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Taís Araújo na novela “Amor de Mãe” - Foto: Globo/ João Cotta
Taís Araújo na novela “Amor de Mãe” - Foto: Globo/ João Cotta

Por Fernanda Tótoli

Há mais de 20 anos brilhando na tela das TVs brasileiras, Taís Araújo vive grande momento, marcando presença na série “Aruanas” e na novela “Amor de Mãe”.

Taís Araújo é uma das grandes atrizes brasileiras dos últimos anos. Sua versatilidade e talento já foram comprovados em diversos papéis. A atriz também possui o feito de ter sido a primeira protagonista negra de uma novela das 21h na Globo. Atualmente, ela se desdobra vivendo Vitória na novela “Amor de Mãe’ e Verônica na série “Aruanas”, que está disponível na plataforma do GloboPlay.
Em entrevista à Revista Acontece, Taís Araújo contou sobre seus trabalhos e vida pessoal. Confira.

Você integrou o elenco de “Aruanas”, que em breve terá sua segunda temporada. Como descreve a primeira etapa dessa trama?
“Aruanas” é um thriller, um suspense cheio de conflitos. Quando você acaba um episódio, quer saber imediatamente o que vai acontecer no próximo. Já imaginava que o público, assim como aconteceu comigo quando li o último episódio, também logo perguntaria pela segunda temporada. A série já começa em um momento de tensão da Verônica, minha personagem, com as outras companheiras, Luiza (Leandra Leal) e Natalie (Débora Falabella). Elas recebem uma denúncia e decidem que precisam se mudar para a Amazônia.

E quem é a Verônica?
A Verônica é uma mulher que teve a infância muito dura, e acho que por isso ela virou uma mulher fria e metódica. Ela teve que levar a vida assim, muito a ferro e fogo, para virar quem ela virou: uma advogada de ponta, muito conceituada no mercado. Ao mesmo tempo, ela acaba cometendo um erro muito grave. Ela se envolve com o marido de uma das melhores amigas. E aí você vê toda essa retidão de caráter, essa frieza, mas ninguém consegue ser assim o tempo todo. A gente erra, é do ser humano. E esse é um erro pelo qual ela não se perdoa. Quando eu li, me apaixonei pela complexidade da história.

Como foi o processo de preparação do elenco?
Foi bem especial. Fizemos um trabalho parecido com o que fazemos no teatro. É o que chamamos de trabalho de mesa, quando nos sentamos e lemos todos os episódios. O que eu achei mais especial deste trabalho é que começamos a gravar na Amazônia. Especialmente para o núcleo da “Aruanas”. Estávamos todos muito longe de nossas casas, todos ali só para trabalhar, então acabamos formando um núcleo muito forte. Foi essencial para entendermos do que a gente estava falando. Seria muito diferente a gente começar a gravar em São Paulo, por exemplo, e chegar lá sem essa vivência.

Você está no ar como uma das protagonistas de “Amor de Mãe”, no papel da Vitória. Como é a sua personagem?
A Vitória é uma mulher com muitos sonhos, que conseguiu realizar todas as suas vontades materiais. Ela quer muito ser mãe, chega aos 42 anos e tem muita dificuldade para engravidar. Ela começa a questionar se valeu investir tanto na sua carreira e ter conquistado tantas coisas, se o que talvez era mais fundamental para ela, ela não conseguiu. Então ela adota uma criança. E depois de muitas tentativas frustradas de engravidar, ela sai com o Davi (Vladimir Brichta), um cara que ela acabou de conhecer, e engravida. Ela vira mãe de duas crianças praticamente ao mesmo tempo. E aí, ela tem que lidar com a maternidade dupla e com a carreira. Ela é advogada, defende profissionais de ética duvidosa e isso vira uma questão na vida dela depois da maternidade.

Taís Araújo conversou com exclusividade com a Acontece - Foto: Globo/João Miguel Junior

E como a questão da adoção é tratada pela personagem?
A Vitória queria muito ter um filho e não necessariamente um filho biológico, o que é muito bonito. Ela tinha a necessidade de se doar para alguém e não só para o trabalho. Na verdade, não só se doar, é a necessidade da troca que a maternidade proporciona. É uma troca muito linda, de aprendizado também. E a adoção foi uma decisão dela muito consciente. Ela pensa, “se eu não for mãe biológica, serei mãe de outra maneira”.

Como a trama mostra esse processo?
É lindo, acho que ela foi uma mulher que pesquisou muito sobre adoção. Quando falam que ela está apta a adotar, ela fica numa expectativa por esse filho que vai ‘nascer’. Não tenho filhos adotivos, mas eu imagino que deve ser muito lindo quando você encontra o seu filho e isso independe de onde ele venha, se ele vem do seu útero ou não. Depois de todo o processo, o menino vai para a casa com ela e ela vive toda essa maternidade. E esperando outra criança.

Como é o relacionamento da Vitória com o Davi, personagem vivido pelo Vladimir Brichta na novela?
O Davi entra da maneira mais louca na vida dela, no dia em que ela se separa. Uma maluquice. Também é no dia em que ela se separa que recebe a confirmação de que está apta a adotar. Tudo acontece quando ela sai com as irmãs para contar as novidades. Ela e Davi se trombam e dão um beijo. De lá, eles saem e ela engravida desse cara! E ele é o oposto dela. Ela trabalha para o Álvaro (Irandhir Santos), empreiteiro que não vale muita coisa, que lida com a corrupção de uma maneira muito banal. E o Davi é o oposto do cliente dela: ambientalista, biólogo, que tem o sonho de limpar a Baía de Guanabara, idealista. O pai do filho dela é o maior inimigo do cliente dela.

E como é a relação da Vitória com a Lurdes, interpretada pela Regina Casé?
Acho que ela tem uma admiração profunda pela Lurdes. A Lurdes é uma mulher que criou quatro filhos e a Vitória olha para ela e vê uma supermãe. Quer aprender com ela. No início da trama, a Lurdes é babá do filho da Vitória. E aí tem essa relação que é bem comum aqui no Brasil, profissional, mas que também passa pelo afeto. Ela sabe que precisa da Lurdes para que ela continue a ser a profissional que ela é.

Por décadas, as novelas e séries brasileiras tiveram poucos atores negros. Na sua opinião, isso melhorou nos últimos anos?
Sem dúvida, houve uma melhora sim nos últimos anos e eu acho que vale destacar também a melhora dos personagens. Temos personagens com histórias, com família, com cenário, com tramas ricas, no sentido da dramaturgia mesmo.

Você começou muito jovem e após estrear em “Tocaia Grande”, foi protagonista na novela “Xica da Silva”, da TV Manchete, e anos depois foi a 1ª protagonista negra em uma novela das 21h da Globo? Qual a importância desses trabalhos em sua vida?
Esses foram personagens fundamentais para a construção da atriz que hoje eu sou e que venho construindo ao longo da minha carreira. Há até um intervalo entre eles, entre “Xica da Silva”, por exemplo, e a primeira protagonista que eu fiz na Globo, antes da Helena, que foi em “Da Cor do Pecado”. Foi um intervalo de sete anos, que acredito ter sido fundamental para o meu crescimento e entendimento, porque eu comecei muito jovem. Ter começado muito jovem também me deu uma atropelada, mas foi interessante dar uma parada para continuar seguindo.

Dentre as várias personagens que você já interpretou, qual foi a mais difícil e a que mais te marcou?
Eu acho que tenho duas personagens que foram muito difíceis. Uma é a Verônica, de “Aruanas”, porque era um registro muito diferente do meu e era difícil de fazer. E a Vitória, ela também tem uma dificuldade por conta da grande complexidade em uma novela que tem um tempo muito longo. Segurar essa complexidade assim dá uma canseira, mas é um desafio interessante.

E como é conciliar o lado profissional com a família, dá tempo para curtir bem as duas partes?
Dá para conciliar, mas eu estou sempre equilibrando os pratinhos. Estou em um momento muito intenso de trabalho, que tento conciliar com a família. Eu consigo nos meus intervalos, e é sempre na base do sacrifício, mas tudo bem. É uma escolha minha. Também tenho essa vantagem: quando estou de férias eu sou 100% deles e isso eles já entenderam. E essa é a logística da minha casa. Eles são filhos de dois atores. Então, a nossa vida não é moleza. Eles não vão ter pais chegando em casa às seis da tarde, nunca têm, é muito raro, mas nos momentos que temos em casa a gente está para eles.

A Revista Acontece esteve no evento de lançamento do Globoplay em Miami, que celebrou a chegada da plataforma ao país. Você integra o elenco de “Aruanas”, que em breve ganhará uma segunda temporada. Como é trabalhar nessa nova janela de exibição, onde tudo é acessível a qualquer hora e de qualquer lugar?
Eu acho que os streamings sempre são sensacionais, porque eles abrem muitas possibilidades para gente, mais oportunidades de trabalho. E o fato de poder ver em qualquer lugar e a qualquer hora é um ganho. Estamos todos em um ritmo em que a gente não consegue mais chegar em casa na hora para assistir aos nossos programas favoritos. E que bom que agora eles estão ali, esperando pela gente em algum lugar! Além disso, com o streaming temos muita liberdade de criação de formatos, de temas.

A vida de uma artista quase sempre é bem corrida, mas nos momentos de descanso e lazer, o que você curte fazer?
O meu momento de lazer é ficar em casa com os meus filhos, com os meus amigos, ir ao cinema. Eu também saio muito para jantar com o meu marido. Às vezes, vou ao samba e me divirto.

 

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