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Acontece Mag 20190615 Cronica 11
Guloseimas e infância

Por Nilson Lattari
O garoto entrou na loja, praticamente puxando o pai pelo braço, e com o dedo em riste apontava para as bolas...

Acontece Mag 20190607 Olhos 10
Comendo com os olhos

Crônica por Nilson LattariComemos com os olhos, abrindo desmesuradamente as pupilas como se o mundo não fosse suficientemente...

Acontece Mag 20190531 Livros 10
Existem livros

Cronica por Nilson Lattari
Mesmo que em sua estante existam aqueles livros clássicos, de Machado a Eça, dos autores russos, dos...

Acontece Mag 20190531 Mao 10
Não, a palavra mágica

Cronica por Nilson Lattari
A primeira palavra mágica que eu aprendi na vida foi o Não. Ela sempre foi a solução para todos os dilemas:...

Acontece Mag 20181220 Inesquecivel 10
Um amor inesquecível

Crônica por Nilson Lattari
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Crônica do Amor Insano

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Eu sei que dá medo
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Crônica por Nilson Lattari  O seu estilo era de namorar, desse estilo de andar de mãos dadas pelas ruas. E as lembranças que tinha das namoradas era a forma como as mãos se davam na caminhada. E, no entanto, não era disso o que mais recordava.  Enquanto se debruçava na janela, lembrava de Mariana, com seu jeito de princesa, deixando sua mão leve presa na dele, a seguir docemente seu caminho. Tinha um andar elegante, principalmente quando usava sua saia plissada, um pouco rodada para o seu gosto, a sua blusa leve, uma leve maquiagem, os cabelos pretos, o brinco discreto que o penteado de corte curto no seu cabelo ondulado deixava aparecer. Tinha um jeito seguro de se aproximar de seu braço a indicar, discretamente, com a outra mão, algum lugar ou circunstância que lhe parecia interessante. Seguia com ela pelas ruas e levando aquela princesa pelas mãos, se sentia um príncipe de verdade.  Júlia, no entanto, era diferente. Tinha um jeito alegre, as calças jeans com os rasgos nos joelhos, que provocavam suas brincadeiras, ela abandonava suas mãos e abraçava suavemente pelos seus cotovelos, encostando seu rosto nos seus ombros e seguia tagarelando falando sempre de coisas interessantes que vira, ou de algum assunto do momento em que achara alguma graça. Ele ria também, e se sentia conduzido pelo abraço leve, praticamente rindo sozinho, e era uma criança que voltava no tempo.  Márcia tinha um jeito de curiosa e seu olhar se perdia pelos cartazes, pelas pessoas que passavam pela rua, e era de poucas palavras, e prestava atenção a tudo que dizia, concordando com um olhar, não com um sorriso, mas, os brilhos dos olhos demonstravam todo seu afeto. Andando com ela era o centro das atenções, e se julgava o dono do mundo.  Somente as mãos podem dizer tudo o que somos. Na maneira de suar, de sentir calafrios, sentir o leve toque, como de alguém esperado que anuncia sua chegada, bem antes de o rosto aparecer.  Mas, de todas as lembranças que podia recorrer, não era de mãos que se lembrava, mas era quando Ludmila surgiu no meio de uma multidão, se aproximando devagarinho, tentando surpreendê-lo, quando esperava no ponto de encontro. Daquela namorada não era o toque suave dos dedos, mas, o olhar brilhante que se iluminava quando, descoberta, antes da travessura, era com os lábios anunciando rindo quando os olhos achavam o que o seu coração procurava.
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Dormir com ela
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Dormir com ela

Crônica por Nilson Lattari Não consigo passar a noite sem ela, eu juro, ao dizer isso. Quando a escuridão da noite se aproxima eu penso na próxima etapa, e ainda com os olhos arregalados eu olho através do…
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Dormir com ela
Dormir com ela

Crônica por Nilson Lattari

Não consigo passar a noite sem ela, eu juro, ao dizer isso. Quando a escuridão da noite se aproxima eu penso na próxima etapa, e ainda com os olhos arregalados eu olho através do negror da cortina que desaba no quarto, e tento enxergar, descobrir, como ela virá vestida.

Temos uma senha, ou algo assim. Primeiro fecho os olhos e imagino um lugar qualquer, desses que ficaram perdidos no tempo passado, e resolvo dar um rumo, um novo roteiro na minha vida que seria no futuro.

Amante qual seria? A profissão, qual eu teria? E o que resolveria estudar, tentando uma outra formação, outra informação, dessas que já temos no futuro, e a transportamos para o passado de então.

Pronto. A cama já está feita e ela, bem ao meu lado, se deita. Começamos então a colocar pedra sobre pedra, elaborando caminhos, e... Ah! É claro! Os diálogos são perfeitos e encadeados, e o ouvido, enfim, ouve aquilo que deixou de ser dito, na hora devida, o sim e o não, sob o devido controle, colocam as coisas no devido eixo, e assim vai seguindo o mundo, em um caminho paralelo, sem desleixo.

Algo é murmurado, e claro, refazemos todo o trajeto, começamos do jeito que se quer, para que toda a caminhada chegue ao rumo certo. Aquele elogio que deveria ter sido dito, na mesma hora ganha vida, o beijo que ficou preso se expande e ganha ares de amante, ele é quente, mais amadurecido, mais prensado, nenhuma daquelas bobagens que foram ditas, na forma e na hora errada, Deus me livre, são logo abandonadas e fica aquele dito por não dito.

Realmente, somente com ela ao lado, a felicidade existe. O mundo? Ah! O mundo é bem diferente, para os outros é claro, que não fazem parte daquele círculo! Mas para os próximos, não, não, tudo fica diferente, harmonioso, e os momentos tristes são devidamente evitados.

As maravilhas correm a mil. Nos abraçamos e ficamos ali juntinhos, pensando, no murmurinho das vozes, a dizer coisas doces um para o outro. Que mundo, então, passa a existir, o sono chega, e quem sabe nos sonhos eles, aqueles momentos, não continuarão!

Antes que o dia ilumine pela janela, e ainda torcendo que se anuncie o som do rouxinol e não da cotovia, os olhos, ainda adormecidos, aos ouvidos chegando outros sons, tentam perdurar mais um pouco a pouca escuridão. Ela vai se embora, saindo de mansinho, abandonando o nosso ninho, essa louca imaginação.

E vem depois aquele desânimo, que desencadeia por dentro de nós, uma realidade crua e iluminada, deixando na mente bem marcada, se perguntando, como uma cicatriz: Meu Deus, por que não foi assim que eu fiz?

Foto: v2osk on Unsplash

 

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