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20 anos da evolução da fotografia: dos filmes para a era digital

20 anos da evolução da fotografia: dos filmes para a era digital
20 anos da evolução da fotografia: dos filmes para a era digital

O Especial 20 anos do Grupo Acontece destaca as duas décadas de evolução da fotografia e as diversas mudanças que transformaram essa arte, ao longo do tempo. Várias tecnologias foram tomando conta desse universo, que impactaram diretamente a forma de fotografar, os equipamentos, o trabalho dos fotógrafos profissionais e a maneira como a fotografia hoje faz parte da vida das pessoas.
Há 20 anos surgiram os primeiros celulares com câmera fotográfica. Ainda não se sabe ao certo qual teria sido, de fato, o primeiro telefone celular equipado com uma câmera. Uma das versões é que foi o SCH-V200, da Samsung, lançado na Coreia do Sul em junho de 2000; mas o J-SH04 da Sharp foi lançado no Japão pela J-Phone em novembro de 2000, e é também reconhecido como o primeiro celular com câmera fotográfica.

O ano 2000, o último do século 20, foi o que trouxe essa nova modalidade de fotografia. O avanço tecnológico experimentado nestes últimos 19 anos transformou as câmeras de aparelhos celulares e as tornou itens obrigatórios, superando as câmeras compactas de fotografia.

Por meio de estudos e inúmeras pesquisas, a digitalização chegou, no século 20, e trouxe grandes benefícios para o mundo da fotografia. Hoje, as novas gerações não têm a menor ideia do que era tirar um número limitado de fotos, esperar o tempo para revelar o filme, torcer para que as fotos estivessem com foco e perfeitas, para então poder guardá-las em um álbum de fotografias.
Atualmente não dá para imaginar um mundo sem as selfies, sem as milhares de possibilidades de filtros, as inúmeras funções fotográficas das máquinas profissionais e a chance de tirar muitas fotos com uma qualidade profissional e do seu próprio celular.

Alguns fotógrafos profissionais brasileiros, radicados na Flórida, inclusive muitos que emprestam o seu talento aos editoriais da Acontece Magazine, viveram intensamente essa evolução da fotografia durante esses 20 anos e contaram suas experiências neste especial. Confira!

Fabiano Silva - Foto: Yasmin Silva
Fabiano Silva - Foto: Yasmin Silva

“Enxergar a foto, antes mesmo de estar com a câmera na mão,  toma tempo, estudo, dedicação e sensibilidade”, Fabiano Silva“Enxergar a foto, antes mesmo de estar com a câmera na mão,  toma tempo, estudo, dedicação e sensibilidade”, Fabiano Silva

Fabiano Silva é fotógrafo há 26 anos, mora na Flórida desde 2005, é especializado em fotografia de casamentos e há oito anos é um dos fotógrafos oficiais da revista Acontece, sendo responsável por diversos ensaios fashion da publicação durante todo esse tempo. Ele conta que essa revolução da fotografia foi uma das melhores coisas que lhe aconteceu. “A foto digital deu uma liberdade que não tínhamos com o filme. São inúmeras vantagens, entre elas a possibilidade de mudar o ISO (sensibilidade do “filme”), o que fez com que hoje tenhamos o poder de sair do sol e ir para a penumbra simplesmente apertando um botão. Há ainda a latitude e a variedade de opções, que no filme era bem limitadas, basicamente os ISOs mais acessíveis eram os mais populares (100 e 200), os mais avançados (400) e os prós (800 +). Hoje, temos ISO de 50 a 3.280.000, possibilitando captar imagens mais naturais. Um outro fator importante foi ter o resultado atrás da câmera, juntamente com a informação técnica, de como foi feita a foto. Me lembro que em 1997 fiz umas fotos noturnas de Brasília em filme e tive que anotar o número da foto, abertura, tempo de exposição, para que, após revelar, eu tivesse as melhores combinações. Hoje com o resultado imediato, posso ser muito mais ousado e criativo”, diz o fotógrafo Fabiano, que é da geração de fotógrafos em que tudo era manual, como o foco, abertura, velocidade, exposição, flash, entre outros recursos. “Lembro que antes de apertar o botão para fazer a foto, já havia passado mil e uma coisas na minha mente. Agora todo este esforço mental eu uso para criar”, afirma.

Sobre a era dos smartphones, Fabiano é otimista. “Vivemos em um tempo abençoado, onde temos uma câmera de alta qualidade em nossos bolsos, mas isso não é suficiente. O fotógrafo tem que aprender a enxergar a foto, antes mesmo de estar com a câmera na mão, e isso toma tempo, estudo, dedicação, sensibilidade. A câmera é só uma ferramenta, e como toda ferramenta, é preciso saber utilizá-la.” E se empolga com as novas tecnologias na sua área: “eu fico cada vez mais entusiasmado com a evolução em nossa área, é absolutamente incrível tudo o que tem acontecido. Um celular hoje produz resultados melhores do que uma câmera profissional que custava US$ 5.000 há dez anos. De 2005 até agora, eu já tive mais de 35 bodies de câmeras diferentes e continuo me atualizando e renovando os meus equipamentos”, conta o fotógrafo.

E Fabiano dá dicas para quem quer investir em fotografia. “Câmera é simplesmente uma ferramenta, e como toda ferramenta, deve ser tratada como tal. Então, a pergunta que devemos fazer é qual o tipo de serviço/situação em que vamos usá-la, para foto ou vídeo? Qual é o orçamento disponível, qual o peso e tamanho? Estas são algumas das perguntas que um fotógrafo deveria fazer, antes de investir. E é importante ter diferentes câmeras e lentes para diferentes tipos de trabalhos fotográficos.”

Um bom fotógrafo de casamento, nas décadas de 80/90:
• Não cortou a cabeça nas fotos.
• Fez a foto em “foco” e nos níveis aceitáveis para aquela época.
• Conseguiu não “queimar” muitas fotos.
• Conseguiu fotos que não ficaram muito claras.
• Conseguiu entregar de 150 a 200 fotos boas após o casamento.
• Tinha uma câmera que trocasse a lente e/ou pudesse colocar um flash em cima, mesmo que a câmera tivesse mais de 20 anos de uso.

Um bom fotógrafo de casamento, nos dias de hoje:
• Ter uma câmera de última geração.
• Entender de Photoshop, Lightroom, Instagram, Facebook, Pinterest, Wi-Fi, Bluetooth (e muito mais).
• Luz natural, Flash, Led.
• Ser bom de fotos espontâneas e também de pose (fazer parecer natural).
• Ser popular - conquistar vários seguidores em redes sociais.
• Entregar de 500 a 2000 fotos de excelente qualidade nos mais variados detalhes que envolvem uma grande produção de casamento.

 

Bill Paparazzi - Foto: Antonio Martins
Bill Paparazzi - Foto: Antonio Martins

“A fotografia tornou-se parte do cotidiano de todo o mundo”, Bill Paparazzi

Ele é conhecido como o fotógrafo das celebridades na Flórida e tem muita história para contar sobre a sua longa trajetória de quase 30 anos de carreira. A paixão pelas lentes aconteceu nos meados dos anos 70, quando ainda era adolescente e trabalhava no setor financeiro. Desde então, Bill Paparazzi nunca mais foi visto sem uma câmera fotográfica. O mineiro que vive e trabalha na Flórida registra os destaques de eventos, shows e celebridades para o grupo Acontece há exatos 20 anos e celebra com a gente essas duas décadas. “Na Flórida comecei a fotografar para os jornais comunitários nos meados dos anos 90, e para o grupo Acontece há 20 anos, pouco tempo depois que o site da empresa foi fundado”, diz Paparazzi.

O fotógrafo conhece bem os detalhes da evolução da fotografia nessas duas décadas. “A transição do filme de 35 mm para o digital foi o renascimento da fotografia, um novo conceito em matéria de fotografia, uma tecnologia avançada, onde hoje você fotografa, faz correções, posta ou imprime e, se não bastasse, consegue enviar para qualquer lugar no mundo em questão de minutos”, afirma.
Além de muito conhecido e querido pelos brasileiros que vivem na Flórida, Bill Paparazzi é um fotógrafo premiado pelo seu excelente trabalho com a mídia brasileira nos EUA e coleciona momentos marcantes na sua trajetória. “Difícil escolher um momento na minha carreira, mas gosto muito de fotografar a cobertura anual do Brazilian Press Award (hoje Focus Brasil). Sinto-me um privilegiado ao registrar o reconhecimento ao talento e às dedicações de inúmeros brasileiros residentes neste país reunidos em um só lugar”, conta.

Durante esses 20 anos, Bill Paparazzi passou por diversas mudanças e desafios no mundo da fotografia e, com a sua alegria de sempre, enxerga o lado positivo de toda essa evolução. “ Penso que através dos celulares nos tornamos todos fotógrafos, não existe ninguém que não seja fotógrafo, onde quer que você ponha os pés encontrará alguém fotografando, somado a isto, a qualidade das fotos através de celulares supera muitas vezes câmaras de excelente porte, noutras palavras, a fotografia tornou-se parte do cotidiano de todo o mundo”, conclui Paparazzi.

 

Jade Matarazzo - Foto: Self Portrait
Jade Matarazzo - Foto: Self Portrait

“Foi difícil superar a resistência em mudar para algo totalmente novo”,  Jade Matarazzo

A fotógrafa e curadora Jade Matarazzo conheceu o amor pela fotografia aos 16 anos, quando foi estudar na Suíça. Desde 1990, a artista vive na Flórida, onde abriu o seu próprio estúdio em Weston. A paixão pela arte de fotografar foi crescendo e tornou-se a sua profissão, possibilitando-lhe viver essa evolução transformadora da fotografia. “Quando comecei, em 1982, a fotografia ainda não era digital, e difícil foi superar a resistência que havia dentro de mim em mudar para algo totalmente novo. Quando comprei minha primeira câmera digital, ela vinha com um disco dentro, era lenta e a qualidade do filme ainda era muito superior às novas digitais do mercado. Mas ao longo dos anos as máquinas foram se tornando mais eficientes, mais leves e eventualmente consegui abrir mão da minha Leica M6TTL”, conta a fotógrafa.
Durante os últimos anos, o trabalho de Jade Matarazzo já esteve em destaque na revista Acontece, principalmente em dois eventos pioneiros na questão de apoio à fotografia para brasileiros: o ArtBrazil, que começou em 2011, e o Brazilian Eyes, que é especificamente para amantes da fotografia. “Estes eventos abrem portas para pessoas que têm talento mas não sabem bem por onde começar, e quando acontecem eventos assim, acontece também um network importante para uma boa troca de ideias e experiências, assim como a possibilidade de participação em outros eventos fora de suas comunidades locais”, aponta.

Segundo Jade Matarazzo, nos últimos dez anos a fotografia evoluiu muito em todos os aspectos, mas também perdeu um pouco com a existência do digital. “Todo mundo de repente virou fotógrafo. Foi preciso um esforço maior da parte de profissionais da fotografia para se sobressair e manter-se no mercado com destaque, e por consequência disso, acho que os que conseguiram transcender este desafio ganharam a recompensa de fazer parte de um grupo seleto de fotógrafos, que ficaram no mercado daqui e não precisam fazer outras atividades para fechar as contas no final de cada mês”, finaliza a fotógrafa.

 

Leonardo Vicario - Foto: Self Portrait

“Cada fotografia é única e especial”,“Cada fotografia é única e especial”, Leonardo Vicario

 O fotógrafo Leonardo Vicario se apaixonou pela fotografia ainda na faculdade de Publicidade e Propaganda, onde aprendeu a arte de fotografar com filme 35 mm- os famosos negativos. O que começou como um hobby foi ganhando clareza e, em 2010, ele começou a trabalhar como fotógrafo profissional, especializado em ensaios fashion e editoriais. Na Flórida desde 2016, Leo já fez diversos ensaios de moda editorial para a revista Acontece, entre centenas de outros ensaios fashion. O fotógrafo acredita que as transformações da fotografia estão ligadas a uma demanda do mercado. “A evolução da fotografia está relacionada com as questões sociais e tecnológicas da era em que vivemos. A fotografia muda de acordo com as necessidades do mercado.

O que antes tinha a grande responsabilidade de comunicar algo da forma mais artística possível, hoje ganha também a busca pela atenção social e a necessidade de se compartilhar tudo o que fazemos, em tempo real”, afirma Vicario. Na área de moda, a tecnologia é o grande diferencial dessas duas décadas. “Com um número cada vez maior de canais surgindo nos mais diversos meios, e também com o aparecimento de novas áreas profissionais no espaço fashion, o mercado está superexigente e a concorrência cada vez mais afiada. Quem consegue a foto primeiro, consegue se destacar nas publicações e nos principais trabalhos, principalmente nos editoriais. Junto ao acesso à tecnologia, os fotógrafos precisam, além de correr contra o tempo, bater de frente com a popularização das tecnologias fotográficas em aparelhos portáteis. Antigamente, você como fotógrafo brigava por um ângulo melhor com os outros fotógrafos da área. Hoje, você precisa também desviar dos celulares, câmeras e tablets no meio do caminho”, analisa o artista. Nesse momento atual, Leo acredita fielmente que quantidade não significa qualidade. “Para mim, fotografar carrega um conceito muito maior. Eu não clico apenas por clicar, eu quero contar uma história, conversar com o mundo sobre as minhas ideias e entregar para o cliente uma peça de arte, que signifique algo maior para ele e para mim também. Cada fotografia é única e especial.”

 

Cris Ulla - Foto: Alvaro Sanchis

“Estamos sempre estudando e fazendo o “Estamos sempre estudando e fazendo o máximo para melhorar e inovar”, Cris Ulla

A fotógrafa Cris Ulla mora em Miami desde 1989, e é também uma profissional que conhece muito bem a evolução da fotografia. Quando veio morar em Miami, Cris viveu aquela febre de lojas brasileiras de eletrônicos, em Downtown, que recebia uma grande quantidade de turistas e excursões vindas do Brasil e vendia diversos equipamentos fotográficos. “Por muitos anos, essas lojas foram a principal renda de muitos de nós brasileiros trabalhadores de Miami, entre elas a Carol Shop, Victor’s, Brasilia, Peninha Shop, Amec Center, North Rio e muitas outras”, afirma Ulla. Naquela época, as lojas ainda vendiam câmeras de filme reflex que trocavam as lentes, filmes e todo tipo de acessórios, mas a crise no Brasil, em 2002, obrigou Ulla a se reinventar. “ A crise de 2002 e o dólar disparado forçaram o fechamento da maioria dessas lojas e eu tive que passar de vendedora de equipamentos fotográficos à fotógrafa profissional, em um estúdio bem americano para crianças dentro da famosa Babies R ’US”, conta. A fotógrafa trabalhou nesse estúdio por quase dois anos, quando descobriu que a fotografia era a sua paixão e ela foi estudar no Miami Dade Community College. “Estudei para aprender tudo de fotografia, até revelar filmes em quarto escuro e, ao mesmo tempo, outra grande revolução e outro boom chegou com a transição de filme para digital”, conta.

Mas foi em 2016 que Cris Ulla começou a fotografar profissionalmente e foi fazendo seus contatos e portfólio. “Lembrei que, com 15 anos, meu pai tinha uma câmera de filme Pentax e eu resolvi fazer um desfile entre amigas e irmãs com books de fotos e ainda ficaram boas!” (risos). Hoje Cris Ulla vive da fotografia em todos os seus estilos, fashion, celebridades, blogueiras, família, festas de 15 anos, casamentos, eventos, gastronomia e fotos de empresas imobiliárias, principalmente ensaios com gestantes, newborns e partos. Para a artista, a imagem é tudo, principalmente na era das redes sociais. “Estamos sempre estudando e fazendo o máximo para melhorar e inovar. Espero que a profissão de fotógrafo seja mais valorizada e que as pessoas não pensem que o nosso trabalho é de apenas apertar um botão de uma câmera boa. As fotos vão ganhando valor com o tempo e se tornam verdadeiros tesouros de família e, no final, o que fica realmente são as lindas memórias”, finaliza Ulla.

 

Antonio Martins - Foto: Leo Vicario

“As mudanças afetaram o comportamento, hábitos e desejos do consumidor”, Antonio Martins“As mudanças afetaram o comportamento, hábitos e desejos do consumidor”, Antonio Martins

O publicitário, fotógrafo e publisher da Acontece Magazine, Antonio Martins, também vivenciou de perto todas essas transformações tecnológicas da fotografia, lidando diariamente com diferentes mídias ao longo de 20 anos, desde a fundação do site Acontece.com em 1999, passando pela criação da agência de publicidade, até a fundação da revista e todas as suas redes sociais. “Nos últimos 20 anos o mundo presenciou mudanças avassaladoras no mercado audiovisual, na tecnologia, na indústria e no comércio de fotos e vídeos, mas sobretudo no comportamento, hábitos e desejos do consumidor. Não só as câmeras, mas os operadores das mesmas viveram uma série de transformações nas últimas décadas e, com certeza, continuarão vivenciando transformações. E aí está o grande desafio pessoal e profissional em todas as áreas. A necessidade de estarmos sempre nos atualizando para permanecer no mercado, desempenhando trabalhos de forma competitiva e eficaz, e acompanhando essa imensa onda de novidades por que estamos passando, pois com certeza avanços surpreendentes deverão ser apresentados e incorporados nos próximos anos.”

Antonio destaca que a evolução da fotografia digital também reduziu drasticamente os custos de produção de fotos, filmes e comerciais publicitários. “Há 20 anos, quando produzíamos um comercial aqui no sul da Flórida, produzíamos a maioria no formato Betacam e, quando buscávamos mais qualidade, tínhamos que fazer em filme de 16 milímetros e isso demandava um conhecimento muito maior, era muito custoso, além do trabalho que era maior. Hoje, na era digital, conseguimos fazer produções com uma qualidade ainda maior e por um custo muito menor, com valor aproximado de 20% do que custava há 20 anos atrás”, afirma o publicitário.

 

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