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Acontece Magazine
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5 dicas para quem quer investir em um imóvel nos Estados Unidos

Patricia Pretel
Patricia Pretel

Mesmo num momento de incerteza e segurança para alguns por conta da pandemia, especialistas dizem que o mercado imobiliário pode ser o ponto fora da curva e que pode sair deste período em alta!
Confira as 5 dicas dadas por Patricia Pretel para quem quer investir em um imóvel nos EUA:

Finalidade: Muitas pessoas falam que localização é o ponto mais importante na pesquisa de um imóvel, o que não deixa de ser verdade. Porém, é importante ter a clareza, principalmente quando se fala de estrangeiros comprarem na Flórida, que a melhor forma de se definir qual a localização ideal é se basear na utilização que você pretende dar para seu imóvel. Este é ponto mais importante do processo de compra. A finalidade não se baseia somente em uso próprio ou investimento. Existem várias formas de uso próprio e uma maior variedade ainda em tipos de investimento.

Distrito escolar: Se orientar sobre o distrito escolar, principalmente se pretende usar para moradia e possui filhos com idade escolar. O sistema público de escolas é separado por distritos. O estudante necessariamente deve ser registrado na escola designada para seu endereço. Anualmente o Estando da Flórida divulga a atualização da pontuação de cada escola. Não só para seu uso, mas para uma eventual venda futura, imóveis localizados próximos a escolas classificadas como "A", possuem mais valor agregado.

Vendas recentes: Na hora de pesquisar seu imóvel, é claro que irá avaliar aspectos gerais de características, acabamentos etc. Porém, é importante que ao se decidir pela compra, você solicite ao seu corretor uma análise de imóveis vendidos recentemente na região.

Registro do imóvel: Estude, antes de concretizar a compra, a melhor forma de registrar seu imóvel. Há uma onda de informações na internet que comprar em nome de empresa é sempre o melhor caminho, mas isso depende. Aborde o assunto com o seu corretor para que ele possa te conectar com o profissional especializado e qualificado para tratar do assunto. Ressaltando que, diferente do Brasil, onde muitas vezes se faz o contrato de compra e venda e alguns casos demora-se até anos para finalizar o processo de escritura e registro. Nos Estados Unidos, toda a documentação do imóvel deve ser concluída no ato da compra.

Escolha o corretor: O Estado da Florida possui um banco de dados imobiliário único onde todos os agentes e brokers licenciados possuem acesso aos imóveis à venda. Você escolhe primeiro o corretor com quem deseja trabalhar, para depois escolher seu imóvel com a ajuda deste corretor. Selecione, no máximo, 2 ou 3 profissionais em que acredita serem os mais recomendados. Converse com ele não somente sobre características do imóvel, mas sobre assuntos gerais relacionados ao processo de compra e venda, etc. Assim, fica mais fácil analisar qual deles te ofereceu maior clareza e conhecimento.

 

Sobre Patricia Pretel
Mineira, de Belo Horizonte, Patricia Pretel sempre teve tino para os negócios. Prova disso é que ainda criança, aos 7 anos, sem que ninguém pedisse, resolveu ‘ajudar em casa’ e saiu para vender chocolates feitos pela mãe. Em pouco tempo, para a surpresa da família, vendeu tudo. Ela cresceu, se emancipou aos 12 anos, trabalhou no mercado de luxo e marketing, se mudou para Orlando, nos Estados Unidos, em 2013, e hoje é uma referência na Flórida trabalhando no mercado imobiliário, especialmente na compra e venda de imóveis. De anônimos a famosos, de diferentes nacionalidades, a corretora sempre indica o melhor negócio, seja para um investimento, casa de férias, ou imóvel para morar.

“Em 2010, ainda morando no Brasil, comecei a atuar no mercado americano como consultora de marketing. Ao mudar para Orlando me interessei totalmente na venda de imóveis. Um corretor aqui é como um advogado no Brasil, acompanha o cliente em todas as transações imobiliárias. Minha ampla experiência em marketing e meu conhecimento e interesse por leis só agregaram aos meus serviços”, analisa a profissional, que integra a empresa Define Realty, com um time de corretores residentes e atuantes em cidades diferentes da Flórida. A Define Realty tem também parcerias com imobiliárias no Brasil.

 

 

Por que senhas fáceis de lembrar colocam sua segurança online em risco?

Por que senhas fáceis de lembrar colocam sua segurança online em risco?
Por que senhas fáceis de lembrar colocam sua segurança online em risco?

É evidente que ninguém quer ser hackeado. Porém, apesar de muitos se mostrarem interessados em tomar precauções razoáveis para manter seu dinheiro e informações pessoais em segurança, a maioria das pessoas ainda não seguem dicas eficazes de cibersegurança. O LastPass by LogMeIn analisa os motivos para isso.

Infelizmente, o medo de ser hackeado muitas vezes não é grande o suficiente para superar o medo de lidar com senhas mais fortes. Mas não é preciso se contentar com senhas simples e inseguras – é possível utilizar senhas mais fortes e ter tranquilidade na hora de fazer login também.

Fácil de lembrar também significa fácil de adivinhar

Os resultados recém divulgados do Relatório de Psicologia de Senhas do LastPass revelam que um dos maiores erros que as pessoas continuam cometendo é usar senhas fáceis de lembrar - e, portanto, fáceis de adivinhar. O levantamento entrevistou 3.250 pessoas nos EUA, Reino Unido, Austrália, Brasil, Alemanha e Cingapura e os resultados foram alarmantes.

Quase um quarto dos entrevistados (24%) disse que sua senha contém informações confidenciais e 29% também responderam que possuem um “sistema pessoal” para criar senhas (por exemplo, usam o nome da conta mais os números que têm significado para eles, ou variações diferentes das mesmas datas).

Infelizmente, os humanos não costumam se dar bem criando "sistemas" que serão mais inteligentes que os hackers e seus algoritmos de computador. As redes sociais, inclusive, são ótimas ferramentas para aqueles que desejam colher dados para conseguir acessar contas pessoais de outras pessoas. Questionários e jogos divertidos de perguntas do Facebook são ótimas fontes de informações para hackers e é por isso que datas de aniversário, apelidos, animais de estimação e informações pessoais geram senhas de muito fácil acesso a pessoas mal intencionadas.

Não é surpreendente, então, que 22% dos entrevistados disseram que também poderiam adivinhar a senha do seu parceiro. Destas pessoas, 71% podiam adivinhar a senha de e-mail, 68% as contas de mídia social e 33% as contas financeiras. 19% afirmaram que poderiam até adivinhar as senhas relacionadas ao trabalho de seus parceiros.

O problema é que, se alguém próximo pode adivinhar suas senhas, é provável que outras pessoas também possam.

O medo faz as pessoas fazerem coisas tolas

Quando perguntados por que eles continuam usando senhas criadas com base em dados pessoais, apesar de não serem recomendadas, a maioria das pessoas diz que o faz porque tem medo. 60% afirmam ter medo de esquecer as informações de login. 52% também afirmam querer controlar e conhecer todas as suas senhas. Em resumo, se todas as senhas tiverem que ser longas e únicas, como recomendam os especialistas em segurança, as pessoas têm medo de esquecê-las e precisar lidar com o incômodo de redefini-las com frequência.

O medo está impedindo as pessoas de fazer o que sabem que é preciso. O medo faz pensar que é melhor usar senhas simples e memoráveis, iguais ou quase iguais, em todas as contas. Parece seguro, porque parece que há maior controle, mas isto é apenas uma ilusão. Na verdade, quem faz isso corre ainda mais risco de ter suas contas hackeadas ou invadidas, o que pode custar muito dinheiro, tempo e uma enorme violação de privacidade pessoal.

Criando todas as senhas com um gerador de senhas

A melhor maneira de evitar senhas imagináveis é usar um gerador de senhas para criar palavras de acesso diferentes para todas as contas. Um gerador de senhas conta com um algoritmo de computador para criar códigos totalmente únicos, longos e fortes.

Mas e quanto a lembrar de todas essas senhas? É neste momento que um gerenciador de senhas se torna a opção perfeita para armazenar com segurança senhas e recuperá-las quando for necessário. A maioria dos gerenciadores de senhas, como o LastPass, detecta formulários de login e preenche as informações automaticamente, assim não é preciso nem se preocupar em decorar ou procurar a senha que precisa para acessar uma conta. As contas são armazenadas em um cofre digital pesquisável e fácil de usar, para que o usuário controle todas as suas senhas o tempo todo, independentemente do dispositivo ou navegador que estiver usando.

Agora, com muito do trabalho e socialização acontecendo exclusivamente online por conta da pandemia do novo coronavírus, é mais importante do que nunca descartar práticas ruins de utilização de senhas.

Veja o infográfico completo sobre Psicologia de Senhas do LastPass e confira mais maneiras em que seus colegas estão se colocando em risco online. Você está caindo em alguma das mesmas armadilhas? Acesse: https://bit.ly/2AG58oT

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Sobre o LastPass

O LastPass é um gerenciador de senhas premiado que ajuda mais de 16 milhões de usuários a organizar e proteger suas vidas on-line. Para mais de 58 mil empresas de todos os tamanhos, o LastPass reduz o atrito para os funcionários e aumenta o controle e a visibilidade das equipes de TI com uma solução de fácil acesso, gerenciamento e usabilidade. Desde o logon único e o gerenciamento de senhas até a autenticação adaptável, o LastPass oferece controle superior à TI e acesso sem atrito aos usuários. Para mais informações, visite https://www.lastpass.com/pt.

O LastPass é uma marca comercial da LogMeIn nos EUA e em outros países.

Sobre a LogMeIn, Inc.

A LogMeIn, Inc. simplifica a maneira como as pessoas se conectam umas com as outras e com o mundo ao redor delas para gerar interações significativas, aprofundar relacionamentos e criar melhores resultados para indivíduos e empresas. Uma das 10 maiores empresas públicas de SaaS e líder de mercado em comunicações unificadas e colaboração, identidade e acesso, e soluções de suporte e envolvimento do cliente, a LogMeIn tem milhões de clientes abrangendo praticamente todos os países do mundo. A LogMeIn está sediada em Boston, Massachusetts, com localizações adicionais na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Austrália. Visite: https://www.logmein.com/pt.

 

Conflito de Poderes afasta investidor estrangeiro do Brasil

Conflito de Poderes afasta investidor estrangeiro do Brasil
Conflito de Poderes afasta investidor estrangeiro do Brasil

Um ano após deixar o ranking de países confiáveis para investir, o Brasil tenta a retomada de posições de atratividade ao investimento estrangeiro, mas segue distante de alcançar essa posição, é o que avalia o economista e analista político brasileiro que atua há mais de 30 anos no EUA, e preside da Consultoria Oxford Group.

Há um ano, o Brasil saiu da lista global dos 25 países mais confiáveis para se investir. Nesse período, diversos fatores como a pandemia, e agora mais recentemente, o esboço de um conflito político entre os Poderes no Brasil, suguem intensificando a atratividade negativa de investimentos estrangeiros no país. A avaliação é do economista e analista político brasileiro, presidente da Consultoria americana Oxford Group, Carlo Barbieri.

Desde que "Índice Global de Confiança para Investimentos Estrangeiros" foi desenvolvido, em 1998, essa foi a primeira vez que o Brasil ficou de fora do levantamento feito e divulgado pela consultoria A.T.Kearney. Sem o Brasil, nenhum país da América do Sul apareceu no ranking. Para Carlo Barbieri, a exposição da articulação política entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no Brasil, deve piorar a confiabilidade do Brasil para atração de capital estrangeiro.

"Enquanto não houver uma clara divisão dos poderes em que o executivo executa, o legislativo legisla, e o judiciário julga, nós não conseguiremos transmitir uma imagem de segurança para o investidor estrangeiro. Precisamos ter uma pauta de crescimento bem definida, e que traga a confiança dos investidores de fora. Harmonização dos Poderes no Brasil é fundamental para isso", avalia o economista e analista político.

Para Barbieri, o Brasil precisa transmitir uma imagem de segurança institucional imediatamente. O economista defende a clara distinção entre os poderes da república para atrair a confiabilidade dos investidores externos. Segundo ele, o Brasil investe internamente aproximadamente 15% do seu PIB e precisa passar a investir 25% para realmente passar a ser considerado um país com crescimento econômico sustentável nos próximos anos. Investimentos estrangeiros podem ajudar nisso.

"É preciso que a ideologia seja afastada de decisões relevantes nos três poderes da república brasileira. O diálogo é fundamental para que o mundo veja a capacidade e inteligência do Brasil em gerir seus próprios processos. Ademais, é preciso tirar o peso das empresas estatais que foram criadas ao longo dos últimos anos para gerar cabides de emprego em detrimento do crescimento. Também aplicar uma pauta de reformas substanciais e investir no que se precisa" completa Barbieri.

Uma nova Lógica de Atração Comercial

O economista explica que o momento é mais que oportuno para a retomada econômica pós pandemia do Brasil frente a outros países. "O Brasil tem acesso ao maior mercado do mundo que importa mais de 3 trilhões de dólares por ano que é o Estados Unidos. Com isso, tem uma posição privilegiada para exportar os seus produtos para lá. Dando espaço não apenas para a indústria nacional passar a se desenvolver nesse mercado, como também para as empresas que estão saindo da China encontrarem no Brasil uma nova localização para seus negócios. O Governo brasileiro precisa agir agora", defende Barbieri.

O economista que atua nos EUA há mais de 30 anos, defende que o Governo Brasileiro inicie a busca por uma atividade externa coerente, proativa, extremamente dinâmica que resultará na atração não apenas de capital, mas de tecnologia estrangeiros. Para Carlo Barbieri é urgente reforçar o Brasil dentro do mercado exterior, seja provendo alimentos agrícolas, ou produtos industrializados.

"O Brasil tem que adotar novas estratégias comerciais globais emergentes e assumir definitivamente a liderança, inicialmente pelo menos na América Latina. O país precisa passar por uma série de reformas internas, desburocratizar alguns sistemas e meios de crescimento, e deixar o dinheiro interno para ser investido realmente no progresso. Sobretudo, deve haver diálogo e maturidade dos chefes dos Poderes no Brasil para mostrar ao mundo a capacidade de coordenação e organização", afirma Barbieri.

Brasil cai, EUA sobe

Enquanto a confiança de investidores no Brasil cai, os Estados Unidos seguem, segundo o ranking de confiabilidade para investimentos na primeira posição pelo sétimo ano consecutivo. Dados da Organização ‘Trading Economics’ e do ‘U.S Bureau of Economic Analysis’ mostram que o investimento direto estrangeiro nos Estados Unidos aumentou em 50.582 milhões de dólares no terceiro trimestre de 2019.

Dados do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil / USA 2019, desenvolvido pela Apex-Brasil em parceria com o Brazil-U.S Business Council e a Amcham Brasil mostram que o estoque de IED (Investimento Estrangeiro Direto) brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008, quando era de US$ 9,3 bilhões para US$ 42,8 bilhões em 2017. Segundo o mapa, os Estados Unidos foram a segunda maior origem das importações brasileiras, totalizando US$ 25,1 bilhões em 2017.

Para o economista e analista político Carlo Barbieri, o Brasil vive um cenário de dificuldade recorrente entre os países emergentes e precisa buscar uma solução imediata para a questão. Segundo ele, além de não estar na lista de países seguros para investir, aumentou o número de brasileiros que estão investindo nos Estados Unidos.

"Assim como Turquia e África do Sul, por exemplo, a economia brasileira não está transmitindo segurança para o investimento externo. Então, os investimentos costumam ser pontuais e de curto prazo. Isso resulta em um capital especulativo e com alta variação e instabilidade. Essa situação precisa ser resolvida o quanto antes, pois além de não estar atraindo investidores estrangeiros, aumentou o número de brasileiros que busca investir nos EUA. Ou seja, menos dinheiro entrando e mais saindo", explica.

Carlo Barbieri
Carlo Barbieri

*Carlo Barbieri é analista político e economista. Com mais de 30 anos de experiência nos Estados Unidos, é Presidente do Grupo Oxford, a maior empresa de consultoria brasileira nos EUA. Consultor, jornalista, analista político, palestrante e educador. Formado em Economia e Direito com mais de 60 cursos de especialização no Brasil e no exterior. Mais informações: oxfordusa.com

 

Panorama da economia americana em 2019 e as projeções para 2020

Panorama da economia americana em 2019 e as projeções para 2020
Panorama da economia americana em 2019 e as projeções para 2020

Panorama da economia americana em 2019 e as projeções para 2020
Por enquanto, o cenário é bastante positivo. Mas há riscos a se considerar na economia americana

Miami dia 27 de dezembro de 2019

Por: Abel Fiorot Loureiro é consultor financeiro e mestre em Economia e Finanças


Estamos chegando ao terceiro ano de governo do republicano Donald Trump. É o momento de avaliar os principais indicadores econômicos dessa potência chamada Estados Unidos da América, o país mais rico e poderoso do mundo e para as quais estão voltadas todas as atenções da comunidade financeira e empresarial.

O FED (o Banco Central americano) possui uma posição única, como o coração dos mercados financeiros mundiais. Isso em virtude do vigoroso mercado de fixed income (renda fixa), no qual o governo americano realiza a emissão de títulos de dívida do tesouro. Esses títulos e seu mercado, denominados em inglês como “U.S. government bond market”, ditam as regras e a precificação de ativos em todo o planeta. Não é à toa que vários economistas dizem que “um resfriado nos Estados Unidos gera uma forte gripe em todo o mundo”.

Depois de quase três anos de governo do Trump, um outsider, com pouca experiência política, é importante tirarmos uma foto instantânea (snapshot) da situação econômica dos Estados Unidos. Para fazer esta análise de forma simples e direta, escolhi os seguintes indicadores:

“GDP growth rate”, ou taxa de crescimento do PIB, publicado trimestralmente;
“Unemployment rate”, ou taxa de desemprego, calculada mensalmente;
“Inflation rate”, ou taxa de inflação, calculada mensalmente;
“Interest rate”, ou taxa de juros, divulgada diariamente.

Indicadores
Começo falando sobre o crescimento do PIB. A economia americana apresentou uma alta anualizada de 2,1%, em dados apurados no final do terceiro trimestre (setembro/2019), número um pouco maior que o resultado anterior, denotando expansão da economia. Quem mora aqui percebe isso facilmente. Os negócios e as contratações estão em avanço.

Em relação à taxa de desemprego, há recordes históricos, tendo chegado à marca de 3,5%, o patamar mínimo dos últimos 50 anos. Uma notícia bem animadora foi a geração de posto de trabalho. A criação de vagas, excluído o setor agrícola, foi de 266 mil no mês de novembro de 2019, acima das previsões de vários economistas. Outro fator que registrou aumento foi a produtividade do trabalhador americano.

Devido ao bom desempenho e a toda euforia que isso gera, a taxa de inflação anualizada subiu para 2,1% em novembro. No mês anterior fora apurada em 1,8%, uma taxa meio que consenso para países desenvolvidos e com economia estabilizada. Mesmo assim, o FED manteve as taxas de juros estáveis. Meta na faixa de 1,5% a 1,75%, durante a última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), em 11 de dezembro de 2019. O Banco Central americano não prevê mudanças de taxa de juros no ano de 2020.

Riscos consideráveis
Desde que me mudei para os EUA, tenho lido a respeito de uma possível crise e/ou desacelaração econômica no país. Por enquanto, a economia está indo muito bem, obrigado!

Mas nem tudo são flores, existem riscos a serem considerados. O “deficit” público americano é muito alto e há tensões comerciais com a China. Há também o processo de "impeachment" do presidente Trump. Acho pouco provável esse trâmite para impedimento do presidente avançar, devido principalmente aos números apresentados pela economia até aqui. Mas, em se tratando de política, nunca se sabe. Importante ressaltar que no ano que vem temos eleições presidenciais, e Trump, naturalmente, é candidato à reeleição.

Uma coisa é certa, estamos todos torcendo para que as coisas continuem bem por aqui. Quando a economia americana vai bem, a economia mundial também vai, gerando crescimento e desenvolvimento em várias regiões do planeta, inclusive no Brasil.

Deus abençoe a América! Deus abençoe o Brasil!

Como sempre digo: vamos em frente!

Abel Fiorot Loureiro é consultor financeiro e mestre em Economia e Finanças
Abel Fiorot Loureiro é consultor financeiro e mestre em Economia e Finanças

Fotos: Miami Skyline - Divulgação: GMCVB  / Time Square , NY Foto Reprodução 

Texto originalmente do https://esbrasil.com.br/  escrito por Abel Fiorot Loureiro,  consultor financeiro e mestre em Economia e Finanças. Escreve dos EUA, onde reside. 

 

 

A perspectiva do Bitcoin pós Halving e com a crise mundial

A perspectiva do Bitcoin pós Halving e com a crise mundial
A perspectiva do Bitcoin pós Halving e com a crise mundial

Por: Felipe Gueller
O Halving, regra do algoritmo do Bitcoin que determina a redução, pela metade, do número de novas moedas produzidas pelos mineradores, já passou e agora o que se especula no mercado é como vai ser a perspectiva do Bitcoin para 2020. Além do halving, que influencia no mercado, o mercado de criptomoedas está passando por um momento de crise mundial, devido ao Covid-19. Além disso, a alta do dólar influenciou o ecossistema e gerou uma oscilação dos ativos digitais, gerando incertezas no mercado.

Para Bernardo Schucman, CEO da FastBlock, umas das maiores empresas do mundo de administração e consultoria de blockchain, a perspectiva é que o valor do bitcoin suba gradativamente. Após o halving, podemos constatar que houve uma desaceleração da rede, com perda de hashrate, diminuição da taxa de hash e com isso, acabou gerando um backlog ,uma fila de transações a serem processadas e incluídas no bloco. Temos mais de 70 mil transações a serem incluídas neste momento também temos uma previsão para queda pequena na dificuldade para o próximo recálculo. O principal motivo que vai impulsionar a força do hashrate da rede ,neste momento específico,vai ser o preço do bitcoin.

“Enquanto vemos esse movimento de redução da taxa do hash, vemos também taxas maiores na rede, como por exemplo a taxa de minerador. Para dar velocidade em uma operação para que ela seja confirmada com mais velocidade vai custar mais caro, pois teremos uma fila maior de operações nesse momento que o hashrate da rede está caindo e as taxas de mineração só irão baixar no ajuste da dificuldade, que sempre vem a cada 15 dias em média” revela Bernardo

O preço do Bitcoin após halving, indicou uma tendência para ter uma subida no valor. Além disso, o aumento no bitcoin pode ter sido causado também, pela inclusão das exchanges Gemini e a Coinbase, que passaram a ter contas e processar operações de pagamentos nos bancos da JP Morgan.

Segundo João Canhada, CEO da Foxbit, uma das maiores exchanges de criptoativos do Brasil, historicamente o halving alcançou seu valor mais alto um ano após a data em que ele ocorreu. “Em 2012 houve o primeiro halving e o preço recorde foi batido no ano seguinte, o mesmo ocorreu no halving de 2016 alcançando sua maior cotação em 2017. Levando isso em conta, estávamos otimistas com o preço em dólar, esperando um novo recorde de valor em 2021, mas dado os patamares atuais da moeda americana no Brasil, é provável que o bitcoin supere o preço histórico de 2017 muito mais rápido em nosso país do que no restante do mundo. Assim como todos os outros ativos houve uma queda, mas já foi possível recuperar o 13 de março, além de acumular lucro. Portanto, o bitcoin continua firme como um ótimo ativo para se manter em carteira dado sua recuperação em 2020”, revela Canhada.

Foto: pxfuel

 

 

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Karmel Bortoleti

Making of do ensaio fotográfico de Karmel Bortoleti para a editoria fashion da edição de abril de 2017 da Acontece Magazine


Ensaio fotográfico do ator Caio Castro em Miami para a Acontece Magazine de agosto de 2017

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Vera Viel posa com tema náutico para a Acontece Magazine em Miami

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Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico com as modelos Cate Chant e Flavianny Nassimbeni para a editoria Fashion da edição de maio de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Making Of Abril 2016

Ensaio fotográfico com Karmel Bortoleti para a editoria Fashion da edição de abril de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016

Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016


Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de fevereiro de 2016 da Acontece Magazine


Making Of Janeiro 2016

Making of do ensaio fotográfico para a capa e a editoria fashion da edição de janeiro de 2016 da Acontece Magazine com a participação da modelo Andrea Méndes Arroio


Making Of Dezembro

Acontece Magazine Making of de Dezembro 2015




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