substitui valores familiares nem interfere na forma como cada casa fala de amor. Ele apenas reflete uma cultura que trabalha desde cedo a convivência social.

Conversar com os filhos, explicar a diferença entre o que acontece na escola e o que se celebra em casa é o melhor caminho. Assim, a criança participa, se sente incluída e aprende a transitar entre culturas com mais segurança.

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