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Acontece Magazine
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Acontece Mag 20190615 Cronica 11
Guloseimas e infância

Por Nilson Lattari
O garoto entrou na loja, praticamente puxando o pai pelo braço, e com o dedo em riste apontava para as bolas...

Acontece Mag 20190607 Olhos 10
Comendo com os olhos

Crônica por Nilson LattariComemos com os olhos, abrindo desmesuradamente as pupilas como se o mundo não fosse suficientemente...

Acontece Mag 20190531 Livros 10
Existem livros

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Mesmo que em sua estante existam aqueles livros clássicos, de Machado a Eça, dos autores russos, dos...

Acontece Mag 20190531 Mao 10
Não, a palavra mágica

Cronica por Nilson Lattari
A primeira palavra mágica que eu aprendi na vida foi o Não. Ela sempre foi a solução para todos os dilemas:...

Acontece Mag 20181220 Inesquecivel 10
Um amor inesquecível

Crônica por Nilson Lattari
Era preciso esquecer aquele amor. Isso era tudo que Sônia desejava. Enquanto seu coração pedia o esquecimento,...

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O amor é cego

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O amor é cego

O amor é cego

11/20/2019 Acontece Magazine
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Crônica do amor profano

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Crônica do Amor Insano

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Amar, multiplo de ex
07/19/2019

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Eu sei que dá medo
07/08/2019

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Entre a Verdade e a Fé
07/08/2019

Entre a Verdade e a Fé

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As cidades
06/27/2019

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Crônica por Nilson Lattari As cidades guardam dentro de si mais do que ruelas apertadas, ruas largas, avenidas, janelas, carros parando nos sinais para as gentes apressadas, e seguirem depois em loucas…
Guloseimas e infância
06/14/2019

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Por Nilson Lattari O garoto entrou na loja, praticamente puxando o pai pelo braço, e com o dedo em riste apontava para as bolas de vidro recheadas de balas, com invólucros coloridos. O pai, pacientemente,…
Comendo com os olhos
06/07/2019

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Crônica por Nilson LattariComemos com os olhos, abrindo desmesuradamente as pupilas como se o mundo não fosse suficientemente grande para isso, ou que diante deles o mundo fosse suficientemente pequeno para…
Existem livros
05/31/2019

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Cronica por Nilson Lattari Mesmo que em sua estante existam aqueles livros clássicos, de Machado a Eça, dos autores russos, dos americanos, daqueles autores da moda, teóricos deslumbrantes e as suas formas de…
Não, a palavra mágica
05/24/2019

Não, a palavra mágica

Cronica por Nilson Lattari A primeira palavra mágica que eu aprendi na vida foi o Não. Ela sempre foi a solução para todos os dilemas: não quero, não vou, não gosto. Todas elas parecem vir de alguém teimoso,…
Crônica por Nilson Lattari  O seu estilo era de namorar, desse estilo de andar de mãos dadas pelas ruas. E as lembranças que tinha das namoradas era a forma como as mãos se davam na caminhada. E, no entanto, não era disso o que mais recordava.  Enquanto se debruçava na janela, lembrava de Mariana, com seu jeito de princesa, deixando sua mão leve presa na dele, a seguir docemente seu caminho. Tinha um andar elegante, principalmente quando usava sua saia plissada, um pouco rodada para o seu gosto, a sua blusa leve, uma leve maquiagem, os cabelos pretos, o brinco discreto que o penteado de corte curto no seu cabelo ondulado deixava aparecer. Tinha um jeito seguro de se aproximar de seu braço a indicar, discretamente, com a outra mão, algum lugar ou circunstância que lhe parecia interessante. Seguia com ela pelas ruas e levando aquela princesa pelas mãos, se sentia um príncipe de verdade.  Júlia, no entanto, era diferente. Tinha um jeito alegre, as calças jeans com os rasgos nos joelhos, que provocavam suas brincadeiras, ela abandonava suas mãos e abraçava suavemente pelos seus cotovelos, encostando seu rosto nos seus ombros e seguia tagarelando falando sempre de coisas interessantes que vira, ou de algum assunto do momento em que achara alguma graça. Ele ria também, e se sentia conduzido pelo abraço leve, praticamente rindo sozinho, e era uma criança que voltava no tempo.  Márcia tinha um jeito de curiosa e seu olhar se perdia pelos cartazes, pelas pessoas que passavam pela rua, e era de poucas palavras, e prestava atenção a tudo que dizia, concordando com um olhar, não com um sorriso, mas, os brilhos dos olhos demonstravam todo seu afeto. Andando com ela era o centro das atenções, e se julgava o dono do mundo.  Somente as mãos podem dizer tudo o que somos. Na maneira de suar, de sentir calafrios, sentir o leve toque, como de alguém esperado que anuncia sua chegada, bem antes de o rosto aparecer.  Mas, de todas as lembranças que podia recorrer, não era de mãos que se lembrava, mas era quando Ludmila surgiu no meio de uma multidão, se aproximando devagarinho, tentando surpreendê-lo, quando esperava no ponto de encontro. Daquela namorada não era o toque suave dos dedos, mas, o olhar brilhante que se iluminava quando, descoberta, antes da travessura, era com os lábios anunciando rindo quando os olhos achavam o que o seu coração procurava.
05/18/2019

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Dormir com ela
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O amor é cego
O amor é cego

Crônica por Nilson Lattari

Se um preto e uma branca, uma gorda e um magro, um baixo e uma alta e uma jovem e um velho passeiam de mãos dadas pelas ruas, trocando carícias, dizendo coisas ao ouvido de um e de outro, rindo de coisas simples e em voz baixa fazendo planos, poderiam dizer alguns e pensariam outros, que estão fora do jogo, que o amor é cego, coitado.

Nessa hora, o amor responderia que pior cego é aquele que não quer ver. Porque o amor olha com olhos diferentes, o amor de olhar por dentro de cada um, e dentro de cada um dos amantes há um mundo inteiro a compartilhar, e que mantém aqueles que passam, olham e imaginam muito longe desse compartilhamento, de que os olhos do amor enxergam tudo, tudo aquilo que aqueles que não amam, ou não estão no estado de amar, não conseguem enxergar.

O amor é cego porque ele tateia o corpo de quem se ama, como a cegueira que procura a zona de conforto. O amor é cego porque ultrapassa as barreiras do preconceito, do padrão de beleza e não vê diferença no tempo entre dois cegos a se encontrarem.

O amor, como o cego, esbarra naquilo que não vê, como se fosse o encontro do acaso, uma química qualquer se esvai e percorre todo o corpo, não sabendo bem no que esbarrou o olhar e, de repente, tudo em volta para, e procura entender o que está a sua frente, não pensa em escapar ou evitar, mas, pelo contrário, deseja mergulhar fundo para descobrir o que fazer com aquilo que enternece o corpo e a alma, e nos faz apaixonar.

O cego procura melhorar e aguçar os outros sentidos que lhe restam, o amor, ao contrário, desliga tudo que tem em volta e fecha os olhos procurando curtir aquela escuridão, que vem de surpresa calando as vozes da multidão.

O cego segura a mão daquele que o guia, o amor segura a mão da cegueira e se entrega ao prazer de cada dia.

O cego evita o obstáculo, o amor o enfrenta e acolhe, o cego procura chegar ao destino em segurança, o amor se prepara para a mudança, sabendo que nada será como antes.

O cego chega ao destino e fecha a porta se retirando ao seu mundo particular, onde tudo lhe é familiar, o amor abre uma porta nova e se deixa naufragar e se entrega ao destino e à aventura.

O amor é cego por muitos motivos: é um guia amante da cegueira que leva outro cego pelo braço; aproxima dois seres que sem pensar dizem segredos de si para cada um em momentos de ternura; pensa que mais vale dois pássaros voando com as mãos entrelaçadas do que um pássaro sozinho, triste e amargurado.

Foto: Mayur Gala on Unsplash

 

Crônica do amor profano
Crônica do amor profano

Por Nilson Lattari

Meu nome consta na sua agenda como um nome a mais, mas não existe a coragem de colocar prazer ao seu lado. Para mim você não necessita de palavras, nem mesmo versos bem colocados, não precisa de um jantar à luz de velas, e nem é preciso criar um clima romântico. Sou leviano, sou leve, sou fugaz, sou a vela acesa que ilumina a sua solidão.

Minhas roupas são uma embalagem que se desembrulha como um presente, como caixas de sapatos, de roupas que, alegremente, são compradas em uma butique, em um supermercado, colocadas no chão da sala, do quarto, em cima da cama.

Posso rir se me for pedido, posso colocar as roupas que as fantasias que abundam sua imaginação quiserem, posso chegar chorando, pedindo para que você me proteja, ou posso me deixar espancar, se esse for o desejo.

Sou inerte, sou frio e o meu exterior abunda o falso que você acredita em ser verdadeiro. Não me importa sua cor, sua condição, e me porto da maneira possível, dando a você a impressão de que é dono de alguma coisa.

Rio, no entanto, por dentro. Se você pudesse imaginar o que eu penso, que o meu corpo está ali, mas a minha alma não é possível. Sou leviano, ou leviana, sou o objeto de uso e abuso, sou o objeto de um contrato.

Sou capaz de dizer as palavras que você quiser ouvir, e escutar as suas como se fossem as mais importantes.

Sou um amor comprado, me vendo, e o tato de sua mão que me causa asco, voa áspera pelo corpo trabalhado para que você possa ter.

Estou ao alcance de um telefonema, de um pedido, de um acordo financeiro, para alguém que não é capaz de pedir a outro alguém que simplesmente o ame, e o leviano é a imagem do casal apaixonado que nós inventamos e que se enrola na cama.

Quando vou embora, você não pode perceber o alívio que vai dentro de mim. Não vou perder tempo em velar o seu sono, nem mesmo te acariciar o rosto agradecendo um prazer que você me deu.

O único momento em que elevo as mãos é pegar o dinheiro do pagamento pelo prazer que você sentiu. Ao bater a porta te deixo solitário, quem sabe chorando pela incapacidade de saber viver e sofrer na conquista de um amor legítimo, que te enriqueça nas brigas, nos sorrisos espontâneos, no passeio pela casa, leve e sem ser profano.

Foto: Taylor Harding on Unsplash

 

Crônica da Loucura
Crônica da Loucura

Por Nilson Lattari

Afinal que loucura é essa que anda pelas mentes, essa vontade irresistível de mudanças? Como é ser louco em um mundo cada vez mais distante do humanismo que deveria permear todas as nossas ações?

Que faz um louco que diz coisas insanas como querer menos desigualdades, a bradar pelos ares que devemos ser mais iguais, menos egoístas, menos ambiciosos na forma de buscar novas formas de viver, mas de acumular coisas, como se fôssemos viver eternamente e nossos destinos seriam o de alugar galpões de fundos intermináveis?

Enquanto um louco sorri sozinho, de si mesmo, de seus devaneios, esses loucos que lutam por novas formas de viver são as vítimas dos sorrisos daqueles que passam e os ouvem a bradar pelas praças, a empunhar faixas e cartazes, de que a vida tem de mudar. São loucos a pedir o término da loucura.

Loucos são aqueles que buscam uma vida mais simples, que procuram formas mais naturais de se alimentar, de consumir, dentro dos seus limites, estabelecendo uma nova forma de entender a felicidade, que mesmo restrita a uma casa, a um quarto, a uma mente descolada, apenas são vistos como os loucos, os diferentes.

A diferença é a loucura dos visionários, e não a indiferença que está dentro de nós - que mundo louco, meu Deus!

No final do século XIX ficou estabelecido que loucos seriam aqueles que não obedeciam às normas sociais. E quantas coisas foram feitas aos loucos que apenas queriam mostrar no presente as mudanças possíveis no futuro? Quantas vezes as ideias loucas por um mundo mais justo foram consumidas nas fogueiras, escondidas e guardadas em livros que se empoeiraram nas bibliotecas e nos porões sujos, protegidos pela onda de normalidade que assaltou alguns de nós.

Enquanto os loucos querem um outro mundo possível, livre das amarras e das ideias já estabelecidas e prontas para aqueles que estão vindo, há os que obedecem ao sistema pronto e desfilam suas normalidades e falsas aparências.

Como não estabelecer um muro divisório físico, real e outro dentro de nós mesmos? Todos têm medo dos loucos e das suas loucuras. Quem sabe eles mesmos nem têm ideia aonde as suas loucuras os vão levar? Mas vão, mas se sentirem medo ou dor, vão assim mesmo.

Cada louco com sua mania, cada louco com seu sonho. Como é a sensação dos normais olharem por cima dos muros e rir da loucura dos outros? Será que riem ou gracejam do outro ou riem de si mesmos por não serem corajosos em embarcar na loucura do futuro possível, são os risos dos nervosos e claudicantes.

Loucos são os revolucionários, que quando veem suas ideias sucumbirem no caudaloso rio da subserviência são somente loucos e que a eles não se deve dar atenção. Ou então são os heróis do futuro, aqueles que propuseram uma nova forma de vida, não tão nova, porque queiramos ou não ela está dentro de nós, espremida pela loucura de viver um mundo para o qual não fomos forjados para viver e a nossa zona de conforto.

Quantos loucos de verdade saíram para as ruas a defender heróis forjados na primeira hora, quantos serviram de loucos para resguardar a loucura do egoísmo de poucos? Quantos foram taxados de loucos por defender alguma coisa contrária?

Se ficamos louco de amor, fazemos coisas além de nós: pulamos muros, convenções, preconceitos, apenas pela vontade pura de exercer nossa paixão. Loucos são assim, mas somente os amantes são adorados e os revolucionários quando são vitoriosos. Amar é uma forma de loucura. Se todos nós somos capazes de amar, por que não nos permitir outras loucuras?

Mbuki-mvuki é uma expressão do bantu (África) que é intraduzível, e remete àquela vontade irresistível de tirar as roupas enquanto dança. Pense na palavra, no seu jeito, e se imagine. Embarque nas palavras e nas ideias loucas que o mundo dos loucos te dá. Tenha o seu momento de loucura.

Foto: Daniele Levis Pelusi on Unsplash

 

Crônica do Amor Insano
Crônica do Amor Insano

Por Nilson Lattari

O amor é uma insanidade. Não existe uma idade sã para encontrá-lo. É devaneio, é desconcerto, é uma mistura de gotas de mel em um cálice de angústia. É não acreditar quando se pede um coração e acredita-se ser uma conquista, é um roubar um coração sem nunca ter pulado um muro no meio da escuridão. É o farfalhar do vento a gargalhar no campo, é a calma segura do lobo à espreita.

O amor é insano na tenra juventude, onde os olhares úmidos e as mãos trêmulas se encontram. Ele é calmo na última idade, onde o vulcão explode por dentro e se traduz em palavras.

Fazer loucuras de amor não é algo insano? Mesmo porque as loucuras não são loucuras de se cercar com muros altos de hospício, mas, antes de tudo o sacrifício de passar os dias e as noites a pensar no rosto de alguém, de lembrar a voz, e achar, sem sombra de dúvidas, que tudo aquilo que foi dito não havia sido ouvido antes de outro alguém.

O amor é insano como é o navegar de um navio perdido em um mar tão grande. É insano ter a coragem de enfrentar céus e terras só para fazer vigília diante do rosto tranquilizador.

É insano depositar toda a esperança de vida e felicidade nas mãos desconhecidas de alguém, e, mesmo assim, escolhe-se em viver a calma do encontro inicial no meio do caos, e viver o caos na simples intenção dele acabar.

O amor é o demônio cheio de falsas verdades, é o anjo delicado disfarçado em falsas mentiras. As juras que unem dois corações não podem, por questões matemáticas, serem iguais entre si. Se fosse uma equação seria inexata, mas, que somos obrigados a demonstrar e fazer. É uma mentira que sobrevive porque vivemos na fantasia de que ele seja eterno, ou pelo menos acreditamos nesta fantasia e sempre nos jogamos de cabeça dentro dela. Só a loucura acredita nisso.

Procurar outro amor quando algum se acaba é guerrear com a esperança contra a realidade. Só se cura um amor com outro amor, portanto, é insano se procurar a cura usando a própria doença, e não existe insanidade maior.

Foto: Thư Anh on Unsplash

 

Declarações de Amor
Declarações de Amor

Crônica por Nilson Lattari

Não te amo porque você é bonita. Mas, te amo porque você é linda, não dessas belezas que fascinam, nos deixam boquiabertos, olhos perdidos. A tua beleza me impressionou não sei se por causa dos olhos, dos cabelos, da voz, ela me deixou impressionado pela indiferença tua, pelos meus olhos que não paravam de te olhar.

Amor à primeira vista? Foi amor por eu ter te visto, te encontrado, de repente, quando nada de diferente parecia que ia me acontecer. Foi por causa das noites mal dormidas, sonhos interrompidos, olhares fundos, vontade de construir poesias, enxergar vida e sentimentos onde já existiam, e que passavam ao largo: passei de egoísta a perdulário.

Foi pela vontade de chorar, só de imaginar que você poderia desaparecer, simplesmente acordar e me convencer de que o que eu sentia não era amor, era paixão, e paixão é efêmera, e essa confusa mistura de sentimentos não ser longa o suficiente para sobreviver.

Permita que o teu príncipe não se ponha de joelhos, ele vai te olhar de frente, e seguir adiante, desde que você esteja ao seu lado.

Não quero que você seja o meu passado, não quero que você seja uma história para contar no futuro, quero que você seja o presente que eternamente eu leve sempre dentro de mim, em lugar seguro.

Comecei a te amar não sei por quê. E foi por tentar descobrir que não consigo deixar de ter querer.

 

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Karmel Bortoleti

Making of do ensaio fotográfico de Karmel Bortoleti para a editoria fashion da edição de abril de 2017 da Acontece Magazine


Ensaio fotográfico do ator Caio Castro em Miami para a Acontece Magazine de agosto de 2017

Ensaio fotográfico do ator Caio Castro em Miami para a Acontece Magazine de agosto de 2017


Vera Viel posa com tema náutico para a Acontece Magazine em Miami

Vera Viel posa com tema náutico para a Acontece Magazine em Miami


Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico com as modelos Cate Chant e Flavianny Nassimbeni para a editoria Fashion da edição de maio de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Making Of Abril 2016

Ensaio fotográfico com Karmel Bortoleti para a editoria Fashion da edição de abril de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de março de 2016 da Acontece Magazine por Gerardo Gomez


Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016

Acontece Magazine - Making of - Karina Bacchi - March 2016


Ensaio Fotográfico

Ensaio fotográfico para a editoria Fashion da edição de fevereiro de 2016 da Acontece Magazine


Making Of Janeiro 2016

Making of do ensaio fotográfico para a capa e a editoria fashion da edição de janeiro de 2016 da Acontece Magazine com a participação da modelo Andrea Méndes Arroio


Making Of Dezembro

Acontece Magazine Making of de Dezembro 2015




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